domingo, 15 de fevereiro de 2015

DEVANEIOS - DE TERRA E DE FOGO

Tenho Cara De Antigamente, Quando Titã E Tocha Humana Dominavam Os Gibis, A Terra E O Fogo Já Existiam
FICO ABUFELADO COM COMPARAÇÃO ENTRE MITOLOGIA E GIBI
Reclame de Remédio De Antigamente

Falei ontem de Água e Ar, tenho que falar hoje, de Terra e Fogo, para explicar os Quaternos que significam a figura do Deus Criador.

A Terra, conhecida como Gaia era acometida pontualmente sob o Crepúsculo até a Alvorada por Urano, rei do Universo, que descia da cúpula do Olimpo onde viviam doze deuses gregos, para uma majestosa cópula, onde só Ele gozava.  Ele era insaciável, ardoroso e cruel, como qualquer governante absoluto;  Provocava-lhe dores imensas e cólicas impiedosas, pois naquelas doze horas corridas de abuso ininterrupto, onde ocorria de imediato uma gravidez e um parto, Ele não queria descendentes e devolvia-lhes ao útero aos que tinha dado à luz e se algum escapasse Ele os comia literalmente.  Se Gaia era a Terra criadora de vida, com seios fartos, Urano era o Céu Estrelado, que baixando diariamente e cobrindo completamente a Terra, num coito contínuo, com seu falo gigante, ambos vindos do Caos, desorganização total, para patrocinarem a sequência Divina e o aparecimento dos humanos.  Eros, o erótico, nascido no mar, apenas incentivava a união dos dois deuses maiores, cuja única função era procriar,embora Gaia pudesse fazer isso sem união extra, tanto que era mãe de Urano, sem pai.

Gaia, injuriada pelas dores sofridas e pelo desamor de Urano, chamou o Tempo, seu filho no conjunto dos doze Titãs, seis homens e seis mulheres, quase todos presos  no Tártaro pelo desamoroso Urano.    Cronus era o nome olímpico do filho destes dois, e que armado por Gaia que tirou de dentro do seio um machado com o qual este filho comum o castrou, não o matando por Ele ser imortal, mas tomando-lhe o Poder para si.  Aquelí falo gigante foi lançado do Olimpo abaixo, numa queda de nove dias, quando uma quantidade exorbitante de sangue cobriu parte seca da terra tornando-a fertilizada por uma variedade incrível de alimentos para os próximos humanos.  Os testículos do Deus caíram no mar, produziram borbulhas brancas de onde nasceu Afrodite(a Venus  romana, posterior), a Deusa do amor.

Cronus, com a mesma ameaça do pai urano, de que um filho poderia tomar-lhe o trono, comia-os todos , à medida que nasciam.  Zeus foi o caçula que Réia, irmã e mulher de Cronus geraram.  Ela o pariu às escondidas e deu ao Cronus uma pedra envolvida em panos que Ele engoliu desapercebido.  Zeus, já grande, junto com a mãe conseguiu uma poção que dada ao pai o fez regurgitar todos os filhos comidos anteriormente.  Agora, juntos, todos or irmãos manietaram o pai e o levaram para o Hades, as profundezas do inferno.  Zeus dominou o Olimpo, entregou os oceanos à Poseidon e a escuridão à Hades, ambos irmãos ressurretos, e assim surgiu a terceira geração Olímpica, com a Terra completamente separada do Céu, com o Caos pacificado, a Nix(Noite) autônoma e os humanos inter-racialmente se misturando com os Deuses, humanidade pronta.  Nasceu o éter e o mundo passou a se chamar de Cosmo.

O Real se entendendo com o Virtual.  Deus Natureza com quatro faces visíveis;  Ar, Fogo, Água e Terra.  Esta como suporte das trinos.  O Fogo vindo dos furiscos, provocando brechas nas florestas super fechadas e renovando vidas, e finalmente o entrelaçamento deste Quaterno Divino como pai da humanidade moderna.

Vamos esperar e ver que poderoso há de surgir para abetumar este planeta impedido de respirar, de fazer uma nova arrumação nesse novo Caos e então prender esses senhores da guerra e levá-los subjugados para a profundeza escura dos infernos de satã.  




