sábado, 6 de julho de 2019

E.C.LINDOSO-DE DESTINO DO PLANETA-(090717)

O maior elemento desestabilizador de uma virtual Paz no mundo é sem dúvida, os EUA. Em sua arrogância explícita, junto com o RU, o sombrio calado, e arrastando o guri maligno, Israel, acha que a inteligência do resto do Planeta não tem capacidade de perceber suas intenções "illuminati", de se apoderar, os três, nazificamente, do comando global? Ouçam como e Xerife fala, ouçam sua voz de comando parecendo ter um mandato pré partilha, como o do OM pós o apogeu do colonato turcomano, autorizado pela falecente Liga das Nações: Vocês europeus (recalcitrantes aliados como França e Itália folclóricos, Alemanha servil do RU, e outros menos dotados scomo Dinamarca, Suécia, Tchecoeslováquia, Letônia, Estônia e Lituânia, nada é desprezível, Polônia servilíssima e agora a Bélgica) têm que se unir à mim para sujigar a Rússia sob o mando desse leviano Putin. Mas, leitores, se isso começou como um desentendimento comercial, quase parental, entre Rússia e Ucrânia, atraída pela UE, onde um bom observador enxerga as digitais tricolores branco-rubro-azul, procurando um mula pra montar na tal rebelde vizinha de Moscou, que sozinhos haveriam de se entender, o que na realidade quer os estadunidenses é fazer uma guerra onde geopoliticamente saiam vitoriosos, com o abatimento de poder russo na região e mais um aliado americano cooptado a custo de dólares falsos como é o "modus operandi" dessa potência claudicante. Essa congestão intestinal naquela região é interesse americano e não europeu. Esse furioso devorador de terras é uma ameaça assustadora para o equilíbrio do mundo.

sexta-feira, 5 de julho de 2019

E.C.LINDOSO-DE GIGI E RITCHOFEN (220215-270416-110717)

Tenho Cara De Antigamente Quando O Macabro Era Escondido
SOB O TÍTULO E INFORMAÇÃO HOJE CRIAM-SE RICOS
O Coito dos Mal-Feitos Assim Seriam

E.C.LINDOSO - DE GUGU E RITCHFEN (220215) (270416)

Retorno retumbante de Gugu à Record com sinopse da vida criminosa de Susana Richthofen, o cérebro e os irmãos Cravinhos, a coragem, segundo um Promotor de Justiça.  Considero um insulto  à Justiça e um desrespeito à Sociedade.  O poder de subjugação moral desta mulher sobre circunstantes para feitos criminosos como o assassinato dos pais, consolidando o dito de que consanguinidade carnal nada tem a ver com afinidade espiritual, exposto por anos à fio pelas redes midiáticas, serve á quem?  Financeiramente à estas mesmas redes, promocionalmente aos apresentadores das mesmas e às concorrências em geral, e finalmente às vaidades destes pervertidos insensíveis à dores dos afetados e aos mortos nestes entreveros.  Aos expectantes, doentes mentais entorpecidos pelo prazer macabro de saber de desvios  comportamentais destas pessoas.  À educação torta de incautos curiosos que aprenderão a ter prazer em chafurdar em excrementos morais de malignidade que assola a raça humana..


Fica exposta a beleza doentia e brilhante dessa pessoa, na entrevista com o Liberato, quando apareceu a figura macabra do "Serjão", seu "marido" atual, numa ridícula junção marital, não sei se legal, feita no presídio para abrigo de oito casados como ela, sendo ela a chefe dessa ala.  Acho tudo isso insultuoso, a partir do figuraço, mulher deformada para parecer homem.  Como alguém bonita com a aura acima pode se corromper ao ponto de aceitar uma intimidade carnal com um aleijão daquele simulando um parceiro sexual?  A deformação moral interior da Susana está visível quando ela deixa o local onde jazem os dois corpos de seus pais e com o dinheiro, real, libra e dólar, roubados por ela de uma pasta da qual tinha  a chave, foi com o assassino seu namorado para u motel, no apartamento mais luxuoso, recuperar energias, depois de ter dado uma parte do furto ao cunhado que imediatamente foi comprar uma Harley-Davidson, apesar do remorso que sentia pela deformação dupla, feita juntamente com o irmão, de mãe e pai da judia infiel.

Lugar de preso é em uma Casa De Apenação, em cela individual de 2,5 X 3mts., em companhia de seu alter-ego e nada mais, e redução real de tempo de perda de liberdade, só mediante doação de órgãos, podendo até ser de 1/4 desse tempo, dependendo da complexidade do feito, configurando uma grande ação á Sociedade, em vez dessa tal "progressão de pena", que deverá ser abolida.  Notem bem, essa apenação deverá ser cumprida integralmente, do primeiro ao último dia, sem outra alternativa, salvo a doação.

