quarta-feira, 27 de abril de 2016

DEVANEIOS - DE GUGU E RICHTOFEN (250215)

Tenho Cara De Antigamente, Quando Patricídio Duplo Era Crime Hediondo
RICHTOFEN

Acrobacia Espetacular

quarta-feira, 25 de fevereiro de 2015

DEVANEIOS - DE GUGU E RICHTHOFEN (250215)

Tenho Cara De Antigamente, Quando Munganga Era Fazer Careta
AZOUGUE E MERCÚRIO, O VULGO E A CIÊNCIA
Pé De Manacá

Retorno retumbante de Gugu à Record com sinopse da vida criminosa de Susana Richthofen, o cérebro e os irmãos Cravinhos, a coragem, segundo um Promotor de Justiça.  Considero um insulto  à Justiça e um desrespeito à Sociedade.  O poder de subjugação moral desta mulher sobre circunstantes para feitos criminosos como o assassinato dos pais, consolidando o dito de que consanguinidade carnal nada tem a ver com afinidade espiritual, exposto por anos à fio pelas redes midiáticas, serve á quem?  Financeiramente à estas mesmas redes, promocionalmente aos apresentadores das mesmas e às concorrências em geral, e finalmente às vaidades destes pervertidos insensíveis à dores dos afetados e aos mortos nestes entreveros.  Aos expectantes, doentes mentais entorpecidos pelo prazer macabro de saber de desvios  comportamentais destas pessoas.  À educação torta de incautos curiosos que aprenderão a ter prazer em chafurdar em excrementos morais de malignidade que assola a raça humana..
Susana Richthofen

Fica exposta a beleza doentia e brilhante dessa pessoa, na entrevista com o Liberato, quando apareceu a figura macabra do "Serjão", seu "marido" atual, numa ridícula junção marital, não sei se legal, feita no presídio para abrigo de oito casados como ela, sendo ela a chefe dessa ala.  Acho tudo isso insultuoso, a partir do figuraço, mulher deformada para parecer homem.  Como alguém bonita com a aura acima pode se corromper ao ponto de aceitar uma intimidade carnal com um aleijão daquele simulando um parceiro sexual?  A deformação moral interior da Susana está visível quando ela deixa o local onde jazem os dois corpos de seus pais e com o dinheiro, real, libra e dólar, roubados por ela de uma pasta da qual tinha  a chave, foi com o assassino seu namorado para u motel, no apartamento mais luxuoso, recuperar energias, depois de ter dado uma parte do furto ao cunhado que imediatamente foi comprar uma Harley-Davidson, apesar do remorso que sentia pela deformação dupla, feita juntamente com o irmão, de mãe e pai da judia infiel.

Lugar de preso é em uma Casa De Apenação, em cela individual de 2,5 X 3mts., em companhia de seu alter-ego e nada mais, e redução real de tempo de perda de liberdade, só mediante doação de órgãos, podendo até ser de 1/4 desse tempo, dependendo da complexidade do feito, configurando uma grande ação á Sociedade, em vez dessa tal "progressão de pena", que deverá ser abolida.  Notem bem, essa apenação deverá ser cumprida integralmente, do primeiro ao último dia, sem outra alternativa, salvo a doação.

(ATENÇÃO:  HOJE, 270416, PASSADOS 1,2a . ESSA MOÇA ESTÁ EM REGIME SEMI-ABERTO)





DEVANEIOS - DE CHORAR PELA ÁFRICA (270415)

Tenho Cara De Antigamente, Quando Escravo Não Tinha Alma
ESCRAVOS ERAM AFRICANOS

Lindo Pássaro, Como É Vosso Nome

segunda-feira, 27 de abril de 2015


DEVANEIOS - DE CHORAR PELA ÁFRICA (270415)

Tenho Cara De Antigamente, Quando a África Era exportadora De Força Escrava
NÃO SE COMPRA LIVRO PELA CAPA QUE TEM
Sertão-Colibri Na Árvore Que O Acolhe

