quarta-feira, 4 de dezembro de 2013

DEVANEIOS - DE FUTURISMO DO APOCALIPSE NO OM

Arquivos do Reino

segunda-feira, 20 de dezembro de 2010

A Próxima Guerra No Oriente Médio, Passo A Passo


Passo nº 1 – Israel ataca com mísseis e aviões algumas das instalações nucleares do Irã. O ataque é apenas parcialmente bem-sucedido. Israel não consegue danificar substancialmente o crucial complexo de Natanz, perde alguns aviões e pilotos e tem alguns pilotos capturados como prisioneiros de guerra.
Passo nº 2 – O Irã retalia com uma chuva de mísseis sobre Israel (o Irã tem mísseis à prova de interferência eletrônica e invisíveis aos radares e sonares). Milhares de israelenses morrem ou são feridos.
Passo nº 3 – O Irã fecha o Estreito de Hormuz, entrada e saída do Golfo Pérsico, estrangulando o comércio de petróleo para o Ocidente. Os Estados Unidos tentam reabrir o Estreito, mas a luta incessante não permite. Esta medida será crucial para o desfecho da guerra.
Passo nº 4 – O Hezbollah, agindo a partir do Líbano, lança uma chuva de foguetes e mísseis sobre o norte de Israel, causando mais centenas de baixas entre os israelenses.
Passo nº 5 – Israel invade o Líbano e é enfrentado pela guerra de guerrilhas do Hezbollah. Israel bombardeia intensamente o Líbano, causando centenas de mortos e feridos entre os civis, como em 2006.
Passo nº 6 – Israel tenta invadir a Síria, mas encontra forte resistência. O avanço é lento e as baixas são numerosas.
Passo nº 7 – O Irã envia grande quantidade de tropas para defender a Síria, usando, com consentimento, território e espaço aéreo turcos. Tropas israelenses e iranianas finalmente se enfrentam, em território sírio, perto da fronteira israelense.
Passo nº 8 – Tropas iranianas e sírias entram no Líbano, juntando-se ao Hezbollah contra Israel.
Passo nº 9 – Mísseis e ataques aéreos continuam fazendo grandes estragos, em ambos os lados.
Passo nº 10 – A Rússia adverte Israel a não usar armas nucleares.
Passo nº 11 – A Rússia adverte os Estados Unidos a ficarem fora da guerra.
Passo nº 12 – O mundo islâmico entra em convulsão e combustão. A revolução islâmica toma o poder no Paquistão, potência nuclear.
Passo nº 13 – O Paquistão adverte Israel a não usar armas nucleares.
Passo nº 14 – A revolução islâmica toma o poder no Egito.
Passo nº 15 – Israel invade o Egito, mas a luta é dura.
Passo nº 16 – Multidões na Turquia exigem a entrada do país na guerra.
Passo nº 17 – Os turcos entram no Líbano e, ao lado dos iranianos, dos sírios e do Hezbollah, expulsam os israelenses do território libanês.
Passo nº 18 – Começa a invasão do território israelense, a partir do Líbano e da Síria.
Passo nº 19 – A partir da Jordânia, que não está na guerra, a Al-Qaeda lança mísseis nucleares táticos contra Israel, causando milhares e milhares de mortes. Israel está perto de sucumbir.
Passo nº 20 – A Rússia renova suas advertências contra o uso de armas nucleares por Israel e contra a entrada dos Estados Unidos na guerra.
Passo nº 21– Obama é fortemente pressionado em casa para socorrer Israel.
Passo nº 22 – Israel é invadido também a partir do sul, pelo Egito.
Passo nº 23 – Os Estados Unidos enviam tropas a Israel.
Passo nº 24 – A Rússia ataca Israel.
Passo nº 25 – A China invade Taiwan. A guerra não é mais apenas no Oriente Médio.
Passo nº 26 – A Coréia do Norte invade a Coréia do Sul e ameaça ataques nucleares contra o Japão e os Estados Unidos. A guerra se torna mundial.
Passo nº 27 – Mesmo com a ajuda do império mambembe (os Estados Unidos), a situação de Israel é insustentável. É feito um acordo geral para evacuar os israelenses e transportá-los para os EUA, onde receberão um generoso pedaço de terra à beira-mar no Texas.
Passo nº 28 – O Ocidente perde a guerra em todas as frentes: a China reincorpora Taiwan e a península coreana é reunificada sob o comunismo norte-coreano. A Rússia faz grandes ganhos territoriais na Europa Oriental e no Cáucaso. O mundo entra numa nova era.
Apesar de não concordar com tudo o que o sr. Gondim supôs, achei o texto interessante por ele ilustrar de modo vívido como pode se desenrolar um futuro conflito em escala mundial. Na realidade, há grande possibilidade de testemunharmos tais eventos.
Herberti

2 comentários:

Já fiz alguns comentários muito coincidentes com sua explanação.
È iminente o ataque ao Irã, mas feito por Israel, o braço biônico dos EUA que participarão apenas como provedor, para se poupar de uma desmoralização possível, caso de um insucesso, por uma terceira intromissão em paises do OM. Não se sabe é se as inteligências da dupla assaltante, previram prováveis alianças com o Irã, talvez a Rússia, lado a lado, enquento Síria e Líbano, juntos ao Hamas e Hezbollah mordem a cauda de Israel. Palestinos, com que força for, atuarão. Não esqueçam a Turquia, em honra aos seus mortos. A china não será olvidada, por interesses outros, mas aproveitará a balbúrdia para reaver Formosa. As duas Coréias se confrontarão e Deus ditará o escore. O Japão para exercitar os músculos, quiçá quererá retornar a Mandchúria. Essa terceira guerra mundial será apocalíptica, por culpa de dois Estados Imperialistas e expansionistas. Já pensaram Israelense querendo cobrar a segunda promissão abrahamica e justificar o emblema de sua bandeira, dominando do Nilo ao Eufrates? Que tremenda de uma guerra? A possibilidade dos sionistas pegarem a corda que seu apoiador está lhe dando, e passá-la no seu pescoço? A soberbia de não mais ser coadjuvante, mas candidato a sucessor de um Inpério decadente? Essas são as cartas com seus signos, que serão jogadas. Vejamos adiante.

DEVANEIOS - DE "ARMADILHA EM GAZA"

“Armadilha em Gaza”

22
nov 2010
De JReis

Um livro que desmistifica o trágico conflito no Oriente Médio e revela a existência de uma guerra de propaganda contra Israel.
No mundo todo a mídia, mais preocupada em chocar do que em informar, associa a Israel a imagem de um estado militarista, que promove massacres de palestinos e se opõe a qualquer tentativa de paz na região. A aliança entre fundamentalistas islâmicos, pseudopacifistas e esquerdistas de vários matizes, unidos no ódio ao Estado de Israel, joga cortinas de fumaça sobre aspectos fundamentais da tragédia e propagandeia um suposto “genocídio” cometido pelos israelenses.
Descrever Gaza como “campo de concentração a céu aberto” virou clichê, mas é uma imagem totalmente distorcida. A realidade é muito mais complexa, e não se limita a uma mera disputa territorial entre palestinos e israelenses, e sim a um conflito ideológico, agravado pela ação de um grupo terrorista islâmico, o Hamas — satélite do Irã em Gaza —, que propaga explicitamente a luta pelo extermínio do Estado judaico, a única democracia do Oriente Médio. Israel já cedeu mais territórios aos palestinos do que os que ainda restam para ser devolvidos, e mesmo assim o conflito só se agravou. A Faixa de Gaza foi devolvida aos palestinos integralmente, os assentamentos foram retirados, mas ainda assim ela serve como plataforma de lançamento de foguetes palestinos contra as cidades israelenses próximas.
A guerra de propaganda anti-Israel impede uma visão equilibrada, fundamental para a paz na região. Um dos exemplos mais gritantes dessa campanha para deslegitimar o Estado judaico foi o episódio das seis embarcações que, em maio de 2010, tentaram furar o cerco à Faixa de Gaza e foram impedidas pelos israelenses, num confronto que deixou vários mortos e feridos. Este livro prova que, longe de levar ajuda humanitária a Gaza, como seus organizadores muçulmanos alegaram, a chamada “Flotilha da Paz” nada mais foi que uma inteligente operação midiática com o objetivo de isolar Israel da comunidade internacional, fragilizá-lo politicamente e obter concessões políticas, ou seja, uma verdadeira armadilha.
Desafiando análises superficiais sobre o tema, o cientista político Jorge Zaverucha traça de modo conciso e informativo um resumo da história dos enfrentamentos entre árabes e israelenses, desde as primeiras migrações judaicas no século XIX para a Palestina otomana, até as sucessivas guerras que sacudiram o Estado de Israel pouco após a sua fundação, em 1948, oferecendo-nos a oportunidade valiosa de enxergar o trágico conflito do Oriente Médio a partir de uma perspectiva que foge de clichês e lugares-comuns, descortinando cenários fundamentais para a compreensão das dificuldades em se atingir a paz na Terra Santa.
Armadilha em Gaza tem ainda o mérito de revelar dados surpreendentes, como o relatório da ONU com o índice sócio-econômico dos territórios palestinos, superior, por exemplo, ao da média do mundo árabe. Algo, portanto, totalmente oposto ao torpe mito do “campo de concentração a céu aberto”..
Fonte : Editora Saraiva
Categoria: Literatura  Tags: Literatura
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2 Comentários
1.    edelvio coelho lindoso disse:
Sr, JReis, que poder legítimo tem Israel para sujeitar uma nação, já que não é um estado, em qualquer espaço que seja, o que passará a ser um gueto? É essa maldita doutrina Bush, que inventou a tal guerra defensiva, e que é replicada por êsse mais que fiel aliado, a ponto de se adonar também do espaço marítimo e invadir embarcações, num ato xerifal, matando nove pessoas indefesas e desarmadas? Esse é o modêlo declamado do condão da democracia que autoriza uma barbárie assim?
Não existe hamas nem hesbollah em Gaza, pois se assim fôra, onde estão as baixas israelemses, nos embates? Esse povo não tem exército. Suas armas são bodoques, pedras, páus e o desespero de se imolar. Quanto aos foguetes, são engenhos aterzanais, dôidos que nem birutas de aeroporto, o mais próximo de uma arma, que conseguem.
Sobre o espaço exorbitado, depois da partilha, hoje, restam apenas 22%, em duas ilhas, Gaza e Cisjordânia, e esse afã de colonatos é pra se consolidarem em definitivo. E as águas, correntes e freáticas, subtraidas em arbítrio pelos democratas?
Por favor, lêia êsse arrazoado. um direito de opinião clássico da democracia, que diante da dualidade do comportamento humano, pode ser útil para rever conceitos.
2.    mauropac disse:
É lamentável que quase toda opinião contra Israel não é fruto de análise e reflexão. Mas sim de uma manipulação convincente gerada nos manifestantes, gerada pelos opositores de Israel, incluindo ONU e a mídia.
Falando do que não sabem, de um assunto totalmente fora de seu conhecimento e cotidiano.
3.    edelvio coelho lindoso disse:
O seu comentário está aguardando moderação.
Caro JReis, estou voltando ao assunto comentado há dois meses atrás e agradeço sua atenção.
“A aliança entre fundamentalistas islâmicos, pseudo-pacifistas e esquerdistas”, olha o ranço direitista que mata. Não é genocídio a enorme caridade sionista de fazer emigrar 1.400 almas palestinas, entre todos os humanos que se mexiam, no espaço de Gaza, em 2008, em quatro dias, dando-lhes como acompanhantes, somente 16 almas judias. Não foi massacre, foi misericórdia.
“Israel não é um Estado militarista”, é terrorista mesmo. Não houve confronto entre Estados, houve um assalto ao território de um povo sem Estado, pelo exécito de um Estado terrorista, sobre civis.
Este epíteto de “única democracia no OM”, é que se tornou um chavão; onde está o virtus disso, o condão para desrespeitar leis internacionais e vidas como se fossem coisas? Israel é um Estado que aglomera assassinos num exército, é Fundamentalista com seus rabinos, expansionista com seu Nazismo, e petulante, com seu Narcisismo.
Israel e esse bendito professor Zaverucha insultam o discernimento das pessoas que lêem suas versões. O território da Palestina era dos palestinos natos e adotados desde quatro mil anos antes. Os hebreus, fujões, desde o tempo de José do Egito, a qualquer adversidade arrepiavam estrada, a que deram o nome de diáspora, encheram o mundo e milhares de paises, e sempre mal-queridos, por seu comportamento antipático e exclusivista, alem de mesquinho, arrogante e perdulário. Voltam na vigésima quinta hora, mais uma vez fugidos, entre a 1ª 2º Guerra, dois mil anos após a última diáspora, com a cavilação de tomar posse da terra da promissão, a canaã´palestina. Se Jeová estivesse lá, quando começaram a chegar, dar-lhes-ia uma dúzia de bananas amarelo-mangas, pela sordidez de vir buscar uma prenda ofertada ao alverecer dos tempos.
O Estado Judáico foi uma jogada anglo-americana muito bem urdida, antes de 1948, cheia de infâmias, lobbys, negociatas e sujeiçao à novata ONU, que é americana, nascida nos EUA e lá criada e feudalizada.
Então, o cerco à Faixa de Gaza, por terra, mar e ar foi legitimo? Sions são os piratas modernos? O Jorge, que escreveu essas ambiguidades, em vez de Zaverucha, poderia ter nascido Byron, um poeta para adocicar o mundo, em vez de mentir e torcer verdades, pateticamente. Pintar Gaza como um Eden; nem é bom continuar. Obrigado.