(ATENÇÃO:  HOJE, 270416, PASSADOS 1,2a . ESSA MOÇA ESTÁ EM REGIME SEMI-ABERTO)
Adicionar legenda
Assim seria O Pranto Para Um Morto Santo

quinta-feira, 4 de julho de 2019

E.C.LINDOSO-DE MEMÓRIA DO TEMPO QUE A VIDA CONTA(120717)

Tenho Cara De Antigamente Quando Depois Da 1ª Sugada, Não Paro Mais
E SE O TEXTO FOR "MEMÓRIA", EU ME EMBRIAGO
Minha Glauce aos 19 anos, 1954

ALTAIR DE ANDRADE CRUZ

DE MEMÓRIAS DO TEMPO QUE A VIDA CONTA



E que estão lá, no centro da minha cidade em uma linda casa que eu amava, na Rua Castro e Silva de número 305, que antes teve o nome de Rua das Flores. Hoje aquela casa que era grande porque eu era pequena daquela rua boêmia do centro da cidade que destrói edificações históricas e se envergonha de ter memórias, bem junto ao mar, não é mais a minha casa. Uma rua pequena e curtinha que nasce ou morre, tanto faz, entre a Igreja da Sé e o Cemitério São João Batista, bem atrás da Santa Casa de Misericórdia, no centro histórico de Fortaleza. Horas avançadas da noite, faço uma viagem no tempo, até às primeiras reminiscências, indeléveis, plenas de detalhes. Mergulho... Estou na bacia de alumínio Ironte. Dispostos carinhosamente sobre o espaldar da cadeira de vime estão a toalha de felpo Artex, o sabonete Lifebuoy e o talco Gessy. Devidamente enxuta e perfumada, chega a vez de vestir a fralda de murim, comprado nas Casas Novas, famoso armazém de tecidos. A papinha de “leite-de-gado-puro” já fumega e sobe no papeiro esmaltado branco de ágate, sobre a trempe do fogão de tijolo e barro acionado a carvão vegetal adquirido no Depósito do “seu” Pergentino e para o qual era indispensável o abano de palha de carnaúba. É lá, onde havia no centro da minha cidade, uma linda casa que eu amava. Tinha uma porta e um janelão alto de postigo de tariscas e o telhado muito alto, de madeira de carnaúba e começava ou terminava, tanto faz, na sala ornamentada por um cortinado duplo de renda, que se abria de par em par para a gente passar por ele para então entrar no corredor muito compriiiidooo. Uma camarinha, a segunda camarinha, mais uma sala, mais outra sala de área aberta e mais outra área aberta onde ficava a cozinha, depois outra área muito compriiiidaaa e o banheiro soltinho lá no final. Duas palmeiras não do mesmo tamanho, perfiladas davam entrada ao quintal que encontrava o céu, largo, grande, comprido, profundo, estavam lá marrecos, patinhos, galinhas e seus pintinhos, o galo que cantava bem alto de manhã, gatas escondendo gatinhos nas acumulações de tijolos, e roupas de bonecas penduradas no varal. O luar criava fantasmas assustadores nas folhas das bananeiras. Foi lá onde eu compreendi a dor eterna da morte. A primeira vez foi na hora do almoço ao voltar da escola. Minha mãe chorava na beira do fogão de barro. Um cheiro de comida boa estava no ar, vinha da panela. Por que minha mãe chorava? Por “daqui-aquela-palha”, ou por nada, ou talvez por muita vontade de fazer sofrer, o pai do qual nada cito, obrigou-a a matar a minha galinha “Branquinha”. Era a “Branquinha” que seria o almoço naquele dia. Mas, naquele dia e em muitos outros daquela semana não houve almoço. Só muita mágoa e silêncio. A panela criou mofo e foi jogada no lixo na outra semana. Nunca mais comi carne de animal na vida. A segunda vez que vi de novo a morte naquela casa foi o ataque fulminante do coração que levou meu pai às 5 horas da manhã quando ele se levantou para ir trabalhar em um júri. Foi desse episódio, em 1 de janeiro de 1966 que passamos da classe social alta para a mais sórdida e deprimente miséria. O meu irmão Babí foi assassinado na "Bandeira 2" madrugada, por três latrocidas. Fomos para a “Vila Ocelo”, nós duas. Lá encontramos gente pérfida, invejosa do nada que se tem, gente muito má. Dificuldades imensas, mas vencidas pela minha mãe com grande heroísmo. Mas, isso fica no denso véu do nada dizer.