Pobre No século XX, como no passado, europeus recorreram à mão-de-obra africana. Até que puderam livrar-se dela, fechar de novo Mediterrâneo e assistir passivos à morte de 25 mil pessoas
Por Jorgete Teixeira, na Esquerda.net
Como Pilatos, os países da chamada Europa civilizada lavam as mãos lambuzadas em sangue ao longo dos séculos. Do mesmo modo o fazem os países mais ricos das Américas. Os Estados Unidos esqueceram que a base da sua riqueza está alicerçada em décadas de escravidão. Na recolha de homens, mulheres e crianças, em travessias do Atlântico, amontoados como pedaços de carne, morrendo aos montes nos porões dos barcos. Com os braços desses que escaparam, encheram-se os campos de cultivo de algodão, as cozinhas e “nurseries” das casas coloniais. No corpo de senadores da nação, de médicos célebres, cientistas, artistas de cinema, corre o leite negro das amas africanas. Do mesmo modo aconteceu no velho continente. Portugueses, primeiro, espanhóis, depois, holandeses, franceses, italianos, ingleses, alemães. Todos se alimentaram do ventre farto da nossa mãe comum. Até à exaustão caçaram-se animais na cobiça do marfim, desventrou-se a terra em busca do ouro e das pedras preciosas. Em veios abertos, até hoje se investe na exploração mortífera dos diamantes em Angola, nos poços profundos que retiram o ouro negro dos solos em terra ou no mar. Delapidando, derrubando florestas ancestrais, abrindo crateras, abrindo vias largas para transporte de produtos ilícitos, dizimando aldeias, culturas, povos. Ninguém está liberto de culpas. Nem a sacrossanta igreja católica (ou protestante), muito menos ela. Que em nome de Deus torturou, prendeu, obrigou  à renegação de fés tão antigas como o mundo. Que quem não era cristão não tinha alma. Lembram-se?
A Lisboa de agora, assim como outras cidades dos impérios de aquém e além mar engordaram os cofres dos reinos, à custa do ouro e do marfim.
Mulheres e homens retirados à sua terra e às suas famílias povoaram as ilhas sem gente de Cabo Verde, trabalharam nos engenhos de açúcar no Brasil, explorados pelos colonos, como tão bem foi denunciado por Antônio Vieira, no século XVII, ou nos campos de café de São Tomé, acorrentados à terra e aos senhores. Assim fizeram outros países.
Dirão agora que isso é passado. Dirão que os povos já fizeram jus ao seu direito de auto determinação e seguiram os seus caminhos.
Puro engano. A exploração e manipulação dos países africanos estende-se aos séculos XX e XXI. Feita de maneira ínvia, mais sutil e encapotada, porém não menos criminosa, antes pelo contrário. Ao cheiro do ouro negro movem-se interesses, manipulam-se governos, incita-se às brigas tribais. Ingere-se em conflitos e esquece-se genocídios. Ignoram-se as calamidades, a desertificação, a miséria extrema. De forma civilizada, pois.
Abriram-se, no século passado, as fronteiras da Europa aos africanos. Era preciso substituir a mão de obra, já de si barata, dos imigrantes do sul. Era preciso que os salários baixassem ainda mais para alimentar os empresários e os capitalistas, e por osmose os políticos. Até que este filão se revelou insuficiente e as empresas multinacionais optaram por criar as fábricas nos países pobres, com menos custos porque livres das regras europeias. Aí esgotou-se a bondade, fecharam-se as portas. Escorraçaram-se os que até aí tinham contribuído para o desenvolvimento europeu, enquanto ganhavam força as forças da direita racista e nazi.
Neste momento, a África sofre, além de uma fome endêmica em algumas zonas, do terrível flagelo da guerra. Guerras de longe, comandadas pelos senhores da terra e alimentados pelo comércio das armas.
São populações em desespero que se lançam ao mar na tentativa de chegar a Lampedusa, a ilha que os encaminhará para o El Dorado europeu. Porque só um desespero mortal faz com que assim arrisquem a vida, homens, mulheres, crianças. Filhos e pais. Gente. Não extraterrestres, não bichos. Gente. Que sonha, que sofre, que ama. Como nós. Morando numa mesma Casa Mãe, num mesmo Tempo. Debaixo de um céu comum, protegidos pela mesma Carta Universal dos Direitos do Homem.

(Pobre África sem dono e assacada por todos.  Exportadora de escravos, sendo mortos e se matando. Com tanta riqueza e afogada em tamta pobreza.   Bela arenga de Josete Teixeira em "Outras Palavras")







DEVANEIOS - DE DESTINO DO PLANETA (270415)

Tenho Cara De Antigamente, Quando Geopolítica Era Traição
GARRAS AMERICANAS SOBRE A UCRÂNIA

"Caudaloso" Pássaro Azul

segunda-feira, 27 de abril de 2015


DE DOMÍNIO DO PLANETA (270415)

