quinta-feira, 19 de junho de 2014

DEVANEIOS - DE EUA, O REI

1983-São paulo-SP-(eu)edélvio-aos 48 a.
Tenho Cara De Antigamente, sou Do Tempo Em Que Roupa Íntima Era De Mandapulão
QUEM MUITO SE ABAIXA, O FUNDO APARECE

Certos comportamentos favorecem a consolidação do pendor imperialisata americano.  Ontem, 170614, o governo iraqueano pediu, sem nenhum amor próprio, que os "states" bombardeassem os ISIS,   que o estão esmagando.  A Ucrânia implora sua força, para conter os russos, antes seus aliados .  Letônia, Estônia, Lituânia, Polônia estão atulhados de armas bélicas e cintigentes militares americanos, à pedido.  Na Síria, em plena guerra civil, êles se habilitam a receber armas químicas, para dar-lhes fim(?), num gesto altaneiro incompreensível pelo mundo.  Recém-saiu-se do Paquistão depois de o ter invadido para assassinar Bin Laden, de quem se desfez do corpo, na mar Arábico(?).  Já se meteu nos Balcãs, ingerindo em todas as novas repúblicas que se independeram da antiga Iugoslávia.  Não destrepa do Japão desde que o afundou com duas bombas atômicas, até hoje as únicas usadas no mundo, e já lá se vão sessenta e nove anos.  Passeia em parceria com a Coréia do Sul, imitando os silvestres, de peito empinado, pelo mar em frente  à Coréia do Norte, para assustá-la.  Já fez incursões nesse mesmo modelo, de braços dados com os nipons, na frente de umas ilhas em litígio com a China.  Aparece como representante maior da UE apesar de morar à milhas de distância, atravessando oceanos.  Manda nas Filipinas e têm representantes na maioria dos paises do Caribe, o seu Lago.  Apoderou-se, vitaliciamente de um pedaço de Cuba, onde tem uma prisão em Guatânamo, para fugir de suas próprias leis, na sua democracia fechada em seus limites geográficos.  Domina a Colômbia, é entremetido no Chile e namora com a Uruguai.  Quase montou-se no Brasil em 1964, nada acontecendo porque enganando o governador mineiro Magalhães Pinto, quando na verdade queria como mula um general, o Olímpio Mourão Filho atropelou a revolução(?) saindo de MG por conta própria, e o embaixador Lincoln Gordon teve que se confrontar com o Castelo Branco, já empossado como novo Presidente.  Foram na verdade 21 anos de ditadura, mas pelo menos nela os gringos não montaram "no jeito".

Bom, quero mostrar que, como pernas de um polvo esse leviatã até hoje opera em todo o planeta, e com sucesso, graças à falta de brio de todos os súcubos abordados. Não esquecer que no mundo árabe coberto de petróleo, a maioria esmagadora se permite cometer prevaricação passiva com esse garanhão.  É inacreditável, mas é essa a verdade.  Por quê?  Parece que há um ciclo natural a ser cumprido, para após o seu esgotamento, ser sbstituido por um outro poderoso despontante.  Parece fazer parte do DNA humano, esse comportamento mesquinho e humilhante, sem o qual o ator passivo se achará inútil.  Morro em vergonha, sem entender e sem aceitar tal coisa, e que morte inglória!

quarta-feira, 18 de junho de 2014

DEVANEIOS - DE PALESTINOS E JUDEUS (54)

ANJO PALESTINO AFAGA A MORTE DO VÔ QUERIDO
Tenho Cara De Antigamente, Sou Do Tempo Em Que A Dor Alhêia Comovia
O DIA DO MUITO É A VÉSPERA DO NADA

Estou hoje, 170614, rememorando um texto de 281211, portanto há três anos e quatro meses, e todo o relatado continua do mesmo tamanho, exceto as dores e aflições dos Palestinos invisíveis.

