domingo, 4 de janeiro de 2015

DEVANEIOS - DE HADDAD, CRI E SÍRIA

Manaus-Am-1985-edélvio

segunda-feira, 28 de outubro de 2013


DEVANEIOS - DE HADDAD

Quem Dorme Demais  Vive De Menos
    Que desassocego, que decepção!  o petista recém-eleito Prefeito de São Paulo, tremendo traira de seu eleitorado. Pra  seu azar não existe mais voto secreto;  não sei se seus cidadãos enganados saberão usar essa arma em futuro próprio.  Castigou com mão pesada no IPTU municipal, sem  contemplação;  mais de duzentos por cento, esse valor aloprado que nem as maiores marcas ousaram usar.  O investidor suado que adquiriu um imóvel para fugir de aluguel está se dando mal.  De onde cortar que não lhe faça falta!  O classe média esforçado, o falso folgado que  alivia o cofre do Estado nas despesas de Educação e Saude para dar o melhor à sua prole não recebe o agradecimento merecido por isso;  antes,  é castigado!

    O Haddad sempre foi um atrapalhado no seu trabalho como Ministro da Educação.  Parece que esses eleitores  estão a merecer essa surra.  Quantos milhares de livros para serem distribuidos entre os alunos pobres de todo o Estado foram recolhidos para reciclagem!  Uma vez por agredirem Monteiro Lobato, míope, que não enxergou a estatura grandiosa daquele Patrício.  Outra vez por se meter numa área de educação sexual, mais apropriada  à Marta do que à êle  e novamente o prejuizo, os dois de altura alpina.  Se tivesse que guardar aquela enormidade de livros naquele enormíssimo espaço, o custo a ser pago também seria andino.  E agora, o custo para lavar todas as zilionárias páginas, arrancando-lhes as tintas d a   impressão e depois usar o reciclo para industriar novos livros;  qual o melhor e mais barato;  seria incendiá-los em face do dilema do custo-benefício!  Que prejuizão, mas o amor entre camaradas não se mede por cifras.  Saiu o Ministro, entrou o PREFEITO.  E MAIS UMA VEZ O FRASISMO DA ZÉLIA CRADOSO PREVALECEU.  GENTE, GENTE É UM DETALHE.  ESSA POLÍTICA COM SOTAQUE LULISTA, JÁ NÃO TEM QUEM AGUENTE.  PRESIDENTA E PREPHEITO É O MESMO QUE ESTUDANTA, QUE A DILMA NUNCA FOI.  PAULISTANOS, ESPEREM MAIS UM POUQUINHO POR QUE ESTÁ APENAS COMEÇANDO.  TERMINA JÁ.


1943-Recife-Pe-Nirtô E Marlu, Minhas 
Irmãs, aos 11 e 1o anos

terça-feira, 29 de outubro de 2013


DEVANEIOS - CRI - EUA SUSPENDE AJUDA AO EGITO

Clipping de Relações Internacionais

29/01/2011

EUA estudam suspender ajuda militar ao Egito


Os Estados Unidos pretendem estudar nos próximos dias a possibilidade de suspender a ajuda militar de US$ 1,3 bilhão por ano para o Egito. Esta quantia é considerada fundamental para o regime egípcio e a decisão será tomada de acordo com a evolução dos acontecimentos no país, disse o porta-voz da Casa Branca, Robert Gibbs. Segundo ele, o foco será apenas na ajuda militar e não haverá corte nos US$ 700 milhões em contribuição econômica.
Nesta semana, uma comitiva de militares egípcios está em Washington para diálogo estratégico agendado anteriormente com os seus pares norte-americanos. Ontem à noite, o presidente Barack Obama declarou na TV que telefonou a seu colega egípcio, Hosni Mubarak, e lhe disse que tinha a responsabilidade de dar passos concretos para cumprir as promessas de avanços democráticos e de oferecer mais oportunidades econômicas.
Obama também pediu às autoridades egípcias que se contenham de usar violência contra os manifestantes, destacando que o povo do Egito tem direitos que são universais, como o de se reunir de forma pacífica, o da livre expressão e a possibilidade de determinar seu próprio destino.
Tanto a secretária de Estado dos EUA, Hillary Clinton, quanto o porta-voz da Casa Branca já haviam pedido ao governo egípcio que não usasse a força contra os protestos. Ao mesmo tempo, afirmaram que os manifestantes também não deviam usar a violência. Eles disseram ainda que o serviço de internet e os sites deviam ser liberados. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
Disponível em: http://br.noticias.yahoo.com/s/29012011/25/mundo-eua-estudam-suspender-ajuda-militar.html


