sexta-feira, 16 de junho de 2017

DEVANEIOS - DE "MEMÓRIA" (160713) (260114-16)

terça-feira, 26 de janeiro de 2016


DEVANEIOS - DE "MEMÓRIA"

    SIMPATIA é quase AMOR.  Questão de densidade..
    RISO e GARGALHADA. O mesmo.
    RAIVA e IRA.  Ainda o mesmo.
Terça-feira, 16 de julho de 2013
"MEMÓRIA

Hermes-Apolo-Dafne(?)

    Vamos memoriar a MALDADE.  Tempo: entre 41 e 44, entre meus seis ou nove anos, há setenta e dois anos atrás ou setenta e cinco.  Eu sou antigo e tenho cara de antigamente.  Sou do tempo em que mulher usava combinação e anágua.  Estou lembrando  o extenso campo do CAB (Colégio Americano Batista) na parte baixa, em seguida aos amplos prédios do Curso Primário onde fui alfabetizado ao som do "God Bless América", que "bisurdo", pela Diretora Miss Cozzens, que mal falava o português. Depois da entrada pelos formidáveis e altos portões de ferro, à direita sob os sombreados "ficus benjamim".lado a lado e em aclive suave, um fenômeno da natureza:  um galho da árvore da direita, encontra um obstáculo de outro galho da árvore da esquerda;  fundem-se, literalmente, e tornam-se uma unidade, a seiva de um, alimentando a seiva do outro.  ESMAGANDO OS FRUTINHOS MIL, ESTÉREIS, PEQUENINOS E INCOMÍVEIS, SOB OS PÉS, DESVIO-ME PARA A ESQUERDA.  UM ENORME E FRUTÍFERO PÉ DE SAPOTI, QUE A SEU VIZINHO CHAMÁVAMOS DE SAPOTA, COMO SE TIVESSE MACHO E FÊMEA DA MESMA ESPÉCIE.   ESTÁVAMOS EM FÉRIAS, MORÁVAMOS EM FRENTE AO COLÉGIO E ÉRAMOS FILHO DO PROFESSOR LÍVIO LINDOSO, DAI O PRIVILÉGIO DE DESFRUTAR DAQUELA BELÍSSIMA PAISAGEM.  E ESTÁVAMOS EM TRÊS.  NO SAPOTIZEIRO UMA PENCA DE FRUTOS E UMA PENCA DE MORCEGOS FRUGÍVOROS, PENDURADOS PELOS PÉS, COMO É NATURAL, E MENOS EXIGENTES DE POUCA LUZ COMO ACONTECE COM SEUS PRIMOS VAMPIROS, QUE PREFEREM A ESCURIDÃO DAS FURNAS.  O NOSSO MOSQUETEIRO MALVADO SACA DE SEU BADOQUE E MIRA NO GRUPO ADORMECIDO DAS CRIATURINHAS, NÃO HÁ COMO ERRAR;  ELES SE BARATINAM E EM VOLTEIOS TENTAM A FUGA, MAS A LUZ DO DIA OS PERTURBA;  UM DELES CAI EM RODOPIOS, VEZ QUE PERDEU O EQUILÍBRIO POR TER UMA DE SUAS ASAS SIDO VAZADA PELA PEDRA DO MALVADO.  ESSE PEQUENO ENDIABRADO TRAZIA TUDO EM SEU EMBORNAL, A PEDRA QUE USOU, A ARMA QUE ATIROU, O LANCHE PARA EM BREVE E TUDO QUE ELE SABIA QUE SERIA REQUISITADO.  PORTANTO, CRIME PREMEDITADO.  ELE APANHOU O DESGRAÇADO MORCEGUINHO E  PÔS SOBRE O BANCO DE PEDRA BRANCA E FRIA, EM BAIXO DA ÁRVORE. O ANIMALZINHO SILVAVA FINO E AGUDAMENTE E LUTAVA PELA VIDA AMEAÇADA.  COMO ME DÓI ESSA MEMÓRIA POR VER-ME ENTRE OS TRÊS E APESAR DE NÃO LEMBRAR DE MINHA PARTICIPAÇÃO NESTE ATO DOLOROSO.  O TRISTE ANIMAL DEITADO SOBRE AS COSTAS, COM AS ASAS ABERTAS PARECIDAS COM A COBERTURA DE UM GUADA CHUVA PRETO, COM DOIS DOS MENINOS, UM NÃO SERIA EU?, CADA UM COM UM PAU DE PICOLÉ SUJIGANDO-O NAS EXTREMIDADES, SOBRE O BANCO TRAIÇOEIRO. LEMBRO-ME  DA CARINHA NEGRA DE CAPETA DO CONDENADO, OLHOS ENORMES COMO É COMUM NOS ANIMAIS NOTÍVAGOS, BRILHANTES, INQUIETOS COMO PEDINDO SOCORRO;  AS ORELHINHAS SALIENTES E DIMINUTAS, O NARIZINHO MOLHADO PRESSENTINDO A MORTE;  UMA BOQUINHA E LÍNGUA VERMELHAS E GRITANTES, EXPONDO AS FILEIRAS PERFEITAS DE DENTINHOS ALVOS E COLGATEZADOS;  UM ROSTO, GENTE, UM ROSTO, EM MINIATURA, PARECENDO MESMO QUE TINHA ALMA E SUPLICAVA PELA VIDA;  O DRAMA ESTÁ VIRANDO TRAGÉDIA E VEMOS O ATOR PRINCIPAL DESSA MALDADE, MEXENDO EM SEU EMBORNAL, TIRANDO DE LÁ UMA GILETE DE LÂMINA AFIADA E CORTANTE, POSTA NA PARTE INFERIOR DO QUEIXO ANGELICALMENTE CONSTITUÍDO, E DANDO UM CORTE VERTICAL ABRINDO DO CENTRO ATÉ A UNIÃO DOS PESINHOS; VIMOS O INTERIOR DO PEITO DO ANIMALZINHO, VERMELHO MAS SEM SANGRAMENTO, O CORAÇÃO PULSANTE PROTEGIDO POR UMA COBERTURA EXTERNA E TRANSPARENTE;  O SENHOR MALVADO APALPOU-O COM OS DEDOS E APLICOU A LÂMINA POR TRÁS, PELOS LADOS E PELA PARTE INFERIOR, EXTRAINDO-LHE A SEDE DE VIDA.  URRA, TAMANHA MALDADE NUMA CRIANÇA ENTRE SEIS E NOVE ANOS É DEMAIS PARA SE ENTENDER.  CADÊ A TERNURA, CADÊ A INOCÊNCIA?  APÓS O FATO, JOGOU O CORAÇÃOZINHO AO CHÃO SECO ENTRE DOIS TUFOS DE GRAMA VERDE, FICOU POLVILHADO DE AREIA, ELE QUE ANTES ESTAVA TÃO PROTEGIDO, REGENDO A VIDA DE UMA CRIAÇÃO DE DEUS.