DEVANEIOS - DE ENXAME DE INSETOS SUGADORES

Tenho Cara De Antigamente, Quando doidagem, Bobice E Maluqueira Eram Uma Coisa Só
O ABILOLADO É UM TRASTE SEM REMÉDIO
Reclame De Remédio De Antigamente

E o Brasil, como vai?  Vai mal como o diacho, balançando pra valer;  Fala-se agora que mais seis partidos estão se vestindo para debutar.  Se vingar, somados aos 32 anteriores, vamos vigorizar essa democracia com 38 partidos.

A maria-fumaça pesadona, trapalhona  e sujona só engana a quem quer ser enganado.  Que despesa hein?  38 empregados de alto custo, os presidentes de cada sigla marota, dessas, mais seus assessores, agentes públicos e a dinheirama desperdiçada por esse ralo de má fama.  

Que pais é esse?  Um Estado tem de ser leve, objetivo, sério e funcional.  Três são as tendências políticas:  Centro, Direita e Esquerda.  Esse leque abrange todas as necessidades que importam para a governança nacional.  Digamos que em cada uma delas haja uma variação tênue à um lado e outro, sem que se constitua partidos, ter-se-á nove tendências nos mesmos três partidos, gozar-se á de uma economia em despesas, formidável,  com uma leveza favorável à face consultiva de um governo e celeridade saudável sem invencionices matreiras.  

Decidido isso, que o executivo, nobremente e pelas mesmas razões emagreça e se liberte dessa obesidade mais do que mórbida.  São 39 galopantes cavaleiros a consumir e dificultar a voz de comando dessa instituição.  Que a fome, a desfaçatez e a imoralidade seja enxotada com açoite de aço.  Não há mesmo um cavalheiro de respeito e sisudez que enfrente esses sugadores e os ponha no olho da rua?  Essa voracidade é a mesma com que desmontaram a Petrobrás.  Essa penca de ladrões sugere que sejam a marca registrada de Partido dos Trabalhadores?  

Pobre Brasil exangue, ao ponto de ser abatido por uma inanição, sangrando por todos os lados, nas mãos desses famigerados.  O celeiro de aleijões morais que infestam essa nação só é concebível num paísito de terceiro mundo, chinfrim e fedorento.  Precisamos aqui, de um Cristo macho como o que enxotou os vendilhões do Templo há uns dois mil anos atrás, mais ou menos.  O  açoite que Ele usou nos será de muita utilidade.  Abatidos, deixem que murchem no CCA em celas de 2.5Mts X 3.

Presidenta, nunca mais.   Proxeneta, misericórdia, pra trás com essa satanagem.  Amigos, sim, camaradas, nem pensar.

sábado, 14 de fevereiro de 2015

DEVANEIOS - DE "JOINHA, JOINHA MERMO"

Tenho Cara De Antigamente, Sou Do Tempo Em Que Terrorista Era Qualquer Pessoa do Contra
SUPERSTIÇÃO É ARTIGO DE FÉ, QUALQUER COISA INCOMPREENDIDA
Reclame De Remédio De Antigamente

Até os termos entram e saem de moda.  "Joinha, joinha mermo" de ontem, hoje seria o quê?  Seria 2.5Mts num CCA para todo lumbricoide ladrão, como criminoso e todo cheirante inicial, como infrator.  

Dá enjoo ver um perfumado notório ser acudido por um advogado servil que usa os braços como envoltório sobre todo o corpo da serpe sibilina, como se fosse sua joia joinha de estimação.

A jumentada, do Brasil conhecida, da classe política desmoralizada, com empregos forjados para justificar uma progressão de pena, com pose de joia levantando os braços acima da cabeça num gesto fascista da Itália da guerra.

É o "mermo" que ver um ministro de justiça, joia do PT, expondo aquele nasal enorme. próprio de quem tem saber jurídico profundo, não para ensinar os caminhos da lei, mas para ensinar como evitá-los.

O joinha hoje é puxar pro fundo o maior patrimônio que o Brasil já teve, coadjuvado pelos nomes, quase na totalidade, de todas as empresas de engenharia até então tidas como prestigiadas e retas.  Com uma demão na cara anunciando que são impuras, irão seus ímpios donos se homiziar num CCA?