1 Comentário »
1. 
Diz-se que Estados não fazem caridade, fazem negócios. Mubarak ameaçado. O chefe antigo da oposição, exilado na Espanha, portando um Nobel, aterrisa, em plena crise, na querida pátria, e se oferece como substituto para um novo governo. Está preso, em domicílio. Imediatamente o Grande Amigo  cogita suspender a ajuda militar de 1.300bi de dólares, começa a expressar altisonante, ao amigo ditador, que ele deve democratizar o trato com os nacionais e ser suave. Parece coisa feita. Como se pode ler isso? Será que o Amigão está por trás dessa tempestade? O risco que corre o páu, corre o machado. Ambos fiéis aliados, garantidores de boa campanha com Israel, e péssimo negócio para os palestinos. Se houver um aôio com outro governo submisso aos EUA, estes ganham uma economia expressiva, em tempos de vacas magras, o “status quo” permanece e tal, e tal. O risco é, e se essa nova parceria não tiver fidúcia? Será mesmo que o Garotão está manipulando essa fervecência no Magreb, nos cornos da África, no Sudão, descendo ao Iêmen, ou isso é coisa expontânea, puro mimetismo? Será que ele está antepondo uma estabilidade do seu tesouro, contra a instabilidade existente no OM e agora emergindo na vizinhança ocidental?

É interessante compulsar esses dados, formar um diagnóstico para fazer uma ilação.
Comentário por edelvio coelho lindoso — 29/01/2011 @ 


1950-Pina-Recife-Pe-edélvio aos 15 a.

terça-feira, 29 de outubro de 2013

DEVANEIOS - DE POLIOMIELITE NA SÍRIA

EXPLICO - IDIOTISMO LINGUÍSTICO só  existente num determinado Pais.  NINGUÉM FOI AO ENTERRO.  Totalmente impeditivo um sujeito negativo, portanto  não existente, ser agente de uma ação. Pois é usado mesmo numa situação não coloquial.

    Notícia atual informa dez casos de poliomielite em crianças no espaço do conflito. O último caso do aparecimento desta doença naquele Pais foi a catorze anos atrás, em 1999.  Além das baixas dolorosas da guerra civil, dos desmanches das famílias, da vida incômoda sem água, sem luz,  sem comida, sem higiene e sem segurança, agora essa praga mutilante com o projeto de futuros cidadãos aleijados, vivos mas em condições indignas e impossíveis de se auto-prover.  O contencioso do Al Assad com o Todo Poderoso está perverso.  A ganância pelo Poder de Mando leva um homem a autoria de milhões de vidas interrompidas e prejudicadas nos seus destinos.  Como os urubús se sentem felizes por um burro morto, esperem só pra ver quantos urubús existem nesta arena, entre nacionais, estrangeiros, religiosos e ateus . Sabiamos das vertentes sunitas e xiítas no Islão e agora surge uma terceira, os alauitas à qual pertence o manda-chuva sírio.  É incrível esta mistura entre o laico e o sagrado para justificar o sacrifício de vidas inocentes  como a que estamos assistindo.  Isso tudo assegura a afirmação de Saramago, Literato e Filósofo observador da vida, ao dizer que religiões instituidas nunca levam à Paz, muita vez derrapa na construção de conflitos.

    Fosse a ONU um Órgão confiável, ali em conchavos diplomáticos é que se resolveriam as malignidades dessas desavenças.  Na boa Paz das palavras e da razão.  Na hora em que se politiza esses embtates  tudo vai de água à baixo.  Então vale embustes, corrupção, intimidação e submissão.  É a roda-viva da vida em movimento, cega e sem bom futuro a oferecer.  É uma sujeição subjugada por um próximo caudilho.







sábado, 3 de janeiro de 2015

DEVANEIOS - DE DRONES

Marcela e Ana Paula-Filha De Rico, Meu Filho

quarta-feira, 23 de outubro de 2013


DEVANEIOS - DE DRONES

    EUA, esse vizinho incomodante, com uma nova mania bisonha de se entremeter na privacidade de quem for  espionando seus segredos de modo agressivo, espetacular e repulsivo.  Só há duas maneiras de explicar este surto!  Ou esse Traste esta morrendo de medo do mundo, em vésperas de se borrar, pelos mal-feitos constantes em que se vê metido, ou como ladrão ventanista fareja coisas de que possa tirar vantagem.