Metade dos anos 50. Minha casa. Primeiros raios da manhã. O rádio Minerva Tropic Master (USA de 1941) tocava na PRE-9 a marchinha Chiquita Bacana “lá da Martinica se veste com uma casca de banana nanica” do ano de 1949, autoria de João de Barro e Alberto Ribeiro na voz de Emilinha Borba. Meu pai se aprontava para ir trabalhar no armazém Casa Cruz na Avenida Pessoa Anta, 108. Ele importava e exportava bebidas e fumos. Tinha nível de escolaridade superior, era advogado rábula, teólogo, candidato a cargos políticos, maçom expulso, jornalista, escrevia nos jornais Unitário; Correio do Ceará; Gazeta de Notícias; O Povo, era “alto comerciante”. Todos conheciam Humberto Cruz, frequentador assíduo da roda intelectual dos bancos da Praça do Ferreira onde discutia política e divulgava o espiritismo Kardecista. O cheiro da loção Quina-Petróleo, que segundo as indicações evitava a calvície e a canície, inebriava a hora da saída e um acréscimo de Lavanda Atkinsons completava os másculos aromas. O café-da-manhã estava na mesa, coberta com toalha de linho branco bordada com flores em Ponto-de-Cruz, o café Walkan aromático e saboroso, fazia par com as bolachas Cecí, a manteiga Lírio, o pão da Padaria Duas Nações e o leite natural (in natura) de Maranguape colocado na janela, sem que nenhum transeunte, trabalhador matinal mexesse, pelo ‘Seu’ Pêdo, o leiteiro que abastecia as famílias desde o raiar do dia.
O tempo prossegue a sua marcha. Em meio às doces cenas matinais revejo a beleza da minha Mãe, (recordo muito as manhãs), o trio cosmético Regina, sabonete, talco e água-de-colônia, estão sobre a penteadeira de cedro com amplo espelho que ‘engorda, entorta ou afina’ levemente e conforme o ângulo em que a gente se posiciona, ela cheira à refrescância do banho, sua cosmética consiste em Creme de Alface Brilhante, óleo de côco da Perfumaria Eva, desodorante Odo-Ro-No, esmalte Cutex, Loção Camélia do Brasil (para evitar cabelos grisalhos), o rouge e o batom Naná, o pó Coty não compacto e as fragrâncias de Helena Rubinstein, da Coty ou da Mirurgya, há também o pequenino Perfume Quatro Rosas, a linha Caschemyre Bouquet, o perfume de frasco com meio litro de perfume Parisiana. O perfume Royal Briar é considerado de mau gosto e usado por pessoas vulgares. Então ela veste o califon, as três anáguas, a calçola de pernas rendadas, o vestido de Tafetá, calça as meias 3/4 Kendall e o sapato Luiz XV comprado na Sapataria Pio. Seu perfume preferido é Madeiras de Oriente, no frasco vintage de luxo em madeira sândalo ou então o perfume de marca Madame Rocha’s importado.
Os filhos do período pós- guerra são eufóricos, o mundo retorna a florescer. Meu irmão é uma figurinha de cabeça raspada à máquina estilo nazi, veste calças curtas de suspensórios e um quépi dá o toque final ao visual paramilitar. Eu sou uma figura esvoaçante vestida de Organdi branco literalmente ‘engomado’ e com anáguas de seda róseas detalhadamente uma sobrepondo-se à outra partindo do comprimento de cada uma, que dão a nuance do rosa suave, as meias de crochê compradas na loja O Gabriel e os sapatos Cara-de-Boneca, comprados na Sapataria Primavera. Recendemos a Lavanda York. Pasta de couro, cadernos Avante com o Hino Nacional escrito no verso, o meu livro é o Livro de Lili, de Anita Fonseca em 1958, e o do Babí é o livro Infância Brasileira de Ariosto Holanda. Eu estou no Jardim da Infância e Babí no 1º Ano Forte no começo dos anos 60.
Meus brinquedos eram bonecas rígidas, sem articulações nenhuma, da Trol, mas meu padrinho alagoano Júlio do Carmo chegou de viagem e me presenteou com uma boneca Pierina. Tinha o corpo de pano, cabelos de nylon, e toda sua “vistosidade” estava no luxuoso vestuário. Ela jazia na caixa, só a mim entregue na ocasião do semestral vermicida Panvermina, horrorosas cápsulas amarelas gelatinosas que, aos berros, eram trituradas na boca e exalavam nauseante sabor de mastruço e que iriam propiciar a expulsão dos áscaris lombricóides em formato natural. Purgante realizado eu fungava sentida e olhava a Pierina, (eu não tinha lhe batizado sequer, com outro nome), loura, de bochechas róseas, luxuosa, mas falsa, eu não gostava dela, detestava aquele cheiro de boneca guardada, associava-a ao purgante, ela não era realmente “minha”, era da caixa, agora ali, tendo-a tão perto, via seus olhos azuis, a boca fria, e com raiva, dava uma olhada na calçola dela: de seda, pernas de renda! Ainda bem que logo ela retornava à embalagem e voltava para o fundo da mala. Um dia dei uma topada porque quis e quebrei a cara de porcelana da Pierina.
Eu amava era o meu Neguzinho pequinês, (irmão da Faisquinha da minha mame), um cãozinho pretinho de raça zero, de olhos dulcíssimos que sorriam para mim, morri também quando ele amanheceu enforcado atrás do armário querendo abocanhar uma ratazana. Ao lembrar dele as lágrimas embaçam estas letras...
Também havia o uso profilático diário de Emulsão de Scott, terrível sabor de peixe, o laxante de Leite de Magnésia de Phillips que emborrachava nos beiços, e o Iofoscal – a melhor de todas as odiadas medicações, eu lia os rótulos de todas elas.