Mulher, joinha no passado, hoje é lixo comum no meio da rapaziada um tanto senil, homem com peito pra cima, mulher com peito pra baixo, e um jeito matreiro de escracho independente das saias. 
O PT, joia rara, pra imitar os marines americanos do cinema, não deixa os seus pra trás.  No sereno, jamais.  Caiu, no senado, o Hadadd o traz sob guarda-chuva vermelho pra prefeitura de São Paulo.

A Lurian e o Lulinha estão com as vidas ganhas, de "mermo".  O Lulão trepado num triplex, idem do idem.  O Palocci ameaçado mas andando pelas sombras que nem  alma do outro mundo.

A Dilma Dana, toda emperiquitada mas pisando em areia frouxa.  Essa revoada de joias, onde vai parar?  Ainda que tivessem uma arca, com a sequidão que as chuvas têm, nem Noé arriscaria armar a tenda.

A gritalhada tá muito grande, o Temer é um temor e o Cunha, o novo é um indômito.  Vai arrancando tocos, sem pedir licença e parece ser o impoluto Homem Joia que usará o seu "shazam" verde-amarelo para segurar a barra na Câmara.

Quero ver quem será o homem-lagartixa, o que dá o rabo mas não perde a causa. que puxará o tapete junto com o topete do alagoano gastador, derrubando o seu trono no senado, para o bem de todos os joinhas, soltos nas traquinagens, dando beijinhos nos ombros e cantando "tô, nem ai".  

"Tô mermo, quero mermo  e aposto mermo que essa mermolada vai se enroscar é na quarta feira de cinzas"

                 

sexta-feira, 13 de fevereiro de 2015

DEVANEIOS - DE DUAS FOLHAS

Tenho Cara De Antigamente, Quando Ordem Unida Era:  Durinho, Molinho, Faz Que Vai Mas Não Vai, Vai Mesmo.  Brinco De Criança
GARDENIA ERA UMA FLOR, DEPOIS UM PERFUME;  NÃO  CONHECIA OS DOIS, MAS O NOME É BONITO
Reclame De Remédio De Antigamente

Brasil, oh Brasil.  Tantas árvores frutíferas;  mangueira, bananeira, abacateiro, e chamamos pé de manga, pé de banana e pé de abacate.  Idiossincrasia, a isso se chama.  Modo especial e exclusivo de sentir e rotular coisas.  Coisas do Brasil, coisas regionais ou coisas só minhas;  não me pergunte mais.  Se eu disser que vou bem, não é da sua conta;  se que vou mal, você não dá jeito.  Portanto, me deixe em paz.  Vou vos falar de pés de plantas, melhor dizendo, de pé de folhas.  Grande árvore, porém estéril para dar frutas.  A sua fruta especial é a sombra, que ela consegue com muitas folhas.

Estou sentado, só observando, sou observador.  A sombra é enorme, a brisa é branda e só por bronca, brinca e brinda Brenda brava, breve de brilho e tamanho, chovendo folhas nas suas orelhas e ela reagindo sem sorrir entretida com o vento soprante em seus cabelos, tangendo pensamentos de criança e ajudando o tempo a passar.  Fico maravilhado, vendo o vento, um dos quatro  representativos de Deus Natureza, fazendo rolar lá de cima do folharal, deixando uma pequena  cicatriz sangrante de seiva, e fazendo cair uma inebriante ex-folha com sua verdura em começo de fim, rodopiando em enlevo, ora para cima, ora para baixo, como no acalanto de uma rede balouçante, quando ia íngreme e em seguida reavaliava o ímpeto e numa derrapagem imaginária fazia uma curva inversa, subindo um pouco, com muito espaço à andar, antes de acariciar o rosto da Brenda e se deitar faceira e cansada próxima à intrigante menininha.  