    Desonra acordos e insulta amigos e aliados como o Paquistão invadindo-lhe a casa com armas pesadas, dois helicópteros, dos quais um morreu e ficou pra  trás, para cometer assassinato contra um inimigo figadal seu, não  dos paquistaneses.  Esse é um comprtamento esquisóide e inaceito por qualquer Pais e que matou   catorze pseudos-inimigos seus, deixando no campo vinte e oito civis inocente também mortos.   Esse Super-Man com sua soberbia de Golias sempre será capaz de investir contra qualquer um, na medida exata do seu entendimento e vontade, pisoteando direitos e esmagando vítimas como se fossem insetos pestilentos. Duas coisas inventaram!  A tal guerra preventiva, naturalmente sempre sob o ponto de vista deles, tão imitada pelos seus aprendizes de feiticeiro, os israelitas,  em massacre  impertinente contra os Palestinos, e a guerra sem sangue, para eles, levada pelos drones em comando automático, sem tripulantes.

 Isto é acidente de querra, coisa inevitável e perdoável, a  morte de inconvenientes testemunhas.

    Serão esses os donos do mundo, que não têem dinheiro real  mas negociam com papel pintado;  que não sendo ricos se assenhoram dos bens dos árabes que nadam em petróleo, que agitam os humores no OM, que ameaçam o Irã, que fazem e acontecem na ONU por si criada, com seu poder de VETO, maior que o poder de voto!

    Cuidado Brasil, Brasil, cuidado. Com sua falastrice sobre o pré-sal americanamente produtivo, que ora é, ora não é, só cutuca a ganância absurda desses gringos, principalmente por energia.  Acende teu alerta e escoteiramente fica em prontidão. Lembra-te que nós não temos força nuclear que parece ser bem temida por esses assaltantes.


edélvio E Glauce-1985-Manaus-Am

sexta-feira, 25 de outubro de 2013


DEVANEIOS - DE MAIS MÁSCARAS

Quem Muito Quer Nada Tem

O MAL É EXCRESCÊNCIA DA sOBERBA

    Notícias ontem de São Paulo  sobre nova aparição dos mascarados sambando o samba de uma nota só.  Nada muda, parece uma turba enlouquecida  em êxtase total, em estado de hipnose, na pré-congestão de um gozo sexual, ejaculação abusada no rosto da Polícia  que poderia ser simbòlicamente na cara da Governança do Estado ou na de todos os cidadãos de bem brasileiros.  Eles juntos parecem um furisco em noite de chuvarada.  Não têm  olhos à não ser para seu foco  e depedram bens públicos e privados  para os quais não têm cobertura remunerativa para responder pelos prejuizos causados, como se isso fosse o tempero para alcançar o climax da conjunçâo carnal.  Se houver um mínimo declive à direita ou à esquerda pode criar um cadáver, mas isso passa-lhes acima da intuição.
    A punjança desses atrevidos me dão tremor de ojeriza nas mãos  como se fossem explodir as teclas que digito, junto a impossibilidade de me fazer ouvir a quem interessar possa.  Nesse blog apagado me faltam janelas para alcançar visibilidade e obter sonância e gritar às autoridades entorpecidas e com mãos desconjuntadas que o ataque a esses esconjurados deve ser feito coletivamente e contra suas costas, tamanha a confiança que eles têm de não serem imobilizados.  Use-se, não tenham medo de inovar, armas de safári  com projéteis entorpecentes mas não letais.  Algemen esses bastardos junto com suas máscaras e os embornais com seus petrechos de luta.  Fotografen-nos sob bastante luz, para identificação posterior.  Fotografem o ambiente espacial  com as fachadas das entidades desfiguradas, para indiciamento mais próximo do correto e cobrança do valor estimado sobre as vítimas, em regime societário.  Que nas imediaçoes devem estar aguardando  ônibus adaptados para dorminhocos.  Justiça rápida  e sem privilégio sob nenhuma hipótese.  Cadastro perpétuo dos ânimos  desses deliquentes para futuros acusatórios em sua vida bandida.

    Pela enésima vez me ofereço como coadjutor para expurgar esses foras-da-lei.  Ponham seus corpinhos dentro de uma 2,5mts X 3., pelo tempo que a Justiça indicar.