terça-feira, 3 de dezembro de 2013

DEVANEIOS - DE BRASIL RECONHECE ESTADO PALESTINO

quinta-feira, 9 de dezembro de 2010

Reconhecimento do Estado palestino gera especulações sobre interesse brasileiro


Para alguns especialistas, posição brasileira não muda nada. Outros veem interesse do Brasil em se firmar como líder internacional independente dos EUA. Há quem sustente que o país queira vender armamento aos palestinos. Agosto de 2011 é o prazo que os líderes palestinos fixaram como limite para criar suas instituições oficiais e requerer às Nações Unidas o reconhecimento da Palestina como Estado livre e independente, caso as negociações de paz com o governo israelense fracassem completamente.

Há meses a Autoridade Nacional Palestina (ANP) sonha em receber o aval da ONU e assim obter respaldo legal para declarar como palestinos os territórios da Cisjordânia, da Faixa de Gaza – atualmente governada pela organização radical islâmica Hamas – e de Jerusalém Oriental, zona ocupada por Israel em 1967 e anexada ao seu território posteriormente. Apoio moral é o que não falta à ANP.

A Argentina seguiu os passos do Brasil e se juntou, nesta segunda-feira (06/12), a mais de cem países que já reconheceram o Estado palestino. No último 4 de dezembro, o presidente da ANP, Mahmud Abbas, agradeceu a Lula o reconhecimento do Estado palestino, que deverá incluir os territórios ocupados entre 5 e 10 de junho de 1967, durante a guerra dos Seis Dias.
O governo israelense condenou, nesta terça-feira, a decisão de Brasília e de Buenos Aires, alegando que uma solução definitiva do conflito entre israelenses e palestinos – inclusive a instauração de um Estado palestino – só poderia ser fruto de um acordo satisfatório para ambas as partes.
Impacto

“Eles estão destruindo as bases do processo paz”, disse 
de o porta-voz do Ministério israelense das Relações Exteriores, Yigal Palmor, salientando que os anúncios da Argentina e do Brasil não alteram em nada a situação territorial e não promovem a conciliação entre as partes no conflito.