Desse quadro deduzo duas coisas:  Realmente as alnas não têm descendência, elas vivem e se juntam por afinidade ou por designação superior para se servirem, as boas e as más.  A segunda dedução é a de que os animais, que não têm livre arbítrio e vivem exclusivamente orientados pelos cinco sentidos, têm alma, sim senhor.  Somos nós devedores de respeito à eles e um dia essas almas irão animar um corpo humano.  Creiam nisso e treinem sua ternura com eles, nossos próximos irmãos.







  

DEVANEIOS - DE HOJE O QUE JÁ FOI ONTEM (080615)

ALGUMAS LINHAS QUE NÃO SE POSSAM LER, CLIQUEM DUAS VEZES, NO FINAL.

segunda-feira, 8 de junho de 2015


DEVANEIOS - DE HOJE O QUE JÁ FOI ONTEM (080615)

Tenho Cara De Antigamente, Quando "Vôtes" Significava "Sai Pra Lá"
ISSO AI EM CIMA SÃO BOBICES QUE ME AGRADAM
Bambual Japon

Há exatamente um ano atrás eu cometi um ensaio com o título de "De passados se forma o hoje", que estou replicando agora para quem gosta de  replicância, que a temperança é o melhor remédio para educar filhos pequenos.  Vão devagar, não os podem demais ou os aleijam.