1985-Frigorífico Swift-Armour-SP
Colega E edélvio

segunda-feira, 28 de outubro de 2013


DEVANEIOS - DE ESPIONAGEM AMERICANA

    Já palpitei sobre esse assunto;  como dia a dia aumentam as notícias sobre novos paises insultados por esse mau costume americano, volto para a luz.
    Vem- me a ideia a doutrina dos Iluminati  em que uma sociedade secreta nos moldes da maçonaria, juntando os interessados americanos, ingleses e israelenses  fomentariam através de uma falsa queda com o fechamento da bolsa americana, em um paiz já acometido de falência econômica  espalhando pelo mundo uma moeda sem lastr  por um milagre sumamente americano, se pensarmos que outros paizes nessa sitaução, como Grécia, Portugal, Espanha, Irlanda e alguns mais, resolvessem e se dessem bem fazendo o mesmo ato de pintar papel e num Shazam resolver seu problema de inaptidão financeira!  Pois bem, diz-se, espalhar mundo a fora a falência americana!  juntarem-se todos os paises de lingua inglesa como;  EUA, RU, Canadá, Austrália e o resto da menbresia, mais iIsrael com seus tentáculos onde existem cidadãos  seus  em todo o planeta e nas altas classes sociais  prontos para montar um governo universal implantado em Jerausalém.  É pouco, ou querem mais!
    Está ai a ousadia desse leviatã  sem o menor senso de pudor moral e de respeito ante os moradores de todo esse planeta. Será a maior alinaça política já existente no mundo com um poderio bélico bem a altura dos seus inteligentes tri-gestores.  Se isso germinar e acontecer será a cartada final para se pensar minimamente num ajuntamento humano com visão de reação e fim
.
   Será  esse futurismo  um emporcalhamento de sangue e fezes multinacionais de uma amplitude jamais imaginada.  As fábricas desse trio trabalarão incessantemente para fornecer focinheiras aos seus chegados, apropriadas a impedi-los de sentir o nauseabundo e mortal cheiro de inferno.  Técnicas avançadíssimas de alimentação parental  onde se eliminem o instinto do olfato e da degustação  por impraticáveis. Seus serviçais inferiores serão humanos artificiais  sem sentidos e sem leis trabalhistas, sem direito de comer e de descomer, provàvelvemente a caricatura de um Eden por nós jamais sonhado. Valha-nos o Poder Celestial com todas as Postetades, para esmagar esse tríduo maligno parido pelas entranhas de SATANÁS.







DEVANEIOS - DE MALAGREDECIDO (2) e (3)

O PAU QUE BATE EM CHICO BATE EM FRANCISCO
Ana Paula-Filha de Rico E Marcela

segunda-feira, 21 de outubro de 2013


DEVANEIOS - DE MALAGRADECIDO (2)

    Nossas Orações de mais pedir e pouco dar, de tanto repetidas, mais parecem um mantra.  É normal e Deus perdoa. QUERO AQUI ME REDIMIR DO SEGUNDO MAL-AGRADECIMENTO EM TRÊS, SEM SABER ONDE ESTÁ O COMANDANTE BARROS MEU VIZINHO E BOM SAMARITANO NOS IDOS DE 1979, EM BELÉM-PA.  DIA ANGUSTIANTE, CASA CHEIA, NOTÍCIAS DE RÁDIO DESCONCERTANTES PARA AUMENTAR A DOR DE QUEM DELAS PRECISAVA.  UM INSULTO, A TAGARELICE DE RADIALISTAS(!) FAZ- DE- CONTA EM NÃO PARAR O TRO-LO-LÓ E MANTER A AUDIÊNCIA, SEM CONSIDERAR OS SOFRIMENTOS DA ALMA DOS ENVOLVIDOS EM UMA TRAGÉDIA.

    NO TRANSLADO DA DIVISA DO PARÁ COM O MARANHÃO SOBRE O RIO DE LARGURA MODESTA MAS DE CORRENTEZA RESPEITÁVEL, SOB UMA PONTE EM CONSTRUÇAO, O BARCO DE DOIS ANDARES  LEVANDO TODOS OS PASSAGEIROS DO ÔNIBUS EM VIAGEM,   PARA A OUTRA MARGEM DO RIO, DEPOIS SOUBEMOS, DIRIGIDO POR UM MENOR DE IDADE, DESCONTROLOU-SE NO PEGA E APAGA,  SENDO LEVADO PELAS ÁGUAS VELOZES, ÀS 23.45 HS. E EMBORCADO QUANDO SEU TETO PRENDEU-SE NUM SEIO DE CORRENTE DE FERRO DO TAMANHO DE UMA MARGEM À OUTRA INTERROMPENDO A VIDA DE CINCO PESSOAS, ENTRE ELAS  MEU FILHO MAIS VELHO, DE DEZENOVE ANOS DE IDADE.