Jorge Gordin, pesquisador do Instituto Alemão para Estudos Globais e Regionais (Giga), tem uma opinião semelhante. “É normal que Israel encare isso como um assunto de vida ou morte, mas não acredito que as posturas da Argentina e do Brasil venham a ter consequências. Se é que isso terá algum efeito, será mais negativo do que positivo, podendo tornar Israel e Estados Unidos ainda mais intransigentes do que são nesse assunto.”

O congressista norte-americano Eliot Engel, presidente do subcomitê para o Hemisfério Ocidental da Câmara dos Representantes, criticou o reconhecimento do Estado palestino pelo Brasil. Para Engel, essa não é a maneira de “se obter respaldo como poder emergente ou de se transformar em membro permanente do Conselho de Segurança da ONU”. Na visão do político democrata, a posição brasileira em relação ao presidente iraniano, Mahmud Ahmadinejad, revela uma “imagem muito obscura” do Brasil.

Já Wolfgang Hein, pesquisador do Giga e – juntamente com Oz Aruch – coautor da análise A política da América Latina para o Oriente Médio: entre Israel e Irã, vê a situação de outra perspectiva.

América Latina e Oriente Médio

“A importância que o Brasil dá às suas relações comerciais com os Estados árabes, incluindo o Irã, não deve ser vista como um empecilho nas trocas econômicas com Israel. A maioria dos países europeus tem boas relações econômicas tanto com Israel como com os Estados árabes”, diz Hein.

Ainda segundo Wolfgang Hein, as relações exteriores das nações da América Latina são muito heterogêneas: assim como Chile, Colômbia e México se alinharam com a política norte-americana para o Oriente Médio, nações como Venezuela, Cuba, Bolívia, Nicarágua e Equador cooperam estreitamente com o Irã e fazem frente a Israel. Argentina e Brasil, por sua vez, defendem seus próprios interesses e cultivam relações harmoniosas com ambos.

Jorge Gordin ressalta que ainda é muito cedo para esclarecer todas as razões do reconhecimento do Estado palestino por parte do Brasil e da Argentina neste momento. Por um lado, os anúncios de Lula e da presidente argentina, Cristina Kirchner, aconteceram apenas alguns dias depois que Abbas lhes havia pedido apoio e alguns meses depois da visita do líder árabe. Por outro, a rápida ascensão do Brasil como economia emergente consolidou sua posição como ator político global e exacerbou o interesse de seu governo em articular uma política exterior própria.

Ego brasileiro

“Mais uma vez, só posso descrever cenários possíveis neste momento. Mas Israel possivelmente acha que a Argentina só quer ficar bem com o Brasil, enquanto o Brasil – sim – teria verdadeiros motivos estratégicos para reconhecer o Estado palestino.

Afinal, o governo brasileiro quer assumir uma postura diferente e independente da dos Estados Unidos na política internacional, aponta Godin. Há poucos meses, Lula se apresentou a si mesmo como ‘a ponte entre o Irã e o Ocidente’.

Mas será que o Brasil só quer mesmo massagear o próprio ego como “global player”? Será que também não teria chance de participar do processo de reconstrução da Palestina?

Para Hein , “isso pode ser de interesse do Brasil e dos outros países do Mercosul.” Outro indício é o fato de o presidente do Uruguai, José Mujica, ter aderido e reconhecido o Estado de Israel junto com o Brasil e a Argentina.

“Mas levando-se em consideração o fato de a União Europeia e até os Estados Unidos estarem comprometidos com esse processo há anos, haveria apenas um pequeno lugar a ser ocupado. Em comparação com as possibilidades de comércio e troca econômica que oferecem os Estados árabes, as que ofereceriam a Palestina como Estado independente não seriam especialmente atraentes”, conclui o pesquisador.

Tudo como antes

“Eu diria que, mais do que na reconstrução, o Brasil estaria interessado em vender armamento aos palestinos. O Brasil é um dos grandes exportadores mundiais de armas de médio calibre”, arrisca Gordin, deixando no ar a impressão de que, num conflito tão complexo como o que envolve Israel e Palestina, não existem mediadores inocentes nem mostras de solidariedade altruístas.

Em todo o caso, as repercussões do apoio dado pela Argentina e pelo Brasil à causa palestina ainda estão por vir. “Estaríamos diante de um grande marco se, nos próximos dois meses, outros países decidissem reconhecer o Estado palestino; e se fossem potências europeias, a situação se complicaria ainda mais para os Estados Unidos”, especula Gordin.

Hein não concorda com seu colega: “Essas mostras de apoio podem fortalecer um pouco a posição dos palestinos em suas negociações com Israel, mas, mesmo que a Palestina seja reconhecida como Estado independente, sua situação não mudaria muito de um dia para outro.