DE PASSADOS SE FORMA O HOJE

1963-edélvio(eu)aos 28 anos
Tenho Cara De Antigamente, Sou do tempo Em Que Cigarro Bom Era O Belmont
REI MORTO, REI POSTO

Olho meu retrovisor e vejo:  Cigarros que fumei - Yolanda, Astória, Continental, Belmont e Asas.  C. Americanos-Chesterfield, Camel, Look Strick.  Tecidos que usei-S-120(Linho Inglès, década de 1950) e ainda Linho Diagonal e Taylor, todos da mesma origem e brancos, e quanto mais machucados, mais lindos e a excelência da coisa era o prazer de distinção que causava.  A gazemira ou casimira, sempre marrom e o Tripical azul claro ou escuro, de vinco seguro , como nos outros tecidos, e tudo era um luxo só.  Só sabe qem os conheceu, os sentiu e os usou.  Os tênis-Ki Chute, Bamba, Conga e Pão-doce.  Tá ai, coisinhas prá deixar saudades.

Não existia "jeans" nem lojas com confecções industrializadas;  em compensação existiam os alfaiates e camiseiros, hoje raríssimos e artistas artesãos de prêço caro para satisfazer e enganar circunferências e latitudes um tanto exageradas.  E a moda era "americana";  camisa americana quadrificada ou de cores berrantes e espalhafatosas;  aniversário americano, pelo tal do "ponche", uma enorme terrina com suco de frutas e que cada um ao redor que pegasse um copo e uma concha enorme para se servir.  Essa papagaiada americana de chapéu com cone na cabeça, também inveção vinda pelo cinema americano, ainda não tinha chegado aqui;  graças à Deus.  Mas Swing e Boogie Woogie jã estavam nas rádios abafando o noso zabumba.  A primeira versão do Boogie Woogie deu muito dinheiro à Elza Soares, ao Silvinho arrastando as sílabas e outros mais, e fazia parte da "política da boa vizinhança" no programa de colonização americana, aqui no Brasil-macaco.  

Nas matinés dos domingos, cheiro forte de "bidubin" crocante e cozinhado, na primeira fila de bancos onde a meninada  gritava endiabrada torcendo pelo "mocinho", pela "mocinha", pelo "doidinho", pelos tiros de bandidos e xerifes abilolados, fazendo um salseiro barulhento e feliz, como são essas aglomerações de crianças, na pura inocência de ver as figuras na tela, de baixo prá cima, sem peocupação com o roteiro ou que história lhes estivesse contando, e ali estava eu.  Como sempre, só, no meio da multidão, cirtindo entre um riso e outro, o clima de pecado que me apavorava. Pecado já era o antro cinema.  Quanto perdão eu pedia a Deus pelo infausto, ainda mais sentindo minha hipocrisia de já estar antegozando o pecado do próximo domingo.

Perdoa-me Pai, eu ainda te peço hoje, nas vésperas dos oitenta anos, pelas lições de dissimulações que aprendi, na ânsia de apenas querer ser feliz.  Temperança na hora de educar é ainda a melhor medida para ensinar.  Não assustem suas crianças nunca, principalmente usando o nome de Papai-do-Céu.  A candidez de um menininho é o estágio que Deus escolhe para Êle próprio bincar de Criança.  O crescimento, o amadurecimento vai aos poucos tornando opacos essas cores celestes.




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segunda-feira, 5 de junho de 2017