    TODOS OS COLEGAS DE COLÉGIO E VIZINHOS  JOVENS QUE SE ENTURMAM, COMO É  NORNAL, LOTAVAM NOSSA CASA, QUANDO EU ESTAVA CHEGANDO DO LOCAL DO ACONTECIDO.  OS TAIS RADALISTAS CUIDANDO DESSA ANIMAÇAO MACABRA, AVISANDO PELO NOME QUE THOMPSON FORA RESGATADO E ESTAVA A CAMINHO DE CASA.. OS BRADOS, OS GRITOS DE CONTENTAMENTO QUE SE ANTECIPARAM A DESCOBERTA DA FARSA MENTIROSA  SEGUIDOS DE SOLUÇOS E GEMIDOS GERAIS.  O COMANDANTE BARROS ACERCOU-SE DE MIM, ABRAÇOU-ME E COM OS DEDOS MÉDIO E INDICADOR EMPURROU-ME NO BOLSO DA CAMISA DUZENTOS EM DINHEIRO DA ÉPOCA, SEM DIZER NADA, COMO EMPREÉSTIMO PARA COBRIR ESSAS NECESSIDADES DO MOMENTO.  VIZINHO QUE  MODESTAMENTE ERA CUMPRIMENTADO COM UM SIMPLES ACENO DE CABEÇA, NADA MAIS.
ESTA NO MEU INDEX DE MERECEDOR DE HOMENAGEM PELO FEITO.  NESSE ATO ÊLE É O ANJO DO SENHOR QUE NOS APARECE COMO HUMANO COMO NÓS.  ERA O DIRETOR DA EMPRESA DE HELICÓPTEROS LIDER E QUASE SEMPRE LEVAVA MEU CAÇULA DE OITO ANOS  PARA VOAR NAQUELES PÁSSAROS, COISA QUE EU NUNCA FIZ.

     FICO DEVENDO A VOCÊS, MAIS TARDE, OUTRA PUBLICAÇAO DO TERCEIRO ANJO E SAMARITANO QUE CUIDOU DE MIM COM A DEDICAÇAO DE UM ENVIADO POR DEUS, NO MEIO DAS AGITAÇOES COMUNS NESSE PLANETA DE EXPIAÇAO.

    QUE DEUS ACEITE OS PEDIDOS DE BENÇÃOS, MESMO ATRASADOS, QUE FAÇO PRÁ ÊLES ONDE QUER QUE ESTEJAM.  OBRIGADO SENHOR.


Talita-Neta-Filha de Suzzie E James

terça-feira, 22 de outubro de 2013

DEVANEIOS - DE MALAGRADECIDO (3)

TenhoCcara De Antigamente, Sou Do Tempo Em Que Chiclete Era Chicle

EXPLICO
 A expressão nordestina ARRETADO tem duas explicações.  A corrupção de ARIETE, arma de guerra na antiguidade equivalente ao tronco reto de uma árvore poderosa, sobre rodas, impulsionado  indo e vindo contra a Porta da Cidade ameaçada.  Arretado em lugar de arietado.  Ou, arretado no sentido de estar em forma de reta, indicação chula ao estado de ereção masculino.