Ali, o Deus Onipotente se desvencilhava de suas inúmeras obrigações e voltava sua atenção para uma folha, uma sombra, uma guria e um velho, este inchado de filosofia para entender o que era inintendível.  Ele entendeu de mostrar sua segunda representação numa chuvinhada fraca que parecia pétalas pousadas na ponta do nariz da infante.  Bem de leve, quase maternal, Deus assim acarinhava sua criação.  O molhar aquele enorme pé de planta deu-lhe o aspecto verberante de um espelho cambiante, sempre verde;  puxa, como era agradável.  Em seguida, mais pelo tempo que pelo volume derramado, um micro-rio, parecido de brinquedo, ora empurrava, ora puxava aquela folha solta, tão especial na nossa história.  Sua cor verde já era marrom forte, depois marrom desmaiado, agora já misturado com amarelo sem nenhuma graça, ficou crocante e se quebrava ao jugo dos pequeníssimos açoites que eram as cutiladas breves do Nosso Senhor, colaborando na dissolução do que já foi, em  o do que é agora, o fim de um ciclo.  Antes, vida, agora, destroço, e isso vale pra todos. exceto pra Ele.  O riozinho vai e leva com ele o que já fora folha verde, agora detrito, sem cheiro, sem cor sem valia.

Agora vamos falar de mim, que arranco da proteção de um caderno uma folha sarapintada de anotações, de segredos íntimos, de frustrações, de planos de intenções de entender a vida.  Bruscamente amarroto o papel e sem respeito nenhum o vou volvendo, o que já foi e agora mais não é.  É uma réplica do que aconteceu com aquela folhinha gentil, estiolada.  Com rompante me despeço do que seria meu escritório, enfrento garboso a chuviscada, portanto a representação vívida do Deus Nosso;  aspiro fortemente o cheiro de terra molhada, vejo a árvore como que reclamando do peso, com suas folhas ultra coloridas descaindo em rota para o chão.  Uma criancinha, a Brenda, que eu conhecia, sem chorar, sem reclamar, mas também sem alegria, e o velho parecido com um ponto de interrogação, se auto-abraçando e ansioso por um calor.  Cumprimento à todos, ao velho, à criança, ao pé de árvore agora sem sombra, ao vento e à chuva e vou espremendo a minha folha, com alguma letra quase gritando ai, e vou aos poucos me molhando, espirrando, sentindo frio, mas vou em frente, como se em procura do que fazer.  Sento numa ponta de calçada e solto a folha amarrotada sobre uma enxurrada, semelhança de rio um pouco mais gordo do que o que sepultou afolha verde e agora lhe carrega o espantalho.  Esta minha folha aproveita a largação e se espicha;  vejo-lhe o estômago com tintas desbotadas, com pingos azuis caindo como lágrimas, naturalmente o sentimento de  nada ser.  E vai em rodopios, sentindo o peso das águas, se afundando, gritando por socorro à quem dela tanto se socorreu em busca de companhia, eu, que, assassino, olho, como se fora um tronco desprovido de miolo, um projeto de homem sem alma.  E lá vai, e lá vai. Minha folha e a folha do pé de árvore, agora frente a frente, olhando suas misérias, suas finitudes, desprovidas de palavras, mas com a visão de despertencimento, da solidão do mundo e a incerteza do nada e do tudo.  

São sugadas depois de usadas como garis varredoras das ignomínias humanas para um escuro e desconhecido fosso, para o fim.  Duas folhas antes desconhecidas e agora abraçadas para se defenderem do medo do desconhecido.  Uma vinda de uma alta árvore com vida, e outra , vivendo ora na escrivaninha, ora na gaveta do canto de um senhor aparentemente respeitável.  Resultado pelo valor do passado:  nenhum.  Igualdade pela unidade da morte:  total.  Fim de ciclo, fim de vida.  Se o objeto ciclado e vivido tiver alma, ele migra como espírito, para sua origem e recomeço.













  






  

  

quinta-feira, 12 de fevereiro de 2015

DEVANEIOS - DE REFORMA POLÍTICA

Tenho Cara De Antigamente, Quando Gororoba Era Comida Ruim
SER CAXIAS É NÃO DAR MOLEZA
Reclame de Antigamente

Estou me dirigindo aos Sr. Eduardo Cunha, recentíssimo Presidente da Câmara dos Deputados e Sr. Rodrigo Maia, Presidente da Comissão de Reforma Política, e aos 34 coligados nesta junta, quando tiver seus nomes e endereços.  

Quanto ao Sr. Eduardo, dispenso-lhe merecidos augúrios pelo papel de autonomia soberana que se está concedendo, sem perder o respeito mas sem se dobrar.  Reconheço o prazo máximo que está se dando, très anos, dezembro de 2017, para ter entre outras coisas, consolidado a data única para posse   de todos os eletivos em 1 de janeiro do próximo exercício político, em todas as instâncias e Estados nacionais.