Lia fotonovelas dos anos sessenta: Capricho, Grande Hotel, Destino, Ilusão. Assistia rádio novela, (adaptações de clássicos da literatura): A Cabana do Pai Tomás; O Morro dos Ventos Uivantes; ou as peças radiofônicas: Vladimir – O Rei dos Ciganos; A Madona das Sete Luas; O Direito de Nascer ( que parava a cidade ao meio-dia quando ia ao ar); Jerônimo – O Herói do Sertão, cujo ator principal era Cauê Filho, muitas das adaptações para o rádio eram feitas por Ivani Ribeiro ou Giuseppe Guiaroni. O patrocínio era de Colgate-Palmolive ou de Gessy-Lever, e o elenco era o dos atores da Rádio Nacional do Rio de Janeiro. Esse elenco dramatizou a Vida, Paixão e Morte de Jesus Cristo sob a supervisão de Guiaroni e cuja radiofonização vai ao ar, ainda, em algumas emissoras AM (amplitude modulada), no período da Semana Santa, do meio-dia às três da tarde. Lia revistas: A Cigarra; Filmelândia; Cinelândia; O Cruzeiro; Manchete; Seleções do Reader's Digest; as revistas dedicadas às leitoras infanto-juvenis como Primavera em Flor e todas as coleções de Walt Disney, inclusive as historinhas pelo rádio no programa Histórias da Vovó alguma coisa que não lembro. Uma tarde, mame me levou e a ela mesma, para conhecer a Vovó do programa, lá na emissora, Rádio Uirapuru, cujo prédio é em formato de rádio e está ainda em frente à Praça Clóvis Beviláqua ou Praça da Bandeira, ignorado do público e abrigando algo do governo. Esperávamos nos deparar com Ali Babá e os Quarenta Ladrões, com Aladim e a Lâmpada Maravilhosa, com Alice no País das Maravilhas, com o Gato de Botas, mas o que vimos decepcionou: um lugar de trabalho, pessoas comuns, atarefadas, amassando folha de flandres para simular as tempestades, apertando banda de coco para simular o galope dos cavalos, que nem sequer nos deram atenção, a partir daí nos desinteressamos pelo programa. Mesmo porque, já conhecíamos todas as histórias.
No Brasil por volta de 62 a 64 em meio à efervescência política e da ditadura militar, surge o CPC da UNE, um movimento cultural e ideológico de inspiração Marxista, criado pelos estudantes, na Guanabara. Esse processo de tomada de consciência na história da cultura brasileira trazia a ideia de que os intelectuais deveriam organizar a cultura popular, para tanto, o intelectual teria de ser parte integrante do povo. Desses estudantes vieram Chico Buarque, Caetano Veloso, Gilberto Gil, Gal Costa, Zé Ramalho e outros. As suas músicas insinuavam a realidade e eram de protesto, do outro lado a ditadura colocava as músicas água-com-açúcar e sem comprometimento do movimento Jovem Guarda, para suplantar e alienar as mensagens das músicas de protesto. No exílio Caetano compôs para o amigo Roberto Carlos, então estudante de medicina, “Debaixo dos Caracóis dos Seus Cabelos”. Muito depois eu entenderia a realidade desse período, mas sentia falta dos programas de televisão O Céu é o Limite, com perguntas e respostas a um inscrito (que receberia um prêmio milionário), sobre determinado tema, sob a apresentação de Blota Jr., ou o Programa Flávio Cavalcante... Os artistas aderiam aos movimentos de “esquerda”, eram torturados, exilados, assassinados, muitos morreram no exílio sob as ordens do regime ditatorial que eclodiu. Depois vieram os luxuosos programas para exportação, (da rede Globo), Programa Black & White; Fantástico - O Show da Vida; Chico City, bem como, dentre outras, as novelas O Bem Amado; Gabriela Cravo e Canela; Saramandaia; Roque Santeiro. Não era mais na minha casa, mas eu e minha mãe assistíamos TV na casa da Mãe Júlia Condante, filha de escrava e senhor.
O Sítio do Pica-Pau Amarelo, nos anos 70 fazia com que se viesse “voando” do Colégio, permanecendo de farda com saia azul e blusa branca, com logomarca no bolso da blusa, munida de biscoitos Cream Cracker Fortaleza e guaraná Kacique da Monteiro Refrigerantes e viajava nas asas da melodia. Nesse tempo o movimento Hippie pregava “a paz e o amor”, adotava profusão de margaridas e a liberdade de comportamento. Havia aqui em Fortaleza nos anos 70, jovens que nas suas residências nas noites dos sábados realizavam as Tertúlias. Instalavam a “luz negra”, (cobriam a lâmpada com papel de cor azul e demais cores) e as garotas de meias da novela “Dancing Days”, com perfume Vertige, ou Vetiver, dançavam soltas com os rapazes de calças Pantalonas e perfume Lancaster ao som da voz de Tina Turner das nove até meia-noite...