segunda-feira, 10 de março de 2014

DEVANEIOS -ZAVERUCHA, O CEGO - 25-280211 - 061213

sexta-feira, 6 de dezembro de 2013



DEVANEIOS - DE ZAVERUCHA, O CEGO

JANEIRO 28, 2011 · 4:17 PM


Um livro que desmistifica o trágico conflito no Oriente Médio e revela a existência de uma guerra de propaganda contra Israel
No mundo todo a mídia, mais preocupada em chocar do que em informar, associa a Israel uma   imagem de um Estado militatista que promove
 massacres de palestinos e se opõe a qualquertentativa de paz na região. A aliança entre fundamentalistas islâmicospseudopacifistas e esquerdistas de vários matizes, unidos no ódio ao Estado de Israel, joga cortinas de fumaça sobre aspectos fundamentais da tragédia e propagandeia um suposto “genocídio” cometido pelos israelenses.
Descrever Gaza como "campo de "campo  concentração  a céu aberto" virou clichê,a céu aberto” virou clichê, mas é uma
 imagem totalmente distorcida. A realidade é muito mais complexa, e não se limita a uma mera disputa territorial entre palestinos e israelenses, e sim a um conflito ideológico, agravado pela ação de um grupo terrorista islâmico, o Hamas — satélite do Irã em Gaza —, que propaga explicitamente  a luta pelo extermínio do Estado judáico,  a única democracia do Oriente Médio.  Israel já cedeu  mais territórios aos palestinos dos que ainda restam para serem devolvidos, mesmo assim o conflito só se agravou.  A Faixa de Gaza foi devolvida aos palestinos inteiramente, os asentamentos foram retirados mas ainda assim ela serve como platafporma de lançamento  de foguetes palestinos contra as cidades israelenses próximas.
A guerra de propaganda anti-Israel impede umavisão equilibrada, fundamental para a Paz na região. Um dos exemplos mais gritantes dessa campanha para delegitimizar o Estado judáico foi o episódio de seis embarcações que em maio de 2010 tentaram furar o cerco à Faixa de Gaza e foram impedido pelos israelenses num confronto que deixou v;arios mortos e feridos.  Este livro prova que, longe de levar ajuda humanitária à Gaza, com seus organizadores mulçumanos alegaram, a chamada "Flotilha da Paz" nada mais foi que uma inteligente opera;ção midiática com o objetivo de isolar Israel da comunidade internacional, fragilizá-lo politicamente e obter concessões políticas, ou seja, uma verdadeira armadilha. 
OOo cientista político Jorge Zaverucha tra
ça de modo conciso e informativo um resumo da história dos enfrentamentos entre árabes e israelenses dsde as primeiras migrações judáicas no Sec. 19 para a Palestina otomana até as sucessivas guerras que sacudiram o Estado de Israel pouco após a sua fundação, em 1948, oferecendo-nos a oportunidade valiosa de expressar o trágico conflito do Oriente Médio a partir de uma perspectiva que foge dos clichês e lugares-comuns, descortinando cenários fundamentais para a compreensão das dificuldades em se atingir a Paz na Terra Santa. Armadilha em Gaza tem ainda o mérito de revelar dados surpreendentes, como o relatório da ONU com o índice sócio-econômico dos territórios Palestinos, superior, por exemplo, ao da média do mundo árabe.  Algo, portanto, totalmente oposto ao torpe mito do "campo-de-concentração à céu
   aberto".