    Bom, quero me redimir diante do terceiro Samaritano, anjo teofônico, com quem sequer houve apresentação para retê-lo a identidade, por isso o chamo de Paragominas.
    Era véspera de um sábado de carnaval em 1978.  Sai da belém-Brasília pela direita, após Paragominas, e passei a primeira porteira onde cumprimentei o futuro Samaritano, sem sabê-lo.  Enveredei por uma estrada de piçarra tão firme quanto um esfalto e meu fusca atendia firme e feliz o meu comando.  Seriam pouco mais que cem quilõmetros ate a fazenda que procurava.  Já próximo, meu fusca adoeceu.  Sou e era para isso, analfabeto, desprovido de habilidades manuais, e parado estava,  parado fiquei. Anoitecia e chuvinhava.  Fome e desânimo.  Passei-lhe as trancas e encetei caminhada em frente até uma pousada no repente do furisco que apareceu marginando o caminho.  Uma mulher me atendeu e disse que todos os homens da casa estavam mata a dentro.  Ai já a chuva era tempestade, a roupa de cima, a roupa de baixo e a alma estavam ensopadas.  Relampeava  e entre esses relampeios se via tudo com uma integridade formidável, mas não havia nada para ver.  O tempo conforma, o tempo consola. Em breve, num rasgo de vislumbre apareceram quatro cavalheiros expluindo da mata, com facão, enchada e serradeira aos ombros, todos nós numa igualdade só, molhados e desconfiados.  Pedi socorro, implorei e subornei, que fossem comigo até a minha montaria, para empurá-la prá frente e prá trás, rodopiá-la com o bico na posição de volta.  Ela recusou-se a cooperar, trombuda, talvez despeitada pelo abandono.  Cumpri o prometido, dei-lhes um cheque para ser trocado com o fazendeiro que desisti de encontra.r. Molhado como nós até as entranhas, todos sabendo da inutilidade do gesto.  Eles se foram e eu fiquei.  Entrei na consciência do meu amigo aborrecido, fiz da mala travesseiro, e na sala de trás  curti a fome, a sede, o medo dos urrros tremendos e gritantes saidos da floresta, que depois me disseram que eram de macacos, que soa melhor que de onças.
    Amanheceu, o sol saiu, mas o sol era molhado.  Resolvi tornar andando, antes de morrer por desfalecimento.  Fui caminhando umidamente, lá prás tantas, com o pé que ia em frente, calcanhando o bico do pé que estava atrás.  Estava me achando a Gisele na passarela. Não güentava mais, mas dizia, güenta.  Parei numa ria, na margem um poço com centenas de peixes coloridos e do tamanho de um tico.  Com as mãos em concha afastava os animaisinhos e sorvia a água gelada e confortável.  Bebi e bebi.  Sentei-me sobre  as raizes expostas de uma enorme árvore e assuntei.  Se não sair agora, não saio mais.  levantei-me como um Lázaro faria e continuei Giseleando.  Lá prás três depois das doze cheguei na conhecida porteira de saida.  A mesma pessoa a quem havia cumprimentado na véspera apareceu.  Confirmou que era eu, que o carro desapareceu e se comoveu.  Sentiu solidariamente a mesma fome que eu sentia.  Convidou-me com insistência para ir até sua casa um pouco afastada da estrada, mas eu expliquei-lhe que agradecido, não iria, por medo de não levantar depois.  Assim feito segui, atravessei o asfalto para esperar o que fosse que me levasse até Paragominas.  Foi ai que Deus me apareceu.  O jovem senhor com as mãos ocupada com um prato com carne, arroz e feijão, com talheres e café e caneco.  Mudo, com certeza, ruminando seu próprio gesto, merecedor dos augúrios do Céu.  Fartei-me, agradeci-lhe e egoistìcamente não perguntei-lhe o nome.
    Hoje, e de algum tempo êle, ebatizado de Paragominas, está no meu idex dos anjos-samaritanos que tanto bem nos fazem, na guerra, na paz e nos momentos de aflição, sem nada pedir e sem nada dizer.  Onde   estará o Paragominas!  Aqui ou ai!  Fazem trinta e seis anos desses fatos.  Se aqui estiver será um Senhor de meia idade, com família grande, feliz e na Paz de Deus, por ser ele um anjo em missão.  Tardiamente, Senhor, eu reconheço minha falta e  peço-te perdão e bençãos para estas três aparições teofõnicas com que me presenteas-tes.



sexta-feira, 2 de janeiro de 2015

DEVANEIOS -DE HISTÓRIA DE UM CÃO

domingo, 20 de outubro de 2013


DEVANEIOS - DE HISTÓRIA DE UM CÃO

DE LUIZ GUIMARAES

Eu tive um cão.  Chamava-se Veludo,
Magro, asqueroso, revoltante, imundo,
Para dizer numa palavra tudo,
Foi o mais feio cão que eu vi no no mundo

Recebi-o das mãos de um camarada,
na hora da partida. O cão gemendo
não me queria acompanhar por nada
enfim -- mal grado seu -- o vim trazendo

Menino E Mãe Judeus Agredindo Palestina

Domingo, 20 de outubro de 2013

O GALO BOM SE CONHECE PELO TAMANHO DA CRISTA





Meu amigo cabisbaixo, mudo
Olhava-o...<o sol nas ondas se abismava>
<Adeus -- me disse -- e ao afagar Veludo,
Nos olhos seus o pranto borbulhava.

Trata-o bem. verás que o rafeiro
Te indicara os mais sutis perigos!
Adeus!  e que este amigo verdadeiro
Te console no mundo ermo de amigos.>

Veludo à custo, habituou-se a vida.
Sua rugosa pálpebra sentida
Que o destino de novo lhe acolhera!
Chorava o amigo que perdera.

Nas longas noites  de luar brilhante
Febril, convulso, trêmulo, agitando
A sua cauda -- caminhava errante
A luz da lua -- tristemente uivando.