Caro Eduardo, Reforma Política tem um espectro amplíssimo, como por exemplo o financiamento das campnhas eleitorais, suplências de senadores, etc., discussão do que é válido, do que é caduco, do que é justo e do que é moral, e não é puca coisa.  Estou esperando para ver a relação de tudo a ser mexido e como cidadão participar para a redenção do Brasil no caminho da respeitabilidade, diante do globo.  

De antemão lhe afirmo que meia-sola não é recomendável, salvo se uma tal medida tenha uma data prevista sob pena de ficar perdida, mas com a  obrigação moral de regular o passo para a total funcionalidade, logo no momento seguinte, com todo o esforço para a rapidez, que for possivel.

Dou-lhe um exemplo da extensão de um conserto vital para a consolidação permanente, derrubando todos os vícios  existentes nesse uso.  A eliminação das "Capitanias Hereditárias", essa praga que entorpece o Brasil,  onde em todos os Estados da Federação, se vèem nomes familiares conhecidíssimos, cujo o único mérito do  pleiteante é ser sucessor de um parente, além dos "coronéis" com voz e chicote de mando.  

Solução:  criação de um curso superior, como é o que forma competentíssimos Embaixadores,  de Ciências Políticas, nome provisório porque será maior que isso com a  adaptação para atender as obrigações de um representante do povo em todos os seus parâmetros.  Será um uso democrático e legal, além de funcional.  Entrará em vigor após a entrega da primeira turma de formandos, jovens e vocacionados, numa previsão de completude em 16 anos se o exercício parlamentar for de quatro  anos.  Esse casulamento terá esse tempo para conclusão por fornecer 4 fornadas  de candidatos eletivos para 25% da necessidade em cada exercício.  O candidato eleito que claudicar em suas atribuições será rigoroamente dispensado em estado vitalício para servidor público em qualquer atividade.  

Como vêem os Srs. eu destaquei uma situação, por sinal imperiosa no pacote de Reforma Política e desejo com fé que esse seja o espírito do Deputado Eduardo Cunha durante o tempo em que esteja  como diretor dessas manobras.  Conto  ter o respeito por mim com o mesmo tamanho do que o que lhes devoto.  Espero que acusem o recebimento do meu ajutório e que se quiserem um entendimento comigo através de gmail, mais privado, acenem indicando isso.  Tenho esse Blog com quase 850 ensaios quase sempre sobre aspectos políticos.  Sou um cidadão brasileiro com 80 anos de idade, com formação em jornalismo e tenho certeza que se tiverem curiosidade e crença em coisas inesperadas, do bem, estarão servidos com uma boa fonte de ideias.  Obrigado e até btreve.

terça-feira, 10 de fevereiro de 2015

DEVANEIOS - DE NOMENCLATURA DE QUIRODÁCTILOS

Tenho Cara De Antigamente, Quando Um Pariato Perfeito Formava Um Casal Querido
O  MERCADOR DE DESGRAÇAS SEMPRE SERÁ O COMERCIANTE DE DROGAS
Reclames De Antigamente

Nomes oficiais seguido dos populares:    Polegar ou Mata-Piolho;  Indicador ou Fura-bolo;  Médio ou Maior De Todos;  Anelar ou Seu Vizinho;  Mínimo ou Mindinho

O Polegar é o distintivo da progressão animal até o humano.  Este dedo se opõe à todos os outros, tendo uma rotatilidade que os outros não têm, portanto um poder de apreensão próprio dos humanos e vulgarmente diz-se apropriado para se esmagar sobre ele piolhos caçados nos capilares.

O Indicador aponta lugares e pessoas numa ação chamada de deduragem, e quando agitado, funciona como um grifo para a ação.  É realmente usado como fura-bolos e cutucador mestre em certas atitudes menos nobres.

O Médio, por dividir o impar cinco do total de dedos, ou Maior de Todos pra mais servir em causas coletivas, se destaca no entanto para uma missão  debochada de ser apontado isoladamente em posição ereta, alvoroçando a vítima da ação ou todo o ambiente desrespeitado. 

Anelar, por receber anel de valor afetivo, vez que diz-se por ali passar uma aréria que vai pousar no coração.  Vulgarmente é chamado de Seu Vizinho, simplesmente.