Tenho Cara De Antigamente, Quando Para não Se Ficar Velha, Ficava-se Loura
O ANTIGO IMPOSSÍVEL, ERA NA VERDADE UM IMPULSIVO
1982-Manaus-edélvio e Glauce

segunda-feira, 28 de abril de 2014


DE EUA INTIMA UE PRA AJOELHAR A RÚSSIA

270414
Edélvio Coêlho Lindoso commented on an article.
O maior elemento desestabilizador de uma virtual Paz no mundo é sem dúvida, os EUA. Em sua arrogância explícita, junto com o RU, o sombrio calado, e arrastando o guri maligno, Israel, acha que a inteligência do resto do Planeta não tem capacidade de perceber suas intenções "illuminati", de se apoderar, os três, nazificamente, do comando global? Ouçam como e Xerife fala, ouçam sua voz de comando parecendo ter um mandato pré partilha, como o do OM pós o apogeu do colonato turcomano, autorizado pela falecente Liga das Nações: Vocês europeus (recalcitrantes aliados como França e Itália folclóricos, Alemanha servil do RU, e outros menos dotados scomo Dinamarca, Suécia, Tchecoeslováquia, Letônia, Estônia e Lituânia, nada é desprezível, Polônia servilíssima e agora a Bélgica) têm que se unir à mim para sujigar a Rússia sob o mando desse leviano Putin. Mas, leitores, se isso começou como um desentendimento comercial, quase parental, entre Rússia e Ucrânia, atraída pela UE, onde um bom observador enxerga as digitais tricolores branco-rubro-azul, procurando um mula pra montar na tal rebelde vizinha de Moscou, que sozinhos haveriam de se entender, o que na realidade quer os estadunidenses é fazer uma guerra onde geopoliticamente saiam vitoriosos, com o abatimento de poder russo na região e mais um aliado americano cooptado a custo de dólares falsos como é o "modus operandi" dessa potência claudicante. Essa congestão intestinal naquela região é interesse americano e não europeu. Esse furioso devorador de terras é uma ameaça assustadora para o equilíbrio do mundo.



terça-feira, 26 de abril de 2016

DEVANEIOS - DE FALSIDADE DE NÚMEROS

Tenho Cara De Antigamente, Quando Chutar Números É De Uma Vanidade Tola
OPINIÃO SOBRE O VOLUME DE PESSOAS É UMA INVENÇÃO DE JERICO

Canários Benvindos

Aglomeração de pessoas em eventos em espaços públicos têm três palpiteiros obrigatórios:  a polícia, o promotor interessado e seu antagonista, nenhum deles com credencial de seriedade.  Nunca tomei conhecimento que bombeiros, acho que só aqui no Brasil, considerado policiais, tenham de fato, cientificamente, um método de avaliação específico para isso.  Os promotores do ato sempre exageram esse número, parecendo a moça do tempo;  duas mil, com sensação do dobro.  E finalmente seu opositor, é claro, em sentido contrário.

O palavreado usando, o tempo mais caro que existe, o da televisão, só dá prejuízo.  Se a imprensa for escrita, há o seu preço no gasto de tinta.  E, por que essa coisa tem que existir se não se acredita nela?  Que bem ou que mal, faz?  Porque o homem é por natureza, perdulário.  Pela mesma razão porque usa guarda-chuva para se proteger contra o sol.  E a sombrinha, não para usufruir sua sombra, mas para se molhar o menos possível, com a chuva.  Idiotismo da espécie.  A visão impressiona, para mais ou para menos e é só isso que interessa.

Mas, para insinuar credibilidade tem que se dizer;  deu no rádio, deu no jornal, deu na televisão.  Quanta bobice.  Existe realmente entre nós mania de  achar que falar muito é sinal de verdade, nunca que é enfeite demais para valor de menos.  Quando se quer expandir um valor que a coisa não tem, diz-se;  é a última, não tem mais.  Mas, o pregador tem bem umas dez dezenas daquela mesma coisa, escondida sob chave, no meio de suas pernas.  Esperteza que não é pecado;  até quem está comprando sabe e coopera com a mentira do "salafra".

Em certas reuniões, os convocados recebem vale-convocação;  camisas coloridas iguais, bandeirolas para agitar, falas pra falar e energia pra dançar.  E um valor mixuruco em dinheiro para pagar uma "quentinha" de ocasião, ou se o miserável for de "mermo" muito miserável, que engane a fome e como mãe de família leve aquele prêmio para apascentar a criançada na hora do retorno.  Só não pode negar é que não é do PT.  É  esse o tamanho real das multidões que são medidas pela "puliça" e são mentidas  pela informação.  Fiquem quietos que amanhã tem mais.