( edélvio coelho lindoso - 280111)
"A aliança entre fundamentalistas  islâmicos, pseudo-pacifistas  e esquerdistas", olha o ranço direitista, que mata, o oposto dos fundaentalistas israelenses, reais pacifistas e direitistas .  Não é o genocídio  a enorme caridade sionista de fazer emigrar 1.400 almas palestinas entre todos os  humanos  que se mexiam no espaço de Gaza, em 2008, durante quatro dias, dando-lhes como acompanhantes 16 almas judias.  Não é massacre, é misericórdia.  Israel não é um Estado militarista, não, é terrorista, mesmo.  Não houve confronto entre Estados, houve um assalto ao território de um povo  sem Estado, pelo  exército de um Estado terrorista, sobre civis.  
Este epíteto de "Única Democracia no OM"é que se tornou um chavão;  onde está o virtus disso, o condão para desrespeitar leis internacionais e vidas, como se fossem coisas;  uma niguenzada comum!  Israel é um Estado que aglomera  assassinos no exército, é fundamentalista com seus rabinos,  expancionista com seu nazismo, e petulante com seu narcisismo.
Israel e esse bendito professor Zaverucha insultam o discernimento das pessoas que lêem suas versões.  O território da Palestina era dos Palestinos natos e adotados nestes últimos dois mil anos.  Os judeus fujões desde o tempo de José do Egito, a qualquer adversidade arrepiavam  caminho, a que deram o nome de Diáspora, enchendo o mundo e centenas de paises, e sempre mal-queridos por seu comportamento exclusivista e mesquinho;  Voltam na vigésima quinta hora, mais uma vez fugidos, com a cavilação  da promissão de Javé.  Se Javé lá estivesse  na terra d e Canaã quando começaram a chegar, dar-lhes-ia umas bananas amarelo-manga, pela sordidez de virem buscar  uma prenda ofertada há mais de   dois milênios.
O Estado judeu foi uma jogada anglo-americana muito bem urdida, antes de 1948, cheia de infâmias, "lobbies" , negociatas e sujeição da recém-parida ONU, que é americana , nascida nos EUA e lá criada e feudalizada.
Então, o cerco à Faixa de Gaza  por terra, mar e ar, é legítimo?  Sions são os piratas modernos?    Esse Jorge, que escreveu essas ambiguidades, em vez de Zaverucha poderia ter sido Byron, um poeta para adocicar  o mundo, em vez de torcer verdades e mentir mentiras.
Pintar Gaza como um  Éden, que pode receber xampu mas não condicionador,  porque é artigo de luxo...  paro por aqui!


Caius Scipii - 030311

Ninguém, em sã consciência é favorável a chacina sobre os territórios que foram ocupados, melhor relembrar que são saldos de guerra por antecipação de ataque, como também Aníbal antecipou-se  aos romanos, transpondo os Alpes.  Ninguém concentra forças nas fronteiras, de graça.  Pesquise  a dimensão das forças militares da Liga Árabe que cercou Israel em 1967.  Os alvos israelenses da guerra dos seis dias foram exclusivamente militares, enquanto sírios e egípcios atacavam fgazendas e kibuts fazendo baixas civis e nas capitais árabes festejavam nas ruas a destruição de Israel, noticiada pelas rádios oficiais.  Israel poderia ter bombardeado a represa de Assuã e o Cairo deixaria de existir.  Não o fez.  As vitorias dos combates não são motivos de ragojizo.  Constituem uma exclamação para com o respeito histórico à existência do povo judeu e à terra de Israel.  O Sinai já foi devolvido
Israel não se pode dar ao luxo de ser atacado, pois  seria destruido.  A partir do massacre dos atletas israelenses em Munique, ficou declarado por Golda Meir que ficará muito caro matar judeus.
Sobre sua afirmação abaixo:  "O terrritório da Palestina era dos palestinos natos e adotados nestes últimos dois mil anos.  Os judeus fujões, desde o tempo de José do Egito, a qualquer adversidade arrepiavam caminhos, ao que deram o nome de "Diáspora", é discordante da história, demonstrando o tamanho de sua ignorância.  Quem é você para fazer tal afirmação?  A bíblia, como muitos, distocem, não representa a história oficial.  A propósito, o judaismo é mais antigo que o cristianismo que é mais antigo que o islamismo.  Mas tenho minhas perguntas, como apenas leitor da história.