Diante da proporção das disputas entre israelenses e palestinos, não somente no que diz respeito a território, os Estados Unidos e Europa deverão continuar servindo de mediadores, bem como diversos outros países, como Índia e Paquistão. Os problemas no Oriente Médio prometem se manter os mesmos, com a diferença de que a ANP poderia se sentar à mesa de negociações como representante de um Estado internacionalmente reconhecido.”


Fonte: Deutsche Welle
Angelo D. Nicolaci

1 comentários:

Se especula porque, praquê, em que, numa ansiedade desnatural, o Brasil se solidariza aos palestinos. Hipóteses:vaidade, interêsse econômico(?), espírito perturbador... não seria apenas apôio moral, condolência ao povo massacrado estùpidamente por três entidades mais poderosas que êles.
Dêem corda aos sions e êles as usarão nos pescoços de seus apoiadores. Incentivem-no a afrontar o Irã e transformem o que está ruim em coisa pior, ainda. EUA, ONU e RU apoiadores de Israel não pensam em paz no OM, antes pensam em aliança militar forte para um futuro e próximo embate. Querem e estão mimando um garotinho impulsivo e caviloso. Èle já merece a atenção daquela senhora televisiva que é especialista em domar crianças-problema.
Atenção, cuidado, está-se no edge do perigo, não há tempo para firulas. Seriedade é o ponto.

 

Um Pouco sobre o Editor

Sou um Brasileiro, que busca expressar minhas ideias e amor pelo Brasil; sonho em ver um país justo, com oportunidademeu s a todos e livre da corrupção politica e social. 

Acredito em nosso futuro, acredito na educação e em nosso povo, pois somos nós quem escrevemos o futuro e as nossas
lições servem de base para nossos filhos darem prosseguimento a nossos sonhos.
Esse sou eu,um politico,um critico,um poeta e acima de tudo um Brasileiro que luta e acredita a cada dia que pode fazer a diferença, que acredita em nós



DEVANEIOS - DE PRATO-FEITO

            Trata-se de uma "chegada" de língua bifurcada e venenosa que por um momento de espasmo como se fora uma ejaculação precoce, entrega à danação a vida inteira de uma pessoa, espalhando  como fosse uma folha corrida policial aos quatro ventos, todos os informes negativos da vítima.  A receptora, tendo à frente o tempo que for, quando acontecer de conhecer pessoalmente o candidato a imolação, espera que elae se adapte a identidade que ela já possui.

        Eis ai a melodia.  Essa cruz o imolado carrega indefinidamente aonde for, como um tropeço a vencer.  Não consegue se aprumar.  É um desconforto constante nessas situações.  Ele parece a si mesmo um     mentiroso e a oponente, uma inquiridora antipática.  Coisa insurpotável.  

        A malquista fomentadora desse infortunio, anticristã, é verdade, não se dá conta disso e assídua frequentadora  de seus cultos, derrama fanhosos louvores ao Criador.  A sua presa infeliz sofre insônias e pesadelos como estar chegando ao grande portão do céu, e já de longe avistar a descabelada com as mãos cheias de pedras para linchá-lo.  De outra vez sonha saindo-se de um poço profundo e suspenso sagurando-se com as falangetas na borda do abismo é assolado pela demente pisando-lhe os dedos com os saltos capengas e finos de um sapato ancião.  

        Quando essa malcriada inventou de distribuir esses pratos-feitos a todos os cantões do mundo, certamante estava mancomunada com o cão de três cabeças chamado Cérbero, o guardador do inferno.  E assim o mundo é formado de caluniadores insensíveis e dormentes que não abrem mão de uma escada para do alto se divertem, mesmo olhando abaixo um féretro esparramado.

segunda-feira, 2 de dezembro de 2013

DEVANEIOS - DE LÍBIA E TUNÍSIA HÁ DOIS ANOS ATRÁS

Amálgama
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Líbia, intervenção e a ideologia dos direitos humanos