Enfim o quinto dedo, o menor de todos, chamado Mínimo ou Mindinho.  Para compensar sua desimportância, ele em confraternizações onde se erigem taças, fica sempre em suspensão, indicando gentileza.  Em horas de esquecimento ele desce a situações menos nobres, como a de limpeza pública, com preferência para orifícios nasais e auriculares.  Nada recebe por esse avultamento, mas não reclama.

Aqui, gente, numa sinopse defino as atribuições dos quirodáctilos, nos seus usos superiores e vulgares e aconselho à quem queira envergonhá-los, que não o façam, que é melhor assim do que ser  maneta.

Os dedos fora daquelas atribuições, afagam, fazem cosquinhas dengosas que levam ao riso, fazem sinais de silêncio para uma boa fofoca,  servem como rodo para tanger o suor em dias de calor, perdoam quando alisam cabeleiras belas que sob esse pretexto foram ingratas com o outro.  Os dedos espremem espinhas e aquele cravo preto que enfeia a pele, depilam as pernas e arrancam desnorteantes  e rancorosas pestanas.  Ainda servem para metido num líquido qualquer, medir-lhe a temperatura, e se levado à boca sentir-lhe o doce ou o amargo.  Os dedos também lhes ativam arrepios eróticos.  Sem os dedos você não louva o Pai Nosso.  Sem os dedos,como dar petelecos nas orelhas sujas da crianças companheiras de traquinagens!  Você já usou os dedos para maldosamente maltratar sua vizinha, num muchicão doloroso que nem Papai do Céu gosta?  Dedos, dedinhos, dedões, nossos amigos, nossos ladrões.  Com meu dedo digo não, com a graciosidade que um pescoço não tem.  Meu dedo fala, gente, que gracinha.  Se eu estiver com raiva, meu dedo te estraça-lha.  Mas, meu dedo faz bilu-bilu no teu biquinho, sacode tua pastinha da testa, risca com a unha carinhosamente todo o teu braço, do ombro até a mão.  Tome minhes mãos de presente;  tenho coragem de dar meus dedinhos pra você, desde que seja só emprestados.  Tô indo simbora, boneca, mas antes aperto-lhe com os dedos as bochechas, você bota a língua de fora e lhe faço uma careta.  Arre égua, e você nem Agradece!?

So Long.  Au Revoir.  Ciao.  Hasta Luego.Adeusinho.




  




segunda-feira, 9 de fevereiro de 2015

DEVANEIOS - DE GRADAÇÕES

Tenho Cara De Antigamente, Quando Os Cigarros Eram Selma, Olinda e Yolanda
FULUSTRECA SEMPRE FOI UM INDIVÍDUO SEM VALOR

Desejo / vontade, furto / roubo, ambição / ganância, ânimo /  energia, real / virtual, nobre / vassalo, o lícito e o ilícito e o menos e o mais.  Eis os atos sujeitos à progressão ou densidade que tornam os atores em bons ou maus.

O desejo não produz resultado;  é preciso chegar a ser vontade e no ato de volição se consolidar.  Entre o furto e o roubo não existe a avaliação do bom e do mau;  é que no furto não há violência física, diferentemente do roubo, mas ambos promovem prejuizos em bens surrupiados.  A ambição é um bem e sem ela não há promoção social, mas o aleijão que a leve à ganância a faz perder seus méritos e se torna ganho à qualquer preço sem qualquer medida moral.  O ânimo é o oposto de desânimo que por si só não tem força para certas ações;  é preciso sua transformação em energia física e mental pera seu sucesso.  O real raramente corresponde ao virtual;  o primeiro é palpável e o segundo é flutuante e escorregadio e muitas das vezes inexistente;  o valor real tem poder de compra, o valor virtual tem valor de sonho.  O vassalo pode chegar a nobre mas o nobre se suicida se tiver que voltar a vassalo.  

No jogo de densidade e progresso se situam o lícito e o ilícito e também o bem e o mal.  E essas carapuças caem benzinho nos quengos dos atores humanos.  Prestem atenção nesses degráus;  uma queda de mal jeito pode lesionar o incauto para o resto da vida fazendo-o desaparecer como saudável concorrente.