Adicionar legenda
Onde estavam os palestinos quando os judeus resistiam às legiões romanas em  Massada e finalmente foram vencidas e expulsas da sua terra?  Qem ocupou a ausência do povo judeu quando as  legiões retornaram para o seu território, quando o Império romano entrou em declínio?  Quem mais sofreu a tantos cativeiros, de cabeça erguida (assr'rio, persa, egípcio, romano, nazista)?  Que povo sobre a terrra não alimentaria o sonho de retorno?
O povo judeu não alimenta ódios e não á tão fujão quanto pode pensar.  Ressalte-se o juramento do soldado israelense no alto do Monte:  Massada, não cairás outra vez.

edélvio coelho lindoso (120311)

Se houve acordo de Paz para fim das refregas, é ilegal segundo leis internacionais que regem o Tribunal de Genebra a retenção de territórios inimigos ocupados, não conquistados.  A concentração de forças das Ligas Árabes contra o Estado de Israel é um sofisma e glorificou o valor do seu exército, com a fama de terceiro poder militar do planeta.  Dois anões ou seis anões contra um gigante, não é nada.  Lembre-se que a aviação egípcia, nova e nunca usada, por crédito com a Rússia, foi dissolvida em solo, como o pequeno hebreu Davi aniquilou o desengonçado Golias; o exército de Sion sozinho aniquilou as desentrosadas  forças mixtas átrabes, unidas por língua e religião, mas sem fidelidade mútuas.  Veja a mesma Liga agora com Egito, aquele mesmo, desmoralizado em plena guerra, após vendido por trinta moedas ao grande provedor do exécito vencedor, e passando a ser guardião da sua retaguarda, que ironia, até perder a simpatia do mesmo provedor, atualmente.  A Jordânia, membro da Liga, amicíssima dos albions em algum tempo,  agora aliada de Sion, em paz, por troca de terras na Jerusalém oriental.  O povo Palestino continua sendo uma nação sem Estado, este sim, sendo massacrado, na extensão real do termo, em ato, ao contrário da lenda "goebelista" de que potencialmente o Irã irá afogar Israel no Mediterrâneo.   Veja o extermínio literal de 1.400   de civis em Gaza, em 2008, contra 16 militares judeus.  Outro ato genocida, na mesma fotma, só civis, mesmo número, em Sabra e Chatila, duas sessões assassinas, numa escalada israelense ao Pais vizinho não em guerra, sacrificando velhos, mulheres e crianças, sendo madatários da segurança daqueles fugitivos, arguindo que tiveram a notícia de que um entre aquele grupo era o assassino de um diplomata israelo, no exterior.  Tratamento de coisas, Douto Consul.  Reitero todo o dito no meu ensáio de 28 de janeiro (11).  Judeus como Nação são respeitáveis, apesar do Irgum, do Haganah e do Stern, que antes do Estado, agiam como o que hoje seria terrorismo.   O bombardeio do Hotel Rei Davi, que matou ingleses como represália, estrangeiros e também patrícios seus foi obra terrorista de Ben Gurion, depois o primeiro Primeiro Ministro do novo Estado, talvez o contra-ponto árabe na Olimpíada de Berlim, confira um zero X zero neste jogo
Meu caro Romano, que bom quando o mundo louvava a inteligência e o empreendorismo do criativo povo hebreu, ainda sem Estado, como na França brilharam três Rothschild, banqueiros, Dreyfus, militar reabilitado de injúria, Citroen, industrial automotivo, Aimée, Lévi Strauss, na música clássica, Chagall, na pintura,  Polansky, Rosenthal, Zola, na literatura, laicos , sem pretensões colonialistas, cada um na sua área, que beleza.