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-- Rebeldes tentam resistir nas proximidades de Ras Lanuf, Líbia (foto: Kim Ludbrook/EPA) --
por Raphael Tsavkko Garcia
Assunto atual e da maior relevância em todas as discussões sobre os conflitos ou revoluções no Oriente Médio é a possível intervenção militar e no-fly zone na Líbia. De um lado aqueles que acusam as manobras pela intervenção uma tentativa dos EUA assegurarem o escoamento de petróleo do país e de novamente azeitarem sua indústria bélica; do outro, aqueles com intenções humanitárias, que defendem uma intervenção sem pensar nas consequências a longo prazo.
De certa maneira ambos os lados estão corretos. Sim, estamos diante de um avanço significativo das tropas do ditador Khadafi, mas sabemos que uma intervenção dos EUA jamais será feita por respeito aos direitos humanos e pela democracia e sim pela chance de conquistar.
O foco dos questionamentos, ao meu ver, está totalmente errado.
Nem adianta chorar pelos direitos humanos alheios, esperando por uma intervenção que causará milhares de mortes e poderá destruir a infra-estrutura do país e deixar cicatrizes profundas, e muito menos adianta espernear dizendo que o melhor é deixar que os líbios resolvam seus problemas, como se a comunidade internacional não tivesse qualquer responsabilidade pela situação (a mesma comunidade que enxotou a Líbia do cenário internacional e depois a recebeu de braços abertos de olho no petróleo e dinheiro líbios — nada mais hipócrita).
Sobre este ponto, o professor Reginaldo Nasser foi certeiro:
Na verdade, a chamada comunidade internacional não é uma comunidade: são os Estados Unidos, a Inglaterra, a França, tal. O Mubarak foi aceito por eles há muito tempo e o Gadaffi adotaram recentemente, desde 2003. Essa reintrodução do Gadaffi na comunidade internacional foi feita num acordo muito bom para as duas partes. As reservas de petróleo da Líbia tornaram-se cada vez mais exploradas, pela Shell, BP, Exxon, etc. O Gadaffi declarou que estava suspendendo toda e qualquer forma de produção de armas de destruição em massa, que é uma obsessão dos Estados Unidos. O Huffington Post mostrou o lobby pró-Líbia dentro do Congresso americano, um lobby que já existia antes da suspensão. Um lobby que envolve petróleo, indústria de armas e universidades.
Do lado dos defensores dos direitos humanos, acima de tudo temos a defesa da intervenção a qualquer custo, como se ela fosse a tábua de salvação da Líbia, e do lado dos não-intervencionistas, o longo prazo de uma ação dos EUA seria muito pior quantitativa e qualitativamente para a Líbia e para toda a região.
Diz Daniel Lopes aqui no Amálgama:
Rebeldes batendo em retirada de Ras Lanuf também pedem para a ONU impôr a zona de exclusão aérea. E a Liga Árabe, que se reuniu neste final de semana no Cairo, aderiu à ideia. Por fim, confiram as esperanças das mulheres de Benghazi, nesse vídeo da Al Jazeera. O que aconteceria com essas pessoas se os bandidos de Kadafi chegassem até a cidade?
De fato, os líbios pedem ajuda. Mas é preciso ter em mente: Que ajuda? O bombardeio da infra-estrutura líbia ajudaria, em longo prazo, o povo, ou apenas os tornaria reféns de investimentos estrangeiros e das potências ocidentais? Trocariam um ditador por outro?
Mas, ao mesmo tempo, como discordar de Antônio Costa?
O maior risco – que não tem paralelo na situação europeia de 1848 – é o de uma intervenção direta dos Estados Unidos. É uma loucura, mas crises de abstinência provocam loucuras e o país não se mostra disposto a se livrar de sua dependência do petróleo, nem sequer a admitir ser ela um problema. E é perfeitamente possível, dados o histórico do Iraque e a movimentação de navios e marines em torno da Líbia, que indica, no mínimo, que o dedo no gatilho está coçando. Seguramente seria desastrosa, graças à absoluta incapacidade dos EUA de entender o ponto de vista dos países muçulmanos e atuar de maneira politicamente consequente no longo prazo, seja no Afeganistão, seja no Iraque, no Paquistão, na Líbia ou na Arábia Saudita.
E também temos líbios que rechaçam a intervenção.
Mas, o discurso sobre a intervenção está deslocado. A questão em si não é discutir se haverá intervenção, mas qual intervenção. Está claro que aqueles que vão contra a invasão dos EUA vão contra a ação deste único país, investido ou não de poder pela ONU, de se apoderar do petróleo líbio. O problema não está na intervenção, que a cada dia se prova mais necessária, mas em quem liderará ou mesmo em quem agirá sozinho em uma possível investida armada contra Khadafi.
O discurso ideologizado desta forma não serve a ninguém, apenas aos EUA, que se impõem como salvadores frente à crise humanitária que se desenha, enquanto seus detratores não apresentam propostas viáveis, como uma ação coletiva das Nações Unidas com comando compartilhado.
Vale lembrar que a Rússia se opõe abertamente a qualquer intervenção, pois sabe que, sob comando dos EUA, este último se apoderará do petróleo. Os BRICS também assinalam sua discordância, e ficamos numa verdadeira sinuca quando vemos a necessidade de uma ação mais forte frente ao ditador, mas não podemos permitir que os EUA tomem a frente, como fizeram no Iraque e no Afeganistão, deixando para trás apenas o caos.
A argumentação de Daniel Lopes, diferenciando a intervenção aberta de uma intervenção apenas para garantir uma zona de segurança (ou uma no-fly zone), argumentando que foi isto que garantiu aos curdos não serem dizimados, esbarra no fato de que as armas usadas pelos iraquianos para atacar os curdos (armas químicas em sua maioria) foram dadas a eles pelos próprios EUA! Tratava-se apenas de um jogo de cena entre amigos.
Aqui, a situação é outra e, novamente, concordo com o professor Nasser:
Eles estão corretíssimos em rejeitar intervenção estrangeira. O Conselho de Segurança da ONU pode votar e autorizar uma intervenção coletiva. A autorização é do Conselho, mas as tropas são de cada país. Em todo e qualquer caso, os Estados Unidos aparecem como os que têm mais condições e vontade de se envolver nos conflitos.
Temos, aliás, uma situação interessante: a de uma iminente guerra civil em que se fala em intervenção. Isto é algo sem precedentes ou, no máximo, semelhante ao Haiti, um país pouco ou nada relevante. Em uma guerra civil é papel das potências, da ONU e da chamada comunidade internacional negociar, como fez com Darfur ou com o Sudão do Sul, mas não intervir.
Os próprios rebeldes líbios já se preparam para a guerrilha, como informa Walter Maierovitch e, se de fato há um anseio por intervenção, os olhos se voltam não para os EUA, mas para a França.
O libanês As’ad AbuKhali (The Angry Arab) é outro a apontar os problemas de uma itervenção:
The voices for military intervention in Libya are now increasingly alarming and suspicious. I get more suspicious when I read the liberal (read always Zionist) commentators screaming for direct military intervention when those same people never showed any concern for Arab victims before, especially during Israeli war crimes sprees.
Ele ainda completa afirmando que não cabe ao “ocidente” ensinar aos árabes como viver ou como resolver seus problemas, especialmente quando estes neo-defensores dos árabes são notórios sionistas, logo, criminosos.
Temos uma gama de intelectuais de grande relevância que lançaram manifesto contra a intervenção.
A defesa dos direitos humanos deve ser sempre uma bandeira, mas não sem que haja uma profunda reflexão sobre que direitos humanos são esses, a quem servem e a quem beneficiam. Direitos humanos nas relações internacionais, especialmente em se tratando de EUA, são seletivos e toda ação pensada pelos estadunidenses tendo em vista a defesa desta bandeira deve ser longamente analisada.
Sim, talvez seja a hora de uma intervenção, mas não, não uma intervenção “humanitária” comandada pelos EUA. É preciso pesar os prós e os contras de uma intervenção e mesmo entender se há total necessidade, se os rebeldes não poderiam ser municiados de outra forma, se a ONU não poderia intervir com força de paz e mesa de negociação.
Assusta e surpreende a velocidade com a qual os EUA descartaram Khadafi, ou seja, há algo estranho no ar e a defesa dos EUA da imposição de uma no-fly zone e mesmo de uma intervenção completa salta aos olhos como uma aberração que pode também nos lembrar do Kosovo, onde a OTAN interviu sem permissão da ONU, ou mesmo do Iraque, onde os EUA sozinho invadiram e dominaram o país à revelia mesmo do Conselho de Segurança.
Os EUA já estão esgotados depois do Iraque e do Afeganistão e os motivos para apoiarem de forma tão entusiasmada uma invasão na Líbia só pode significar que os interesses no país e na região superam os contras de tal ação. Devemos nos lembrar que toda a região se encontra em crise e em processos revolucionários e não seria de estranhar que os EUA tivessem a clara intenção de terem um posto avançado para suas ações na Líbia, a fim de não dependerem unicamente de governos amigos ou nem tão amigos.
Antes de se pensar em intervenção é preciso contabilizar opções, além de se apoiar na ONU para qualquer decisão. Claro, não podemos ser inocentes ao ponto de pensar que uma intervenção com a “comunidade internacional” seria positiva apenas tendo em conta a suposta boa vontade dos países envolvidos, mas sem dúvida seria mais segura para os líbios do que um voo solo dos EUA. Além disso, as opções alternativas não estão esgotadas.
Os rebeldes ainda lutam e cedem terreno à espera de reforços (armamento, financiamento, treinamento, etc.) vindos de fora. A intervenção deve ser a última arma e, se chegar o momento, deve ser feita através de uma ampla coalizão internacional e sob os auspícios das Nações Unidas.
Jornalista e blogueiro. Formado em Relações Internacionais (PUC-SP) e Mestrando em Comunicação (Cásper Líbero), escreve o Blog do Tsavkko, é autor e tradutor do Global Voices Online e escreve a coluna semanal "Defenderei a casa de meu pai" no Diário Liberdade.
Raphael Tsavkko Garcia
1.    Edélvio Coêlho Lindoso
Obrigado. Seu comentário será liberado em breve.
Primeira etapa sair do jugo do Kadafi; Segunda, submeter a nova governança a escrutínio popular; Terceira, afastar macaqueamento de rotular por exemplo, de Democracia, a nova ordem. É interessante uma carta constitucional, para padrão legal de direitos e deveres de todo o grupo social. Lembram-se dos Déspotas Esclarecidos, pós-iluminismo, em Inglaterra e França  nos séc. 17 e 18? Não era uma democracia grega, mas não era um absolutismo opressor e massacrante. O governante do real poder se assessorava com sábios, filósofos, matemáticos, físicos, mentes brilhantes, com o respeito dos súditos. Processualmente evoluíram, pagaram pedágio, viraram república e chegaram no estágio que o ocidente acha o máximo onde pode chegar o exercício político, a tal Democracia, uma liberal, outra mais fechada, e nenhuma garantindo o objeto da paz, nem interna, nem externa, na maioria para consumo nacional e pouco para exportação.
Que tunisianos, egípcios e líbios ainda no começo saibam agradecer cavalheirescamente aos anglo-sion-americanos, o que for que lhe tenham dado para livrança de seus títeres e peça-lhes que se afastem para bem longe de seus edges. Rejeitem absolutamente suas ofertas de proteção, de educação, armação e treinamento militar. Esses trejeitos são a vaselina para o estupro.
A receita para a paz,  cada macaco no seu galho e o comércio a melhor arma para subjugar a violência.