I LOVE TO LOVE:

DANCE LITLE LADY DANCE:

A minha rua começa na catedral metropolitana ou Igreja da Sé e termina no cemitério São João Batista ou vice-versa. É a Rua Castro e Silva. Nós tínhamos um telefone fixo de número com quatro dígitos, os primeiros telefones da cidade. Meu pai tinha dois Jipes, um comprado a um militar, era verde oliva, por isso chamado “jipe de guerra”; um Ford “de bigode” e uma caminhonete toda torta. Era na caminhonete que meu pai trazia água da Pirocaia. Era no jipe de guerra que meu pai nos levava (eu; meu irmão Babí; minha mamãe; a loura-papagaio; a galinha branquinha; faísca e neguinho, os dois pequineses), para desfilar no corso quando era carnaval, e no Ford de bigode ele passeava com a gente aos domingos, na praia do peixe, hoje Meireles e nos bairros distantes. Naqueles tempos ainda moravam as últimas famílias no centro. Não é possível dizer com exatidão, mas, de um lado morava a “dona Norina”, e sua filha Olenca (que enquanto minha mãe e a dela conversavam na porta, Olenca me dava grandes beliscões e puxava um fio só do meu cabelo por vez) do outro a “dona Lídia” e a sua prole: o Bebé; e muitos outros, talvez uns oito, meninos e meninas. Do outro lado da calçada morava a “dona Izaíra” e o “seu Mílton”, muito católicos e donos de uma lojinha de miudezas, como botões, fitilhos, etc., sendo parte constante a “tia Emília” irmã de um dos dois, e os filhos: Socorrinha; Elias e Izairton. O restante da rua era já muito comercial. Havia o Restaurante Olinda, três casas depois da minha, de comida requintada e acebolada, cujo dono-pai era o “seu Leônidas” e seus dois filhos iniciantes na administração, um deles o “Delzinho”, funcionava dia e noite. Uma noite “seu Leônidas” derrubou com uma vara de levantar as portas do restaurante, o “Mata-Sete” que esmolava comida aos clientes. Tempos depois “Mata-Sete”, que era “um menino” perigoso marginal ladrão e assassino, foi morto a facadas, foi quando foi revelada a idade dele, aquele “menino” que aparentava uns 8 anos de idade tinha de fato quase 30. De frente para a minha casa ficava o restaurante do “Toinho”, que fornecia comida para os comerciários, funcionava até ás 6 da tarde. Havia “O Rei dos Pneus” cujo dono era o “Bebê”, moreno gordo e simpático ornamentado de muito ouro, que atraia ‘multidões’ dos poucos abastados proprietários de carros da cidade. Também na outra calçada estava a Western Telegrafhic Co., empresa telegráfica, empregava os estafetas (rapazinhos que entregavam os telegramas); a Marcosa, indústria e comércio de Caterpillar ou tratores. Lá as senhoritas que trabalhavam eram muito elegantes, acompanhavam a moda das “Elegantes da Bangu”, coluna que saia numa revista, não sei qual. Duas lembranças, do mesmo lugar ficaram na minha memória, a da casa do lado direito: é que tempos depois, a “dona Lídia” saiu da casa. Nela se instalou a “Agência Tejuçuoca” cujo proprietário era o Alfredo Coelho. Na frente da minha casa de número 305, naquele sobrado, hoje emparedado, ficava o “Ginásio Apolo” de Halterofilismo, o único da cidade. Frequentado pelos rapazes da alta sociedade, incluindo dentre os demais os denominados “rabos-de-burro”, um grupo de rapazes de cabelos longos, muito atléticos, belos e ociosos, onde o chefe da turma era o “filho de papai rico” Ivan Paiva, morador em Parangaba, os quais iam para a frente dos colégios das moças para pegá-las, com um laço de corda. Eles eram o terror de Fortaleza dos anos 60. Até uns anos atrás se sabia que ele estava ancião numa cadeira de rodas. Ele citava essa frase que ficou famosa, “não sou o dono do mundo, mas sou o filho do dono”.
De uma ponta à outra da minha rua, do lado da minha calçada, na esquina do lado da Sé ficava a Padaria Duas Nações (Portugal X Brasil) e na esquina do cemitério ficava o “bar Corre-Frouxo”. Aberto dia e noite, sem portas, quando começava uma briga de bêbados dentro do bar o dono empurrava os brigões para fora e cercava o estabelecimento redondo, porque na esquina, com as mesas. Nos sons da minha rua estavam as músicas tocadas na vitrola com luzes coloridas do bar “Corre-Frouxo”, como esse xote e baião: “Gente olha a Zefa como dança o xaxeado / eita nêga da moléstia prá dançar côco e xaxado”. As músicas e as mensagens da radiadora do atual bairro Arraial Moura Brasil, nesse tempo o “curral” (gueto) que começou com o cortiço dos sertanejos retirantes da seca de 1932 e se transformou em lugar do baixo meretrício. De lá o vento trazia nas tardes de cristal a voz de Núbia Lafayete: “Seria tão diferente se a gente que a gente gosta / gostasse um pouco da gente / seria tão diferente”. E as mensagens na voz pomposa (exposta vaidosamente) do locutor: “Alôr, alôr Brigite Bardot! Alguém lhe manda esta ‘musga’ com muito amor e carinho!”. Brigite foi uma loura mariposa que numa noite foi assassinada a tiros, na calçada da minha casa, por ciúmes, pelo seu amante policial civil. Quando era carnaval vinha nos sons e nos aromas da noite o cheiro e o tilintar dos copos de cerveja dos bares, das boates, dentre outras a Boate 80. Dos clubes como o clube Guarani. O cantor mais requisitado era Nozinho Silva. Sua voz enchia a noite de marchinhas. “Êêêêê! Índio quer apito / se não der pau vai comer!”.
Esse é um depoimento para a Web, para complementar tantas outras narrativas de boa vontade e de significativas expressões histórico-documentais. Hoje aquela casa que era grande porque eu era pequena daquela rua boêmia do centro da cidade que destrói edificações históricas e se envergonha de ter memórias, bem junto ao mar, não é mais a minha casa. Até trocaram os números. A verdadeira 305 é a loja do lado direito de quem chega. E eu anonimamente todas as tardinhas chego lá.