Num parágrafo você afirma ter visto o tamanho da minha ignorância por conta da exposição andarilha do seu povo, como eufemismo de "Diáspora", e pergunta:  "Quem é você para fazer tal afirmação?", pois bem, vou responder-lhe;  engraçado, um tal sr. Mendelson chamou-me de analfabeto.  São dois epítetos dados por pessoas incomodadas nos brios, e ambas com afirmativas pelo menos  discutíveis.  Grosseria à parte e apesar de não saber quem você é, presumo, pela redação, que seja douto, embora com argumentos de pouca raiz. Eu sou, soube-o por você, um ignorante, isto é, um asno.  Asseguro-lhe que não é verdade.  Sou jornalista com diploma universitário, pela segunda turma formada, no Brasil, quando a profissão baseada num currículo acadêmico, sequer era reconhecida pelo MEC.  Basta.
Muito bendito, O Talmud ampara a Torá, lei rabínica instituindo valores morais, costumes e tradições. Lembro-o que nessas fugas involuntárias, um grupo seleto de hebreus ia para o exílio, como espórtulas a serem pagas ao vencedor e que também, a exemplo da Pérsia com Esther, a santa do Purim, esses escravos eram tratados com liberalidade.  Exerciam suas profissões e religião, constituiam famílias, adotavam a lingua do algoz, exceto no reinado do frouxo rei Dario, dementado e dirigido por um Conselheiro.
Desse grupo hebreu, safo por Mordechai, tio da primeira dama do harém e primeiro Ministro no momento, um grupelho só, retornou a Jerusalém para recompor os muros, levados por Esdras, ex-copeiro do Rei e lider espiritual de seus seguidores, minotitários.  
Na Babilônia, submetida à Pérsia, pouquíssimos feizeram omesmo.  Caro Caius (isso me parece pseudônimo), aponta-se para um desapego da tal Pátria.  É como faz uma população judia maior que a de Israel, nos EUA, que dá sua ajuda valiosíssima em provenção, mas jamias irá emigrar para este Estado.
Os Palestinos estavam onde sempre estiveram depois do sepultamento do Patriarca Abrahão, feito por Ismael e Isac, meio-irmãos.  O primeiro, destituido do direito  de primogenitura, o agareno arabizado, ascendentes dos Palestinos massacrados pelos primos brancos.  Tal aconteceria depoia à Esau.  Que bonito, que Paz, na Palestina.  Estavam no espaço que  separa o Mediterrâneo até a Cisjordânia e muitos presentes em Hebron, local em que dormita o Pai dessa Nação.  Terra do primeiro espoliado agora respondendo como Edom.  Que triste, que contencioso,
 sublimado.  Este é o ancestral mais próximo do povo oprimido hoje, os palestinos.
Se Jeová estivesse presente no modo daquelas aparições teofânicas tão comuns, relatadas no Pentatêitico, dois mil anos depois da Promessa Abrahâmica, nesta terra, dar-lhes-ia umas bananas maduras , pela insolência  dessa cobrança temporã.
Scipii, deixe Massada, Aníbal, Macabeus, Josué, Caleb na tumba deles e pense que se Israel vive de ataláia permanentemente nos seus "fronts", é porque bom-vizinho não é.
Sorte da Argentina, Congo e Chipre por anglo-americanos terem desvirtuado o sonho de Herzl, laico e romântico,  se plantando azaradamente como praga do Egito, em plagas Palestinas.