DE SHEHERAZADE E GABI


 DE SHEHERAZADE E GABI

Cara Sheherazade e cara Gabriela, fiz o que prometi, transferi todo o projeto de livro do "Segurança Pública Igual A Paz Social", para este Blog, integralmente embora fracionado. Estou aqui me despedindo e me desculpando pelas cinco incursões que fiz nas suas áreas mesmo sem ter certeza de ter conseguido penetrar nestes bastiões. Não sei se as leituras dos seus FACEs são terceirizadas. ++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++ Trago comigo a imagem desconfortável de uma experiência também, muito desagradável. Vejo-me diante de vocês, na distância chamada respeitável nos meus distantes anos 50, parado onde meu braço levantado nem pudesse tocá-las, em público, cercado de curiosos e a mão estendida sendo recusada. Junto às recusas, dois rostos imóveis.Apenas os olhos voltados pra cima, lábios franzidos e estalidos nas bocas, coisas chamadas de muxoxo. Naquele silêncio ouço ensurdecedores balbucios "que insolente, nem lhe demos confiança, inxerido (quer dizer inserido, em nordestino); além do ouvido tem o sentido. Senti o deboche e o menoscabo, o rubor subiu-me às faces e recolhi a mão, lentamente, cruzei o braço inteiro contra o peito, envergonhado ante o zumbido da assistência. Lembrei-me do Lupicínio; "...a minha casa fica lá detrás do mundo, mas eu vou em um segundo, quando começo a pensar...", embarquei nesse "busão" e recolhi-me, vindo de "Sum-Paulo" até Manaus; Jardim das Palmeiras. Parque das Laranjeiras, número 99; rua larga, silenciosa, casas grandes, ninguém conhece ninguém, desci, bati, entrei, com a vergonha pesada na mochila, no meu recôndito me aleitei. Continuo pensando, exercitando a empatia me coloquei nos seus lugares; talvez eu, na posição de vocês, cometesse os mesmos atos. Estão perdoadas mas não sofro de amnésia. ++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++ Gabriela entrevistando, Sheherazade arengando, se acreditam que devaneios se transformam em verdades, usem seus açoites para o bem de 200 milhões de brasileiros. Espalhem os bordões "2 metros e meio por 3", os CCA (Complexo de Casa de Apenados) e os três Fóruns de Justiça em três turnos de 8 horas, como um Pronto Socorro constante. Isso é a Forma; O Fundo, nem lhes falei, são as Leis que darão sustentação à esse arreglo social, FACTÍVEL. Têm meu FACE, têm meu GMAIL; usem-me. O Brasil porá a popa na proa, sistema político com hereditariedade de nomes nem pensar. E 39 ministérios, e 31 partidos e TVs para empregar petistas? Nunca mais.

quinta-feira, 1 de junho de 2017

DEVANEIOS - DE VIDA SEM VALOR NOS EUA (010616)

Tenho Cara Da Antigamente, Quando O Dia Do Muito Era A Véspera Do Nada
NÃO HÁ MAL QUE SEMPRE DURE, NE BEM QUE NUNCA SE ACABE
Trapalhões, Alegria De Antanho

quarta-feira, 1 de junho de 2016

DEVANEIOS - DE VIDA SEM VALOR NOS EUA

Tenho Cara De Antigamente, Quando Ainda Surgem Dedos A pontando A Insegurança No Brasil
NOS EUA ISSO APARECE  COM GRANDE CLASSE  NOS AMBIENTES ESCOLARES

Alegria De Pobre

Última notícia hoje (010616)  de um ambiente escolar onde a seleção de Dunga deveria treinar, não treinou.  Com a manchete de "doidos matam e morrem no seu clima "bang-bang", na mania mais esportiva e limpa que tem os EUA para se exibir ao mundo".  Cada doido com sua mania.  No Brasil são comuns as notícias de fatos criminosos como os achaques de estupro coletivos como este do Rio e o de Terezina.  Um é limpo, caro e cinematográfico;  outro é sujo, nojento e coisa de pobre. No primeiro há cenas de morte;  no segundo salva-se uma vida emporcalhada mas, tudo na rotina.

Lá nos cursos básicos, médios e superiores, constantemente há invasões por estranhos e os disparos aleatórios de armas de fogo poderosas.  Além de estudantes há outra caça interessante para eles:  negros, na maioria jovens e nesse caso perseguidos por policiais brancos.  Aí, já se viu, é muito raro que uma autoridade dessa seja indiciada.  Aqui esse furdunço é mais comum no bailes "funks", nos cortiços de favelas e nos aglomerados de drogados.  Ai vão brancos e meio-brancos, meios-negros e negros e da mesma forma os policiais que ali aparecem e as balas, correm ali sem destino.

São crimes, são misérias, são choros, são mortes.  E o rolê da vida colhendo jovens que às vezes nem a conhecem direito. Tendo coreto, tem retreta.  Tendo aglomerado, tem jovens,  São curiosos e espaçosos.  São libertinos e semi-alfabetizados.  Vão encontrá-los nas paradas "gays", nas marchas por Jesus, nos desfiles militares e de escoteiros, nas festas de "miss", de São João e de vaquejada, e morrem de tiros, de facadas, espezinhados, afogados e queimados.  Dão alegrias na fonte, cuidados no começo da jornada e logo adiante tristezas profundas nas despedidas.