quarta-feira, 3 de julho de 2019

E.C.LINDOSO-DE DIVÓRCIO DA VIDA(290415/16)

Tenho Cara De Antigamente Quando Alma E Espírito Se Contrapõem
A PRISÃO  É SUBSTIUIDA PELA LIBERDADE
A 1ª Alma Negra Americana Saindo Da Escravidão p/A Liberdade

Do divórcio da alma e do corpo, acontece a morte.  Com a morte o corpo se desfaz e a alma ganha a liberdade.  O corpo existe pelos sentidos que ora estimula a alma, ora é por ela estimulado.  Cumpridas suas obrigações, cada qual pro seu lado.  Imagine-se o Físico inglês cadeirante Stephen Howking, de inteligência super dotada, até agora aos setenta e três anos de idade, cujos sentidos são viventes, captam a vida mas não podem ser interpretados naturalmente pelo corpo.  Os gestuais do rosto não grifam o que os sentidos sentem.

Ide Adiante

A alma desse cientista, de altíssima abstratividade, absorve e interpreta mais que ninguém tudo que diz respeito ao Criador e à criatura, sem melar a razão com aspectos religiosos tão caros aos homens comuns.  A sua alma gere com sua falta de liberdade o acordo feito nas vésperas da sua união com o corpo, no exato momento  da absorção do óvulo pelo sêmen.  O mundo que aprenda essas lições, no hoje e no após, quando outra alma de valor similar à esta, se dedicar à estudá-la.  O Stephen capta tudo ao seu redor, mas não tem voz  nem transmite tensão ou cor às suas verdades. 




Se Quiser Pareceria Fique Á Vontade 

Ele viu e sentiu, passo a passo, a ruína do seu corpo que nasceu normal, tem filho natural, pois imaginem o tamanho e o valor dessa alma diante de Deus, para cumprir tal missão.  Usa óculos, portanto tem deficiência visual, talvez nem possa coçar o nariz;  e como conduz as necessidades do comer e descomer?  Como transacionar sentimentos de simpatias, agradecimentos e antipatias tão próprias nos humanos!  como suportar os manuseios que a intimidade humana se reserva só pra si?Calculem a grandeza magna dessa alma, quando de sua seleção.