Tussenel Figuier e a luta imensa
Dos modernos zoologicos doutores
Dizem que o cão e um animal que pensa!
Talvez tenham razão esses senhores.

Lembro-me ainda trouxe-me o correio
Cinco meses depois do meu amigo
Um envelope fartamente cheio!
Era uma carta.  Carta!  Era um artigo.

Contendo a narração miuda e exata
da travessia.  Dava-me importantes
notícias do Brasil e de La Prata.
Falava em rios, árvores gigantes.

Gabava o steamer que levou!  Dizia
que ia tentar inumeras empresas!
Contava-me tambem que a bordo havia
toda a sorte de risos e belezas.

Finalmente , por baixo disso tudo
em nota bem do melhor cursivo
recomendava o pobre cão Veludo.
Pedindo-me que o coservasse vivo.

Enquanto eu lia, o cão tranquilo  e atento
mcontemplou e -- crêia que é verdade.
Vi comovido, vi neste momento
seus olhos gotejaram de saudade.

Depois lambeu-me as mãos humildemente,
estendeu-se aos meus p;es atencioso,
movendo a cauda -- e adormeceu contente,
farto de um puro e satisfeito gozo.

Passou-se o tempo.  Finalmente um dia.
vi-me livre daquele companheiro..
Para nada, Veludo me servia.
Dei-o a mulher de um velho carvoeiro

e respondi.  Graças a Deus já posso,
dizia eu, <viver neste bom mundo
sem ter que dar diariamente um osso 
a um bicho vil.\, a um fêio cão imundo.>

Gosto dos animais, porém prefiro
a essa raça baixa e aduladora,
un alazão inglês, de sela ou tiro,
Ou uma gata branca cismadora.

Mal respirei por\ém, quando dormia,
e a negra noite amortalhava tudo
senti, que à minha porta alguém batia!
Fui ver que era. Abri,  Era Veludo.

Saltou-me as mãos, lambeu-me os pés ganindo.
Farejou toda a casa satisfeito!
E -- de cansado -- foi rolar dormindo,
como uma pedra junto do meu leito

Praguejei furisco, era execrável
suportar esse hóspede importuno
que me seguia como  miserável
ladrão, ou como um pérfido gatuno.

E resolvi-me enfim!  Certo é custoso
dizê-lo em alta voz e confessá-lo,
para livrar-me desse cão leproso
 havia um meio só!  Era matá-lo.

Zunia a asa funebre dos ventos!
Ao longe o mar na solidão gemendo
arrebentava em uivos e lamentos...
De instante  a instante o tufão crescendo.

Chamei Veludo!  Ele seguiu-me. Entanto
a fremente borrasca me arrancava
dos frios ombros  o revolto manto,
E a chuva meus cabelos fustigava.

Despertei um barqueiro. Contra o vento,
contra as ondas coléricas vagamos!
Dava-me força o torpe pensamento!
Peguei um remo e com furor remamos.

Veludo à  proa olhava-me choroso
como o cordeiro no final momento.
Embora era fatal!  Era forçoso
livrar-me enfim desse animal nojento.

No largo mar ergui-o nos meus braços
e arremessei-o às ondas de repente...
Ele moveu gemendo, os membros lassos
lutando contra a morte!  Era pungente!

Voltei a terra -- entrei em casa.  O vento
zunia sempre na amplidão profundo.
pra ver-me ouvir o atroz lamento 
de Veludo nas ondas moribundo.

Mas ao despir dos ombros meus o manto,
notei -- oh grande dor!  haver perdido
uma relíquia que eu prezava tanto!
Era um cordão de prata!  Eu tinha-o unido

contra meu coraçao constantemente,
e o conservava no maior recato,  
pois minha mae me dera essa corrente 
e, suspensa à corrente, o seu retrato.

Certo caira alem do mar profundo
no eterno abismo que devora tudo!
E foi o cão.  Foi esse cao imundo
a causa do meu mal!  Ah, se Veludo

duas vidas tivera -- duas vidas
eu arrancaria àquela besta morta 
 naquelas vis entranhas corrompidas!
Nisto senti uivar à  minha porta.

Corri, abri...Era Veludo!  Arfava!
Estendeu-se aos meus pés -- e docemente
deixou cair da boca que espumava,
a medalha suspensa da corrente.

Fora incrível, oh Deus! -- Ajoelhado
junto ao cão -- estupefato absorto, 
palpei-lhe o corpo, estava enregelado,
sacudi-o, chamei-o!  Estava morto.