São senhores das causas perdidas, esfuziantes torcedores de atletismo, transgressores naturais e uns pilantrinhas maleducados.  Já foram taxados de transviados e sempre gostaram de andar em grupos à procura de outro grupo para competir, para se machucarem, para conferir seu auto-poder.  Daí, os chamo de vida sem valor por serem provocadores e impermeáveis para um bom senso.  Todos os jovens transitam num momento por essas estradas e alguns vão tão fundo que não têm retorno para se enquadrar  no caminho certo.  Ficam cegos para os sinais de alerta e,  "tchibum" no poção.



terça-feira, 30 de maio de 2017

DEVANEIOS - DE QUATRO CASOS

Tenho Cara De Antigamente, Quando O Caso Suzzane Richthofen Preservava A Inocência De
ANDREAS ALBERT SEU IRMÃO
Andreas E Suzane Aos 15 e 19 anos em 2002

hoje, 2017, têm 30 e 34 anos, cada.  Hoje, 300517 este jovem senhor foi preso no local da antiga cracolândia escalando o muro de uma pessoa que disse ser seu tio, em estado agressivo e desesperador, sujo e com as roupas rasgadas e removido pela polícia para um hospital psiquiátrico do estado.  Vejam vocês as ciladas que a vida prega para um garoto de 15 anos,  absolutamente alheio à tragédia que sua irmã gestou comandando a morte dos pais na cama pelos namorado e cunhado a golpes de madeiras no modo de tacapes, como usariam os índios.

Os pais, de classe social alta, estarão onde Deus o queira.  Os dois rapazes assassinos já estão soltos há vários anos atrás e a mentora sádica, em vésperas disso.  A comoção do Brasil naquela ocasião foi total e extrapolou nossas fronteiras.  Essa mulher adaptou-se a várias situações, como amasiar-se na prisão com uma trans-gênero de aparência masculina e depois com outros cavalheiros, nas saídas em dias especiais não explicáveis para os homens comuns.  Agora, recentemente, no dia das mães.  Que insulto!  O pobre irmão foi acolhido pelo tio e o tem como tutor.  Pelo visto, ruiu.

Esse povo amarelo é de uma inteligência rara, refiro-me a todos os orientais, mas especificamente aos coreanos do norte.  Desenvolveram com sucesso suas armas atômicas numa indústria bélica de respeito e só com a cabeça que deus lhes deu.  Agora vem Os EUA, desde Obama e chegando ao Trump com uma pretensão de donos do mundo, proibindo esses artefatos à noviços que não lhes sejam simpáticos.  Implicam com a Russia e com o Irã, quando ambos já dominam isso.  Cuidado gentes, com a illuminati, americanos, bretões e israelos que querem se montar em Jerusalém.

Agora, na moda, as legendas para tudo que aparece na televisão.  Que coisinha mais chata.  Tudo que na fala é traduzido bestamente nessa invenção.  Vejam:  "música apaixonante", "rumores da noite", ""passarinho cagando".  Antigamente consumíamos filmes americanos no cinema, com tradução do texto falado, nessas tais legendas.  E eram tão eficientes.  Sem dizer que não tinha áudio em português.  Para, bruto, bruto, para.  Não nacionalizemos a besteiragem.  Vou pedir uma CPI no congresso para ter uma solução contra essa ousadia importuna.

segunda-feira, 29 de maio de 2017

DEVANEIOS - DE QUATRO OCORRÊNCIAS

Tenho Cara De Antigamente, Quando "Pera" Era Interruptor
E PATA TOMAR ÁGUA FRIA, DUAS PEÇAS DE BARRO SOBREPOSTAS

"TOCANDO EM FRENTE" -RENATO TEIXEIRA E ALMIR SATER
Não sei quem é o poeta, nem sei quem é o maestro;  não sei se entremetem entre si, só quero o resultado.
Ando devagar porque já tive pressa e levo esse sorriso porque já chorei demais
Conhecer as manhas e as manhãs, o sabor das massas e das maçãs
Penso que cumprir a vida seja simplesmente compreender a marcha e ir tocando em frente