Quer Sonhar!  Tenha A Bondade

Rompido o laço a que chamamos vida;  a alma cadenada agora, liberta e proprietária única dos seus atavios, pronta para alçar voo e voltar à sua origem;  considerem as querências deixadas para trás quando aceitou tal investidura, agora no retorno para receber o galardão pelo sucesso obtido.  Que lugar privilegiado terá o Stephen diante do Criador Supremo?  Ou que nova missão lhe será dada?  Gentes, não chorem por um cabelo rebelde que lhes cai mal e é motivo para não ir à festa.  Porque uma espinha lhes nasceu na ponta do nariz, mas que amanhã não mais estará ai.

terça-feira, 2 de julho de 2019

E.C.L.-DE GERRA A DINASTIAS-(020717)

Tenho Cara De Antigamente Quando Um Capeta Era Pai De Todos Os Políticos
HOJE, TEREMOS POLÍTICOAS PROFISSIONAIS HABILITADOS POR TÍRULOS DE 3º GRAU
A Cultura Comonda A Nação

As dinastias desencobertas pelos sobrenomes idênticos no meio político de todos os Estados do Brasil são intoleráveis.  Parecem retretas das jovens noites dos domingos.  Essa doença faz parte das Reformas Políticas que se quer.  Uma representação feita por elementos novos em idades e em aparição, cheios de expectativas de mudanças, ungidos por saber acadêmico endereçados para esse ofício, é o abracadabra do sucesso.  É como se a nação empolgada com o pirlimpimpim voasse junta para a redenção.

A duração dessa crisálida será de vinte anos a partir da abertura de um Curso Universitário de Ciências Políticas adaptado paras as funções eletivas, e Jurídicas através de concurso,  Após a disponibilidade dos formandos da primeira turma, a primeira eleição, com a apresentação dos mesmos ao cargo, peloTSE.  Serão preenchidas 25% das vagas,  a cada quatro anos de exercício, quando dai por diante jamais se ouvirá falar de dinastias.  Teremos resolvido duas Reformas imprescindíveis para o novo status de saneamento político no Brasil.

Essas duas metas juntas com as Reformas carcerária e a criação de um Ministério De Segurança Pública garantindo o funcionamento dessas duas instituições nos dará o clima de Paz que precisamos para ver essa locomotiva zarpar em busca do futuro.  O respeito que exsudará da classe de servidores públicos, nas três esferas, todos em todas as categorias trabalhando onze meses ao ano com um mês de  férias, satisfeitos com as oito horas de labor, mais oito de lazer e mais oito de descanso e podendo andar sem sobrossos à qualquer hora do dia ou da noite, onde só haja homens do bem.

Sonho projetado, sonho trabalhado, sonho conseguido.  Nação respeitada no espaço mundial e em vez   de um páteo de armas bélicas, amplos estágios de feiras para vender de tudo imaginável e comprar na réplica, num clima saudável de negócios para colorir os três sagrados momentos, de trabalho, lazer e descanso.  Um mês ao ano para bater pernas em países vizinhos ou não, mas parceiros de vidas mansas e boas.  Esse é o objeto máximo dos homens de bem: Segurança, saúde, saber e poder.  Liberdade e responsabilidade.

E.C.LINDOSO-DE BEM E DO MAL-(210414/16-120717)

Na busca da verdade homens de gênio filosofavam e criou-se a crença masdeísta em que a virtude da vida pousava entre o bem e o mal, um duo de extremos.  Maniqueu deu seu nome à essa doutrina, chamada de maniqueísmo como base e explicação para todos os fenômenos da existência humana.  Dai surgiu em vez de uma verdade absoluta, duas possibilidades, sempre, para definir uma confusa dúvida interrogativa.  Divida-se e se forme verdades antagônicas entrementes tanto da guerra como  da paz.  Cada um na sua, às vezes e noutras, persistentes digladios.

Bolsonaro afirma que homossexualismo decorre de educação deficiente em família.  Jean informa que o homossexual é filho de heterossexuais.  E então, quem está certo?  Pode a geração de um corpo masculino encerrar uma mente feminina?  Está ai o exemplo de duas versões diferentes para um assunto único.  Guerra ou paz?  Extremos e contraditórios os resultados para este problema confirmando o maniqueísmo e  indicando o respeito aos dois resultados, dando como consequência a paz.  O difícil mesmo, é a conciliação dos contendores.

Parece que o homem é gerado para a índole do bem, mas o duo exige que de cada lado esteja a verdade, por tanto que à ele venha o outro, genuflexo se render.  Assim sendo a entidade humana está fadada a viver em separad Parece que o homem é gerado para a índole do bem, mas o duo exige que de cada lado esteja a o e os estremecimentos aparecerão sempre que um dos lados se sentir mais vitaminado e então será a briga dos sexos, isto é, macho e fêmeo, ou o ativo contra o passivo, ou ainda, ganha o que bate mais forte.  Parece que está escrito nas estrelas:  O mundo é dual, sem dúvidas e atrito entre dois diferentes, ó o normal, embora doloroso.  