DEVANEIOS - DE MALAGRADECIDO (1)

Talita-Neta-Filha de suzzie e james

domingo, 20 de outubro de 2013


DEVANEIOS - DE MALAGRADECIDO-(1)

Cada Povo Tem  O Governo Que Merece
PARA JIL
    1980 - Minha primeira e única experiência de ser despedido de um emprego.  Tinha quarenta e seis anos.  Estava em Belém, ja tendo passado por Joãlo Pessoa e vindo de Recife.  Al i estava como Gerente da Empresa onde antes eu e ele eramos supervisores de venda  o Albanio Leal.   Era meu compadre por ser eu padrinho de batizado do seu filho. Tinhamos muitas afinidades.  O meu amigo me estendeu a mão como faria um Samaritano e me chamaou de volta ao lar antigo.  Eu trabalhava num labotatório no setor de agro-pecuária  como vendedor e com o apelo do Amigo, tive mais dois.  Um outro Laboratório queria uma entrevista comigo mas deveria ser em Goiania-GO.  Acatei o acerto e embarquei ao encontro.  Se aceitasse a proposta  iria com ela a barba de luto que eu portava.  Voltei à Belém e a barba continuou comigo.  O outro convite foi para o setor de vendas de um Empreendimento Belenense que estava sob a Gerencia do ex vendedor do Laboratorio de onde eu estava saindo e o substituia.  Voltei com o meu Compadre e Amigo e acertamos.  Voltaria a Multi-Nacional de onde saira, coisa rarissima principàlmente em Empresas estrangeiras, mas não como Supervisor de Vendas que fui de Natal até  Belém, mas como Vendedor em  Manaus-AM, partilhando o Estado com um colega.  Vim para a Capital amazonense em companhia de Gil, filho mais velho depois do finado Thomzinho.  Ficamos em um hotel e depois passamos a uma pensão com alojamento duplo para uma familia de oito pessoas, de pois sete, porque a filha seguinte quis ficar em Belem, em internato no Seminario Batista.  Pusemos cinco filhos e a mulher num avião e praá cá viemos  e onde estamos desde 1980, ha trinta e quatro anos.  Compramos um Maverich Zero, para ver o tamanho da auto-confiança e em anos depois  recebi da Empresa  convite para ser Representante- Comercial dela no Amazonas e Roráima.  Recebi todas as idenizaçoes como empregado, institui uma Empresa Ltda que fez um contrato com a minha ex-patrona.  Nova audácia de assumir minhas despesas de locomoção e hospedagem, mensalmente, em lonjuras inacreditáveis.  Fiz isso, selecionei Clientes probos em cada Praça e substitui avião por FAX, numa economia grandiosa, salvo em situaçoes de risco que exigissem mimha presença.  Nesse contrato, as Empresas representadas pela minha contratante, eram tambem minhas co-representadas.  Umas dez mais ou menos, mas algumas de vulto grandioso, como a GE e a Nadir Figueredo, esta depois afogada pelo advento de plasticos (copos) a substituindo.  Mas, Deus foi generoso comigo e de fato fui um vendedor classe A, aqui no Amazonas.  Ma  Deus dá e Deus tira.  O dia do muito é a vespera do nada.  A SWIFT-ARMOUR encerrou atividades no Brasil e hoje continua na Argentina.  Recolhi-me, encolhi-me mas me contenho com  Plano Saude, e Plano de morte, que por mais que me disponha a servir amigos com o meu mausoleu, eles nao querem.  Parecem que são bestas.  Dia virá  em que virão buscar a oferta  mas eu, lá de dentro grito, daqui   não sáio, daqui ninguém me tira..

    Caro Jil, essa arenga é um momento descontraido mas verídico, muito meu, de encarar as diversidades que nos espionam.  Que você com o estro inventivo e sagacidade encontrará seu Samaritano e saberá agradecê-lo  como eu acho que nao fiz suficientemente com meu amigo Albanio.  Nao esqueça de se dobrar humildemente mas com sinceridade  ao Deus que nao vê, nao ouve, nao olfata, nao oraliza e nao tateia  porque prescinde dos sentidos com quae nos presenteou  e para nao ficarmos bestas deu esses mesmos sentidos as aves, peixes e feras, a estes, menos a inteligencia e a capacidade de dizer sim ou nao.  Nao desespere nem depressive suas andanças.  Em qualquer esquina podera estar o Samaritano que lhe observa e ali foi posto em sua intensao.  Nao faça promessas que com Deus nao
 se barganha, nem carnavalize sua ansiedade por que a Deus isso nao sabe bem. Quando quiser papear, sempre me encontrará.