Todo mundo ama um dia, todo mundo chora, um dia a gente chega e no outro vai embora...
Atentem para quanto é capaz uma alma de poeta troçando com os contrastes, na primeira quadra.  Na segunda ele brinca com a fonia das palavras mesmo que nada haja entre elas.  E finalmente na duas finais ele trata de consequências.  Feita a poesia que é o corpo do sentimento e nada tem a ver com rima, vem o artista do som e veste essa senhorinha com belos acordes que dão realce à sua beleza e as curvas feminis que lhe são próprias.

24 de maio de 2017, quarta-feira, Brasília,:  Nove sindicatos fardadozinhos, chegados em ônibus, com faixas de "fora temer", provocaram uma convulsão no centro onde estão todo o governo brasileiro.  Resultado:  48 feridos, dois policiais militares endoidecidos, de revolver em punho dando tiros como se aquilo fosse peidos-de-velha, que esbórnia.  Depredaram 8 prédios públicos e a catedral, destruíram pontos de ônibus e banheiros químicos. 8 presos e 8 policiais feridos.  Imagem distribuída para todo mundo, louvando o direito democrático em pé, da nossa pátria.

A história é sempre a mesma:  Vândalos despolitizados infiltrados, merecem cadeia.  Ah, minhas ideias:  desordeiros recolhidos aos CCA, na forma da lei, caracterizados como infratores ou criminosos, em celas individuais de 2,5 mts X 3.  Já, estabelecido que todo espaço público pertence aos do bem, sem aglomeração.  Aí os sindicatos e MST teriam que alugar espaços para suas baboseiras.  A área imobiliária iria ter um surto de crescimento extraordinário.  Igualmente a paz, sem mortes e sem agressões e naturalmente à salvo de prejuízos.



sábado, 27 de maio de 2017

DEVANEIOS - DE DUAS FOLHAS (130215)

Tenho Cara De Antigamente, Quando (...Um Caso Sério) Qualificava Um Menino Impossível
IMPOSSÍVEL É CORRUTELA DE IMPULSIVO
Núpcias De Suzzie, Minha Filha-Manaus-AM

Para lLiberty Asas D'Alma, conforme o prometido.

sexta-feira, 13 de fevereiro de 2015


DEVANEIOS - DE DUAS FOLHAS

Tenho Cara De Antigamente, Quando Ordem Unida Era:  Durinho, Molinho, Faz Que Vai Mas Não Vai, Vai Mesmo.  Brinco De Criança
GARDÊNIA ERA UMA FLOR, DEPOIS UM PERFUME;  NÃO  CONHECIA OS DOIS, MAS O NOME É BONITO
Reclame De Remédio De Antigamente

Brasil, oh Brasil.  Tantas árvores frutíferas;  mangueira, bananeira, abacateiro, e chamamos pé de manga, pé de banana e pé de abacate.  Idiossincrasia, a isso se chama.  Modo especial e exclusivo de sentir e rotular coisas.  Coisas do Brasil, coisas regionais ou coisas só minhas;  não me pergunte mais.  Se eu disser que vou bem, não é da sua conta;  se que vou mal, você não dá jeito.  Portanto, me deixe em paz.  Vou vos falar de pés de plantas, melhor dizendo, de pé de folhas.  Grande árvore, porém estéril para dar frutas.  A sua fruta especial é a sombra, que ela consegue com muitas folhas.

Estou sentado, só observando, sou observador.  A sombra é enorme, a brisa é branda e só por bronca, brinca e brinda Brenda brava, breve de brilho e tamanho, chovendo folhas nas suas orelhas e ela reagindo sem sorrir entretida com o vento soprante em seus cabelos, tangendo pensamentos de criança e ajudando o tempo a passar.  Fico maravilhado, vendo o vento, um dos quatro  representativos de Deus Natureza, fazendo rolar lá de cima do folharal, deixando uma pequena  cicatriz sangrante de seiva, e fazendo cair uma inebriante ex-folha com sua verdura em começo de fim, rodopiando em enlevo, ora para cima, ora para baixo, como no acalanto de uma rede balouçante, quando ia íngreme e em seguida reavaliava o ímpeto e numa derrapagem imaginária fazia uma curva inversa, subindo um pouco, com muito espaço à andar, antes de acariciar o rosto da Brenda e se deitar faceira e cansada próxima à intrigante menininha.  