DEVANEIOS - DE "PRATO-FEITO" E BIOGRAFIA (260414)

Tenho Cara De Antigamente, Quando Cair Sob Olhos De Uma Demente É Morrer Em Vida
É EMBOCAR NUMA FURNA E VIVER PARA O ESQUECIMENTO

A Natureza Sabe-Se Cuidar

sábado, 26 de abril de 2014


 DE PRATO-FEITO E BIOGRAFIA (260414)

Tenho uma "chegada", de coração bom mas de língua perversa e sibilina que não obedece ao seu comando, e muito mal já causou a irmãos surpresos por sua dificuldade em encontrar amigos e principalmente pelo descrédito malvado e debochado que vê em sua jornada.

Esse comportamento não é muito cristão, mas quem não tem defeitos.  Ninguém tem aleijões por escolha;  é que não consegue manter a simulação de um rosto parado com olhos inquietos focinhando todos os espaços ao redor para alimentar a sua fome de falar mal dos outros.  Resultado, o apelido de zarolha que lhe puseram.

Seu ataque resulta no seguinte:  Se ela lhe dá uma notícia e não vê de volta uma boca aberta e olhos esbugalhados, sua missão não foi bem cumprida.  Então vai do exagero até a mentira vilipendiosa.  Suas histórias vencem todos os limites, fora do bairro, fora da cidade, fora do estado, fora do país e até na casa da PQP.  O vilipendiado, anos à fora, ao ser apresentado a uma pessoa que já fora visitada pela língua bifurcada, não é reconhecido pela mesma, que pelo crédito que tem à difusora de maldades, não consegue enquadrá-lo naquele perfil, e mais vale o perfil dado pelo prato-feito, que o perfil visto cara a cara pelo idiota submisso ali em frente.  

Vida difícil, estrada travada, tranca truncada e sem brisa branda o biografado faz sua profissão de fé de prato feito, não cresce, não é acreditado e entra em "deprê".  Descrê da vida, duvida de Deus, emagrece, se isola, não toma banho, vira conchinha, chora e morre em vida, e a zarolha segue a vida, envelhece mas a língua já gelhada permanece a mesma.  Não tem sensação de bom-senso, vai à igreja, ensoa loas, bate de frente no Criador e zarolhando-O, procura o que não vai encontrar;  que horror, inventa, a maldita.

O "prato-feito" estiolado, enlouquecido, tem pesadelos terríveis.  Sonha dentro de um poço profundo, usando dedos e unhas, escalando por dias até a borda onde planta a falangeta com riscas roxas de sangue onde antes existiam unhas pra num supremo esforço se alar à salvação e sente a louca desvairada de sapatos capengas com saltos finos só nos ferros, pisar-lhe os dedos exaustos e ele se escapar de volta ao inferno do esquecimento, nu e órfão.  

Moral desejada:  que a zarolha, bifurcada, aleijada, velha e demenciada, pelo mal que tanto fez, pelo embuste de se apresentar como Deus, caia nas profundas do poço e que o "PF" volite levemente deitado em macias nuvens brancas para o lar do Pai que tudo sabe e que tudo perdoa.

Abençoado fim de história






segunda-feira, 25 de abril de 2016

DEVANEIOS - DE LUZES QUE MORREM

Tenho Cara De Antigamente, Quando Pavios, Mechas E Filamentos Se Apagavam
A ESCURIDÃO ERA A MARCA DA MORTE

Caixa De Pandora

O fósforo queimado, o pavio da vela afogado no espermacete, a mecha de um lampião divorciada do seu combustível e o filamento das lâmpadas antigas, partidos, não produzem luz, denotam a escuridão como sinal de morte e têm em comum a contorção como sinal de dor e fim.  O primeiro caso já foi expressão de desprezo por um amor rompido.  No segundo, a sensação de adeus perene.  Os outros dois denotam a morte por fome e o assassinato pela rutura bruta e terminal.  A distância da vida em objetos nos lembra a finitude de tudo que nos concerne.  

Mais uma vez os extremos e controversos, a vida e a morte, o começo e o fim.  Lei geral, lei universal.  O confronto entre a leviandade do viver e a paz do desconhecido que só existe no nosso desejo, sem nos dar certeza de sua existência real ou virtual.  Se a nossa alma se espiritualiza, se tem vida eterna ela não tomba, não se contrai, ela É.  Ponto e pronto.  Não entraremos num parnaso fazendo poesia de tudo,  não ficaremos vestidos de música mas teremos labor santificante, construindo o cansaço  para fazer jus a um descanso de anjo.