Num lado a religiosidade, no outro a filosofia.  No primeiro há a submissão e no segundo o livre-pensamento.  São, está visto, contraditórios.  Não há como unir extremos.  Os fados dese mundo são contra-postos e infelizmente apontam para uma insubordinação constante entre os oponentes.  E que não se espere benevolência de quem tem o poder de mando.  O que sofre, geme e o que manda, canta, apesar de no fim se dizerem irmãos.  Irmãos brigam, sim senhor.  Quem bate, esquece, mas quem apanha sempre lembra.  Quem poupa um lobo imola uma ovelha.

segunda-feira, 1 de julho de 2019

E.C.LINDOSO-A VIDA COM SEUS PRÊMIOS E SEUS CASTIGOS-(210414/16/120717)

Tenho Cara e Antigamente Quando Os Exremos Se Equilibravam
SE AO MAL CORRESPONDE O BEM, À MORTE, A VIDA
à Frente, James, Genro E Fundo Edélvio(eu)

A fé é razão, a superstição é impulso.  A ambição é necessidade, a ganância é seu aleijão.

A religião é coisa fisiológica, é necessária como respirar, se torna, no entanto, perigosa quando se institui, o irmão congregado mais esperto se intitula líder e penduricalhos acessórios sob o nome de cultura preenche todos os contornos da razão e a figura Divina sucumbe sob outra coisa chamada de superstição.

A Paz, o Consolo e o Conforto buscados mais pelo temor do desconhecido e inexplicável, já que não se pode ter amor pelo  que não é captado pelos sentidos e que não tenha figuração, ficam frustrados por não ter retorno.  Deus é Espírito com densidade quintuplicada da que têm seus filhos Espirituais, daí que se diz que os filhos são a imagem do Pai.  O Espírito de Deus se manifesta na figura que lhe convier, na Natureza em sua inteireza em estado manso ou furioso, obedece à Lei suprema que Ele mesmo criou, de que à cada ação corresponde uma reação e que Ele permitiu que um seu filho humano a percebesse e a institucionalizasse.  Chamava-se esse homem, Maniqueu, nascido há milênios na Pérsia, atual Irã.  Sua religião chamava-se masdeismo e apreendeu  o dualismo de toda a Criação Divina, como o Bem e o Mal, daí Maniqueismo, como o ponto e o contraponto, o começo e o fim, etc...

A Maldade humana nas suas duas densidades, a malignidade e a maledicência só podem ser abafadas totalmente, o preferido, ou parcialmente pelo gesto de vontade racional, se antepondo ao desejo, puro instinto.  Está ai o previsto por Maniqueu.  A maledicência mancha mas não mata, mas a maliginidade é peçonhenta e venenosa e empurra o antagonista para o desespero do inferno, desestabilizando-o até o suicídio, tamanhas as aflições nele despertadas.  Ambos sofrem, o molestado e o implicante, e Deus é o Juiz dessas coisas.

Esse triste quadro que pode ser visto mais comumente do que se imagina, é mais doloroso quando se realiza dentro de uma família, num ninho onde todos se acompanham idades à fora, mas a fraternidade é insultada por um ator principal, às vezes com coadjutores, contra um só infeliz dentro de uma berlinda.  Isso é de uma hediondez inimaginável até mesmo quando o debilitado anti-herói assiste o grupo meliante se enfatiotar, se perfumar, colocar a Palavra debaixo do sovaco e seguir para a praça do desfile para exibir a virtude disfarçada em gatimanhas aos olhos dos irmãos uns bons e outros nem tanto, escarnecendo dos atributos de Deus.  Essas ações têm suas reações;  quando, como e onde, são Mistérios de Deus e é terminantemente proibido inquirí-Lo.

Os Prêmios da Vida são a Paz recôndita, infinitamente consoladora com sensação de Brisa Branda;  os Castigos, no entanto, mesmo não sendo mortais, porque são igualmente Divinos, são carregados de dores  morais, cruciantes,  com a consciência antes adormecida, agora em impertinente vigília, dando-lhe aflitivas sensações de continuidade perpétua;  se alma emagrecesse, essa seria representada por apenas uma trisca quase invisível de cor.  

Oração Angustiosa:  Pai do Céu, eis-me aqui novamente te importunando.  Perdoa-me  todos os pecados, te peço;  cuida de mim, habita em mim, faz de mim um homem de bem.  Se vires em mim algum pensamento de valor, como pretendo, impactando duzentos milhões de brasileiros, que eu recebo intuindo-os de Ti, assim penso eu, permite Senhor que eu encontre um Aarão para propalar-los, como faria Moisés, por ser gago.  Me move a vontade de ver oda a geografia brasileira habitada pelos "do bem" e que os "do mal" sejam pinçados dia-a-dia, postos nos CCA, e lá com seu contra-ponto, depois de pagar sua dívida, então retornem agora já modificados de comportamento, sem esquecer seu Grilo-Falante virtualmente trepado em suas mentes enquanto durar o processo metamórfico e sua crisálida seja rompida libertando uma linda borboleta de asas amarelas e grandes sinais negros quais dois olhos de atalaia contra mal.