DEVANEIOS - DE ABERTURA DE RAPHA (GAZA-EGITO)


Rio Grande, 30 de Maio de 2011

Faixa de Gaza

- 25-05-2011 -

O Egito vai abrir a sua única passagem com a Faixa de Gaza a partir deste sábado, anunciou nesta quarta-feira o governo militar do Cairo, facilitando significativamente o bloqueio imposto por Israel há quatro anos no território governado pelo Hamas. A medida, por outro lado, tem o potencial de desgostar Israel.

A agência oficial egípcia Middle East News Agency (Mena) disse que a fronteira de Rafah será aberta de forma permanente a partir de sábado, das 9 às 21h, todos os dias, exceto sextas-feiras e feriados. Isso dá aos palestinos de Gaza uma maneira de entrar e sair livremente do seu território pela primeira vez desde 2007, quando o grupo Hamas assumiu a administração do território e Israel e Egito fecharam aquela via.

A Mena disse que a decisão de abrir a passagem de Rafah é parte dos esforços para acabar com o estatuto da divisão palestina e facilitar a reconciliação nacional. O Ministro dos Negócios Estrangeiros do Egito, Nabil Elaraby, disse ao canal árabe Al-Jazeera no final do mês passado que o fechamento da passagem de Rafah estava prestes a terminar, classificando a decisão de fechar de "repugnante".

Os moradores de Gaza têm contornado o bloqueio através do funcionamento de centenas de túneis de contrabando sob a fronteira entre Gaza e o Egito, de 9 milhas. Os túneis têm sido usados para trazer todo o tipo de produtos, bem como pessoas. Já Israel acusa o Hamas de usar os túneis para trazer armas até a Faixa de Gaza, incluindo foguetes caseiros que podem atingir algumas cidades da fronteira.

(com informações do Haaretz)

Comentários(1)
Aleluia. Na foto, três mulheres de três gerações, as primeiras a aproveitar a liberdade de ir mais longe, com os rostos tristes por tantos sofrimentos.
Parabéns aos dirigentes provisórios do Egito, Que Alá os ponha longe da manha corruptiva dos imperiais do G-8. Se algum for tentado pelos US$40 bilhões, adeus alegria dos Palestinos, e dos egípcios, dai em diante. Liberdade, dignidade e independência, abortadas.
edelvio coelho lindoso 28-05-2011 - 22h01min
AGORA, 070314, após 2A e 10M, vigora tudo que está no último parágrafo acima.  Governo eleito durou míseros  sete meses. Presidente deposto pelo exército aguarda a forca e o mesmo general Sissi, agora marechal é o novo mula amricano, traficado pelos bilhões falsos, dinheiro  de judas.
edélvio coelho lindoso


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domingo, 1 de dezembro de 2013

DEVANEIOS -DE NÃO HAVERÁ PAZ SE PALESTINOS FOREM RECONHECIDOS PELA ONU


17/06/2011 às 16:35:04 - Atualizado em 17/06/2011 às 17:44:29
Israel: não há paz se Estado palestino for reconhecido
O ministro de Relações Exteriores de Israel, Avigdor Lieberman, disse hoje à principal diplomata da União Europeia (UE) que o reconhecimento do Estado palestino pela Organização das Nações Unidas (ONU) em setembro tornará os Acordos de Oslo nulos e sem efeito.
Durante um café da manhã com a chefe da diplomacia da UE, Catherine Ashton, Lieberman disse que os Acordos de Oslo, de 1993, que criaram a Autoridade Nacional Palestina (ANP), e todos os acordos conquistados até então, serão cancelados se for conferido o reconhecimento do Estado independente quando a Assembleia Geral da ONU se reunir.
"A declaração unilateral na ONU significará o fim do Acordo de Oslo e a violação de todos os acordos que assinamos até hoje", disse Lieberman, segundo todos os principais sites e rádios de Israel. "Israel não teria mais ligação com os acordos que assinou com os palestinos nos últimos 18 anos", disse ele em conversas com Ashton, que chegou a Jerusalém na noite de ontem (horário local) e deve se reunir com a liderança palestina ainda hoje.
Ashton está numa viagem de quatro dias à região para negociações com autoridades de Israel, dos territórios palestinos, da Jordânia e do Egito, durante as quais vai tentar encontrar uma forma de retomar as conversações de paz, que ruíram no ano passado.
Mas Lieberman disse a ela que há "chance zero para o restabelecimento das conversações" e criticou o presidente palestino Mahmoud Abbas, dizendo que ele "não quer um acordo, ele quer o conflito" com Israel. "Ao buscar assegurar uma declaração unilateral de um Estado palestino, Mahmoud Abbas está agindo em seu interesse pessoal, sem levar em conta os interesses palestinos nem o conselho de muitas autoridades da Autoridade Palestina que se opõem à sua iniciativa", disse o ministro israelense à rádio pública.
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Edelvio coelho lindoso – 290913
Farsa sionista-inglesa-americana.  A sorte dos Palestinos está na má sorte dos infames judeus, na hora de uma inspiração torta, partir contra o Irã em busca de vantagens.  Em troca deste salseiro, provalvemente Palestinos se locupletem do lhe foi roubado.