Lá, em uma das moradas do Pai espero ter meu pavio com luz, ou ser um fósforo brilhante com lampejos, ou uma mecha encharcada de combustão que clareie o ambiente, ou então um filamento apenas aparentemente frágil mas com energia luminescente para a alegria do todo.  Sonhar não é pecado mas tem-se que estar atento para absorver as graças que nos advenham, na hora em que vierem.  Vamos, gente.  Vamos usufruir das luzes que dignificam o fosforecer dos astros e nos mostrar como filhos eleitos para a herança de Deus.

Luz e escuro.  Começo e fim.  Branco e preto.  Crente e descrente.  O ir e o Vir.  O nascente e o morrente.  Ele e ela.  Eu vou e ela está chegando.  Eu mando e você obedece.  Quem muito fala, muito erra.  Quem diz o quer escuta o que não quer.  O dia do muito é a véspera do nada.  Quem muito quer, nada tem.  Quem muito pisca, nada pesca.  A saudade quando envelhece é esquecida.  O amor é volátil e não suporta ausência.  Não confunda pinto com cinto nem tênis com pênis;  Nem baralho com jogo de carta.  Qual o melhor!  Anjo com asa ou anjo com espada!!!


DEVANEIOS - DE "E AGORA, JOSÉ..." (240414)

Tenho Cara De Antigamente, Quando José Nasceu Pra Nada Ter
SÃO OS PALESTINOS-JOSÉ

Dê-Me Seu Nome

sexta-feira, 25 de abril de 2014

DEVANEIOS -DE "E AGORA JOSÉ!" (250414)

MORTE E VIDA SEVERINA
JOÃO CABRAL DE MELO NETO

Somos muitos Severinos, iguais em tudo na vida, morremos de morte igual, mesma morte Severina
Que é a morte de que se morre de velhice antes dos trinta, de emboscada antes dos vinte, de fome um pouco por dia
(De fraqueza e de doença, é que a morte Severina ataca em qualquer idade, e até gente não nascida)

1947, Presidente da ONU durante a Partilha das terras Palestinas entre o famigerado novo Estado de Israel e a sobra para o Povo autóctone Palestino, o Embaixador brasileiro Oswaldo Aranha, aracnídeo vergonhoso, nato em Alegrete - RS, embora o estado judeu só fosse qualificado em 1948, há 66 anos atrás.  Data dai a infelicidade  desses edomitas, hebreus arabizados, primos dos impostores sionistas, estes nazificados e em vias de sacrificar literalmente os remanescentes que escaparam da morte e da expulsão de suas próprias terras.  Imaginem  a ONU, idealizada por Franklin Delano Roosevelt, morto antes da vitória da Segunda Grande Guerra, para substituir a antiga Liga das Nações, constituída por 51 países com a intenção de monitorar a Paz internacional (?).   As maiores vítimas da hediondez sionazi, até este momento em que escrevo, é a Nação palestina, povo sem Estado, sem exército, sem futuro e sem vergonha, fora  absolutamente desse tamanho plano de Paz, colonizado permanentemente e tendo suas terras roubadas e enterradas sob construções para abrigar imigrantes judeus.  Duas partes da Nação totalmente sem ligação física entre si.  Hoje foi decretado pelo Nethaniahu, presidente do Likud e do Estado invasor, o afastamento definitivo da busca da Paz (que Paz?), depois que estas duas frações, após sete anos de afastamento, resolveram-se irmanar-se novamente.  Prestem atenção à soberbia judia, em querer ditar ordenamento a um povo que é projeto de Estado há 66 anos.  Israel e EUA acostumados à esse uso ameaçam pra valer, o primeiro a suspender os valores da arrecadação dos impostos devidos aos palestinos (isso é furto e não é a primeira vez que é usado), escarnecendo a cara dos atuais duzentos agregados do Órgão;  o segundo, a suspensão de uma ajuda, ou não será um tapa-boca, duas canalhices de países que se dizem altamente civilizados.  Não hã nem nunca houve isonomia na membresia da ONU, valendo o VETO americano, um contra 199, para silenciar qualquer mal entendido que surja.  Como 200 Países se sujeitam à isso?  E essa empulhação só machuca o físico como a alma de um povo que além de badoques, pedras e foguetes artesanais abilolados, só dispõem de suas próprias vidas para imolarem.  E agora, José, quem valerá esses Severinos?  Morrerão de morte morrida ou de morte matada?

Que se levante o primeiro Pais brioso e diga VAMOS.  Arranquem suas barracas para montá-las em outro lugar.  O Xerife arruaceiro continuará exorbitando o mundo até encontrar sua tampa.  O aprendizinho de feiticeiro sairá fugindo com uma tampa no cu para não empestear o Irã e voltará à sua vida nômade de mascate.