Ali, o Deus Onipotente se desvencilhava de suas inúmeras obrigações e voltava sua atenção para uma folha, uma sombra, uma guria e um velho, este inchado de filosofia para entender o que era inintendível.  Ele entendeu de mostrar sua segunda representação numa chuvinhada fraca que parecia pétalas pousadas na ponta do nariz da infante.  Bem de leve, quase maternal, Deus assim acarinhava sua criação.  O molhar aquele enorme pé de planta deu-lhe o aspecto verberante de um espelho cambiante, sempre verde;  puxa, como era agradável.  Em seguida, mais pelo tempo que pelo volume derramado, um micro-rio, parecido de brinquedo, ora empurrava, ora puxava aquela folha solta, tão especial na nossa história.  Sua cor verde já era marrom forte, depois marrom desmaiado, agora já misturado com amarelo sem nenhuma graça, ficou crocante e se quebrava ao jugo dos pequeníssimos açoites que eram as cutiladas breves do Nosso Senhor, colaborando na dissolução do que já foi, em  o do que é agora, o fim de um ciclo.  Antes, vida, agora, destroço, e isso vale pra todos. exceto pra Ele.  O riozinho vai e leva com ele o que já fora folha verde, agora detrito, sem cheiro, sem cor sem valia.

Agora vamos falar de mim, que arranco da proteção de um caderno uma folha sarapintada de anotações, de segredos íntimos, de frustrações, de planos de intenções de entender a vida.  Bruscamente amarroto o papel e sem respeito nenhum o vou volvendo, o que já foi e agora mais não é.  É uma réplica do que aconteceu com aquela folhinha gentil, estiolada.  Com rompante me despeço do que seria meu escritório, enfrento garboso a chuviscada, portanto a representação vívida do Deus Nosso;  aspiro fortemente o cheiro de terra molhada, vejo a árvore como que reclamando do peso, com suas folhas ultra coloridas descaindo em rota para o chão.  Uma criancinha, a Brenda, que eu conhecia, sem chorar, sem reclamar, mas também sem alegria, e o velho parecido com um ponto de interrogação, se auto-abraçando e ansioso por um calor.  Cumprimento à todos, ao velho, à criança, ao pé de árvore agora sem sombra, ao vento e à chuva e vou espremendo a minha folha, com alguma letra quase gritando ai, e vou aos poucos me molhando, espirrando, sentindo frio, mas vou em frente, como se em procura do que fazer.  Sento numa ponta de calçada e solto a folha amarrotada sobre uma enxurrada, semelhança de rio um pouco mais gordo do que o que sepultou afolha verde e agora lhe carrega o espantalho.  Esta minha folha aproveita a largação e se espicha;  vejo-lhe o estômago com tintas desbotadas, com pingos azuis caindo como lágrimas, naturalmente o sentimento de  nada ser.  E vai em rodopios, sentindo o peso das águas, se afundando, gritando por socorro à quem dela tanto se socorreu em busca de companhia, eu, que, assassino, olho, como se fora um tronco desprovido de miolo, um projeto de homem sem alma.  E lá vai, e lá vai. Minha folha e a folha do pé de árvore, agora frente a frente, olhando suas misérias, suas finitudes, desprovidas de palavras, mas com a visão de despertencimento, da solidão do mundo e a incerteza do nada e do tudo.  

São sugadas depois de usadas como garis varredoras das ignomínias humanas para um escuro e desconhecido fosso, para o fim.  Duas folhas antes desconhecidas e agora abraçadas para se defenderem do medo do desconhecido.  Uma vinda de uma alta árvore com vida, e outra , vivendo ora na escrivaninha, ora na gaveta do canto de um senhor aparentemente respeitável.  Resultado pelo valor do passado:  nenhum.  Igualdade pela unidade da morte:  total.  Fim de ciclo, fim de vida.  Se o objeto ciclado e vivido tiver alma, ele migra como espírito, para sua origem e recomeço;