Deixe uma resposta

edélvio coelho lindoso (120314)

Três anos, exatamente, são passados, desde as arengas acima.  Palestinos, mesmo humilhados por resolver aceitar os 20% das terras que lhes caberiam na partilha original, continuam do mesmo jeito;  sem Estado e espoliado dia-a-dia pelo colonialismo judeu em Jerusalém, sem ter no mundo quem os valha.  Quando duzentos paises na ONU resolvem apoiar-lhes, o grande protetor dos sionistas, os EUA, sozinho usa seu VETO criminoso para acobertar-los.  Só resta à esse povo de mau fado esperar que num falsete, israelos presumidos resolvam agredir o Irã e lá sejam imolados.  Nesse engolfamento de sangue, esses edomitas tenham eus imóveis devolvidos, seus ascendentes retornados e a Paz restituidos.  Provalvemente americanos darão  uma terra à sua beira-mar para abrigar este estado de Israel, falido e novamente fujão, com seus remanescentes.

Nenhum comentário:

Postar um comentário




terça-feira, 17 de junho de 2014

DEVANEIOS - DE PALESTINO E JUDEUS, POR QUÊ? (170614)

1997-São Paulo-SP-(eu)edélvio, aos 52 a

Tenho Cara  De Antigamente, Sou Do Tempo Em Que São João Cheirava A Pólvora
NÃO TOME TODY QUE VOCÊ SE FODE, TOME NASCAU QUE LEVANTA O PAU

Os Palestinos viviam, felizes desde as bordas do Mediterrâneo em Gaza, ultrapassando o Jordão e seguindo até Salém, a terra Santa;  pobres mas sem fome, pobres mas felizes.  Ao fim da primeira guerra, ingleses com mandato da  Liga das Nações ficaram como senhorio daquela porção de terra e na terra, quem nela morava.  Enganaram aqueles hebreus arabizados que lutaram a guerra deles, e dissimuladamente criaram uma engenharia traiçoeira que entregaria os seus bens aos seus primos judeus para favorecer uma ganância geo-política dos americanos, netos de Albions.  Sionistas fugidos de Hitler, povo sem pátria, veio para ali se encrustar.  Absurdo dos absurdos porque hoje, uma população  de judeus vive como cidadãos americanos nos EUA, maior do que os que habitam o maldito estado de israel fundado em 1948, há 66 anos, e já se apossaram de territórios extra-estado, onde seriam instalados os Palestinos, sobrando agora pouco mais de 10% de terras para estes.  A população civil ativa e pulsante foi parte expulsa para países árabes das circunstâncias e massacrados em surtos até hoje.  Assassinato coletivo em Sabra e Chatila em guetos no Líbano foram mais de 2 mil em dois dias.

Essa praga do Egito subsiste até o momento em que aqui digito, desde a fundação desse estado sionazi, criado um ano depois do nascimento da ONU.  Nenhuma Lei dessa organização ou internacional consegue empacar a sanha terrorista  desses judeus que ali replicam tudo o que aprenderam dos alemães seus algozes, sem dó nem piedade.

É a agressão de um estado bélico com todo o aparato de terceiro exército mais forte do planeta, com marinha e aeronáutica e foguetes balísticos de longa distância, sem falar dos drones, aviões não tripulados para evitar baixas em seus santos homens.  Agora, o povo sem pátria é o palestino, que briga com bodoques, atirando pedras, foguetes artesanais abilolados e sem pontaria, e disposição de morrer como homens-bombas por amor da pátria.  A menos de uma semana desapareceram três seminaristas judeus de 16 e 19 anos e está esse magnífico exército de mão pesada, como disse seu ministro  da defesa, vasculhando casa por casa, já tendo prendido 150 homens civis palestinos, como se isso fosse uma atividade legal.  Esse pobre povo usurpado em suas casas não são atendidos com recursos pela ONU, nem por Genebra nem pelos EUA pai protetor desses desnaturados.

Realmente a solução à vista é numa guerra, quando esses desgraçados forem de encontro ao Irã e num golpe errado forem empalados pra valer, e os remanescentes palestinos rebelados pegarem os retornados em fuga e capá-los nas suas machezas.  Resultado do jogo, desgraça contra desgraça, será uma vitória de Pirro para esses entulhos vivos que são os hebreus-arabizados donos do que já não podem possuir.  Mundo-cão em que vivemos, para assistir enojados a falência de simpáticos vizinhos distantes, com mulheres e filhos, e velhos sujeitos ao desrespeito de uma raça infame e sem Deus.

segunda-feira, 16 de junho de 2014

DEVANEIOS - DE CAPUNGA, DE PINGALHO E DE PENTALUGARES

De Pingalho e Pão Sovado

Vizinho ao terreno da Igreja da Capunga e com a frente na mesma direção para o CAB, havia uma vendinha que tinha um cheiro ácido e acre de aguardente, pelo hábito de sua clientela, pés-inchados, derramarem ao chão a parte do santo, no costume.  Se chegava, como acontecia nas viagens que meu Pai fazia e nunca voltava só, irmãos que sempre estavam vindo à grande cidade pela primeira vez (o Casarão sempre parecia uma pensão), ora para tratamento de saude, ora para estudar e por qualquer necessidade,  esse novo inquilino era sapateiro meia-sola, de profissão;  então, alugava um espaço no Pingalho e aliviava sua precisão.  Ali, além da aguardente tinha um pão sovado macio, cheiroso e a parte de cima de um vermelho escuro molhado que apetitava quem para ele olhasse.  Que gostosura.

Na casa nos fundos da Igreja, moravam a zeladora, um neto rapaz, seu pai ,Iinvestgador de Polícia, que numa despedida ao filho que dormia, viu a arma no coldre axilar disparar e atingi-lo. Foi um pandemônio, mas com bom final.  Havia ainda uma filha da zeladora, a Angélica que conheceu o Pedro Jofile, um sargento do Exército, gaucho, e pintou um casamento. E assim foi e assim ficou.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Edélvio Coe;ho :indoso

DEVANEIOS

sábado, 28 de setembro de 2013

 DE PENTALUGARES

DE BEBETO - 1947 - meus doze anos.  Colega de CAB, com irmão mais velho chamado Rogemir e um cascabulho, todos viciados em futebol, até enjoar.  Bebeto era magro, um pouco mais alto que eu, canhoto e com um chute poderisíssimo, mas era um frouxo.  De noite saiamos da Igreja da Capunga e entravamos pela parte baixa do CAB onde havia a alameda de Ficus da qual já falamos algumas vezes.  Eu, mais baixo e socado no grosso, de propósito, que maldade, queria levá-lo por aquele caminho sombreado e ele resistia.  Eu quase o suspendia, e ele resistia;  era um molenga, mas era meu amigo.

DE MARLU E PINTO JUNIOR - 1946 - meus onze anos.  Lilo, noso primo, mais impossível (impulsivo), impossível.  Fugido da Marinha e agora no Exército, à paisana, enfiado no nosso Casarão;  nosso, dos quatro irmãos, ídolo, fumava cigarros Olinda ou Iolanda, em maços brancos alvíssimos, envolto numa aura de fumaça azulada, expirando duas faixas pelas narinas, com os pêlos louros dos braços se exibindo sob a voz solta em cantorias.  Era hipnótico, tanto como o contorno das duas caras exatamente iguais no ouro em que eram fixadas as mulheres na face alva e brilhante do papel do maço de cigarros.  Espetáculo montado até que um grupo do Exército sob o comando do Tenete Antenor, um natalense contra-parente do nosso galã fugido naquele momento das lides militares;  Percebendo a situação, se evadia pelos fundos da casa

passando por cima do riacho de maré cheirando a mar, escalando o muro onde era a ponte e vizualizando a equipe verde penetrando na casa à sua procura.  Era uma aventura eletrizante para nós, assistentes.  Logo em seguida, surgia Marlu, baixinha, de pernas grossas vestida de meias cremes, até abaixo dos joelhos.  Saia beje e blusa branca com gravata da cor das meias. Pinto Junior era o nome da Escola de formação de Normalistas, tão decantadas no Rádio,  sonho de noventa e nove moiçolas entre cem.  Ela estava pronta e ia cumprir seu ritual acadêmico.

DE QUATRO CANTOS - 1940 a 1945, sempre, dos seis aos onze anos.  Oitão do Casarão, rua Joaquim Nabuco, rua comprida até que sua paralelas se encontrassem, e lá ia eu, indo e voltando, até a Padaria, ou à venda do português que nos abastecia,; noutra ponta do quarteirão não lembro o que havia, e na outra estava se montando um projeto do que seria a primeira fábrica de Coca-Cola.  Sempre estava lá, um, apenas um, não sei se subordinado operário ou se engenheiro; ferramenta à mão, mas o que me impressionava eram sua botas de cano curto, como dois ímãs de atração compulsiva.  A partir dai tive muitas dessa botas, até feitas por encomenda, ARTESANALMENTE;  EXPLIQUE-SE ESSES IMPULSOS QUE A PSICOLOGIA NÃO CONSEGUE.  MAS A MINHA MALUQUÊS, QUE AINDA HOJE, AOS SETENTA E OITO ANOS, OLHANDO PELO ESPELHO RETROVISOR DO TEMPO, ME DEIXA INTRIGADO, É O RACIOCÍNIO DE UMA CABECITA DAQUELA IDADE FAZIA, DE SI PARA SI:  EU FALAVA MUDAMENTE COMIGO MESMO, CONSIDERANDO  A DISTÂNCIA CANSATIVA, JÁ EXPOSTA, DAQUELA RUA, MULTIPLICADA POR DOIS, POR CAUSA DA VOLTA:  PAPAI DO CÉU, OLHANDO OS DESENHOS TRABALHADOS DE ALGUMAS CALÇADAS, SE EU TENHO QUE VOLTAR SOBRES AS MESMAS PISADAS QUE ME LEVAM, POR QUE NÃO POSSO DAR MEIA VOLTA SOBRE MIM E PRONTO, JÁ ESTOU EM CASA!?.  PRÁTICO, SE ISSO FOSSE POSSÍVEL.  ERA A MINHA RAZÃO TRABALHANDO PRAGMATICAMENTE, JÁ, NAQUELA INFÂNCIA. POR ISSO, ACHO QUE SOU UM ALUADO.

DE SÔNIA CORREIA LINS - NO "T" DESSES MESMOS TEMPOS. - SIM, ESSA MESMA SÔNIA QUE HOJE CLINICA SEU ODONTO EM SÃO PAULO.  VINHA ELA DO ESPINHEIRO, DE BICICLETA, PARA ESUDAREM JUNTAS ELA E MARLU, NO CASARÃO.  ERA O CLICHÊ DA MOCINHA CHIQUE E BEM COMPORTADA.  FOFINHA SEM SER GORDA, BRANQUINHA, BAIXINHA, DE ÓCULOS MUITO DELICADOS.  MORAVA EM CASA COBERTA COM AQUELES ERVÍDEOS QUE SE COLAM EM TODA A SUPERFÍCIE DO IMÓVEL.  SEU IRMÃO ERA SÍLVIO E POUCO O VÍAMOS.  ELA CONSENTIA QUE EU DESFILASSE COM A SUA MÁQUINA INDO E VOLTANDO NA RUA DO SEM FIM, APENAS SEGURANDO O GUIDOM, QUE ERA O QUE O MEU TAMANHO PERMITIA. DOCES LEMBRANÇAS.

BAIRROS DA MINHA INFÂNCIA - ESPINHEIRO, AFLITOS TORRE, MADALENA, GRAÇAS, DERBY, ZUMBI, CASA AMARELA, CASA FORTE, JAQUEIRA, CAJUEIRO FUNDÃO, ÁGUA FRIA, ENCRUZILHADA, PINA, BOA VIAGEM.  POR AI CIRCULEI FAZENDO MUSCULAÇÃO PRA MINHA MENTE, PARA FERTILIZAR MINHA MEMÓRIA, PARA FORTALECER O MEU CARÁTER, PARA SOFREJAR DORES E ANIMAR SONHOS. LEMBRO-ME DOS CALORES DO SOL E DAS ÁGUAS FORTES DAS CHUVAS, DOS CHEIROS DAS MANGAS, DAS INQUIETUDES INFANTIS, DA FREQUÊNCIA NA ESCOLA, DA OBSERVAÇÃO DA VIDA, DA PASSAGEM DOS CAMINHÕES DO EXÉRCITO RUMO AO PORTO, LEVANDO O JEZIEL NORBERTO SARGENTO E O SARGENTO SILAS MUNGUBA, E TRAZENDO-OS OITO MESES DEPOIS, COM EXPERIÊNCIA DE VIDA ENRIQUECIDA PELOS HUMORES DA GUERRA, PARA SERVIR AS COMUNIDADES DA PÁTRIA COM O ARDOR DA SOBREVIVÊNCIA E O ACONCHEGO DAS FAMÍLIAS.


 


Nenhum comentário:


Postar um comentário